Tras las huellas del racismo argentino: ejercicios autoetnográficos desde una intervención performática colectiva

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Fecha
09/2024
Editorial
Universidad Nacional de Rosario
Revista
Revista de la Escuela de Antropología
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Institución organizadora
ISSN
1852-1576
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Idioma
Español
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Resumen
Este escrito se propone ahondar en el trabajo personal que involucró una investigación performática sobre el racismo estructural en Argentina. Para abrir el diálogo sobre estas temáticas fue fundamental la creación de la performance en clave autobiográfica. Por ello, proponemos aquí realizar un ejercicio autoetnográfico geopolíticamente situado, en tanto es un trabajo analítico sobre la propia historia como material estético/político, como ejemplo vivencial y concreto del profundo proceso de racialización que operó y opera en nuestro país. Elegimos para la exposición detenernos en la eficacia del trabajo para movilizar nuestras historias personales. Así, encontramos el reordenamiento de algunos mapas que ponen en evidencia la heterogeneidad étnico-racial de la población, con sus movilidades y procedencias, la complejidad de los estereotipos con sus dinámicas de rechazo y fascinación, y el proceso de blanqueamiento también articulado a elecciones estéticas como proceso de distinción social. Esperamos así contribuir a la reflexividad sobre cómo la experiencia de investigar desde la performance puede permitirnos interrogar profundas diferenciaciones sociales naturalizadas y silenciadas en el contexto argentino.
This paper aims to delve into the personal work involved in a performative research on racism in Argentina. In order to open the dialogue on these issues, the creation of the performance in an autobiographical key was essential. Therefore, we propose here to carry out an autoethnographic exercise, as it is an analytical work on one’s own history as aesthetic/political material, as an experiential and concrete example of the deep process of racialization that operated and operates in our country. We chose for this paper to focus on the work´s effectiveness to mobilize our personal stories. Thus, we find the reordering of some maps that highlight the ethnic-racial heterogeneity of the population, with its mobilities and origins, the complexity of stereotypes with their dynamics of rejection and fascination, and the “whitening process” also articulated to aesthetic choices as a process of social distinction. We hope to contribute to the reflexivityon how the experience of researching from performance can allow us to question deep social differentiations naturalized and silenced in the Argentine context.
Esta escrita pretende aprofundar o trabalho pessoal que envolveu uma pesquisa performativa sobre o racismo na Argentina. Para abrir o diálogo sobre esses temas, foi fundamental a criação do espetáculo em chave autobiográfica. Por isso propomos realizar aqui um exercício auto etnográfico, desde que seja um trabalho analítico sobre a própria história como material estético/político, como exemplo vivencial e concreto do profundo processo de racialização que operou e continua a operar em nosso país. Escolhemos que o artigo se deter na eficácia do trabalho para mobilizar nossas histórias pessoais. Assim, encontramos o reordenamento de alguns mapas que evidenciam a heterogeneidade étnico-racial da população, com suas mobilidades e origens, a complexidade dos estereótipos com suas dinâmicas de rejeição e fascínio, e o processo de branqueamento também articulado a escolhas estéticas como processo de distinção social. Dessa forma, esperamos contribuir para a reflexão sobre como a experiência de pesquisar a partir da performance pode nos permitir questionar profundas diferenciações sociais naturalizadas e silenciadas no contexto argentino.
This paper aims to delve into the personal work involved in a performative research on racism in Argentina. In order to open the dialogue on these issues, the creation of the performance in an autobiographical key was essential. Therefore, we propose here to carry out an autoethnographic exercise, as it is an analytical work on one’s own history as aesthetic/political material, as an experiential and concrete example of the deep process of racialization that operated and operates in our country. We chose for this paper to focus on the work´s effectiveness to mobilize our personal stories. Thus, we find the reordering of some maps that highlight the ethnic-racial heterogeneity of the population, with its mobilities and origins, the complexity of stereotypes with their dynamics of rejection and fascination, and the “whitening process” also articulated to aesthetic choices as a process of social distinction. We hope to contribute to the reflexivityon how the experience of researching from performance can allow us to question deep social differentiations naturalized and silenced in the Argentine context.
Esta escrita pretende aprofundar o trabalho pessoal que envolveu uma pesquisa performativa sobre o racismo na Argentina. Para abrir o diálogo sobre esses temas, foi fundamental a criação do espetáculo em chave autobiográfica. Por isso propomos realizar aqui um exercício auto etnográfico, desde que seja um trabalho analítico sobre a própria história como material estético/político, como exemplo vivencial e concreto do profundo processo de racialização que operou e continua a operar em nosso país. Escolhemos que o artigo se deter na eficácia do trabalho para mobilizar nossas histórias pessoais. Assim, encontramos o reordenamento de alguns mapas que evidenciam a heterogeneidade étnico-racial da população, com suas mobilidades e origens, a complexidade dos estereótipos com suas dinâmicas de rejeição e fascínio, e o processo de branqueamento também articulado a escolhas estéticas como processo de distinção social. Dessa forma, esperamos contribuir para a reflexão sobre como a experiência de pesquisar a partir da performance pode nos permitir questionar profundas diferenciações sociais naturalizadas e silenciadas no contexto argentino.
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