Confianzas y sospechas en el campo de la seguridad: Notas sobre el oficio de entrevistar a policías
; Castro, Natalia Sofía 
Otros responsables
Fecha
03/2021
Editorial
Universidad de Buenos Aires. Facultad de Filosofía y Letras. Instituto de Ciencias Antropológicas
Revista
Runa
Título del libro
Nombre del evento
Fecha del evento
Institución organizadora
ISSN
0325-1217
eISSN
1851-9628
ISBN
Idioma
Español
Tipo del evento
Clasificación temática
Palabras clave
Resumen
En este artículo nos planteamos el objetivo de hacer reflexiones metodológicas sobre nuestras experiencias como investigadoras en el campo de la seguridad. Explicitamos algunos nudos problemáticos en torno al oficio de investigar cualitativamente en contacto directo con la policía, en parte para abrir debates y discusiones dentro del campo de las ciencias sociales, pero también a modo de reflexividad para nuestras indagaciones en curso. Adelantamos que el espíritu del artículo intenta dirimir algunos aspectos sobre el “acceso” al trabajo de campo dentro de la institución policial, que tensiona la relación entre la presunta opacidad y la predisposición de sus agentes para encontrarse con nosotras y responder nuestras preguntas. Para ello, abordamos algunos momentos de nuestra pesquisa que nos permiten identificar y reflexionar en torno de nuestras estrategias para construir confianza y algunos equívocos que dan lugar a expresiones de sospecha sobre nuestra persona y nuestras intenciones.
This article has the objective of making methodological reflections on our experiences as researchers in the field of security. We explain some problematic knots around the office of qualitatively investigating in direct contact with the police, partly to open debates and discussions within the field of social sciences, but also as a reflexivity exercise for our ongoing investigations. We anticipate that the spirit of the article attempts to resolve some aspects of “access” to field work within the police institution, stressing the relationship between the alleged opacity and the predisposition of its agents to meet us and answer our questions. To do so, we address some moments of our research that allow us to identify and reflect on our strategies to build trust and some misunderstandings that gave rise to expressions of suspicion about ourselves and our intentions.
Neste artigo propomos-nos, como objetivo, fazer reflexões metodológicas sobre as nossas experiências como investigadores no campo da segurança. Explicamos alguns nós problemáticos em torno do trabalho de investigação qualitativa no contato direto com a polícia, em parte para abrir debates e discussões no campo das ciências sociais, mas também como uma reflexividade para nossas investigações em andamento. Antecipamos que o espírito do artigo tente debater alguns aspectos do “acesso” ao trabalho de campo dentro da instituição policial, ressaltando a relação entre a suposta opacidade e a predisposição de seus agentes em nos atender e responder às nossas perguntas. Para isso, abordamos alguns momentos da nossa pesquisa que nos permitem identificar e refletir sobre as nossas estratégias de construção da confiança e alguns mal-entendidos que suscitam manifestações de desconfiança sobre nossas intenções.
This article has the objective of making methodological reflections on our experiences as researchers in the field of security. We explain some problematic knots around the office of qualitatively investigating in direct contact with the police, partly to open debates and discussions within the field of social sciences, but also as a reflexivity exercise for our ongoing investigations. We anticipate that the spirit of the article attempts to resolve some aspects of “access” to field work within the police institution, stressing the relationship between the alleged opacity and the predisposition of its agents to meet us and answer our questions. To do so, we address some moments of our research that allow us to identify and reflect on our strategies to build trust and some misunderstandings that gave rise to expressions of suspicion about ourselves and our intentions.
Neste artigo propomos-nos, como objetivo, fazer reflexões metodológicas sobre as nossas experiências como investigadores no campo da segurança. Explicamos alguns nós problemáticos em torno do trabalho de investigação qualitativa no contato direto com a polícia, em parte para abrir debates e discussões no campo das ciências sociais, mas também como uma reflexividade para nossas investigações em andamento. Antecipamos que o espírito do artigo tente debater alguns aspectos do “acesso” ao trabalho de campo dentro da instituição policial, ressaltando a relação entre a suposta opacidade e a predisposição de seus agentes em nos atender e responder às nossas perguntas. Para isso, abordamos alguns momentos da nossa pesquisa que nos permitem identificar e refletir sobre as nossas estratégias de construção da confiança e alguns mal-entendidos que suscitam manifestações de desconfiança sobre nossas intenções.
Colecciones
Aprobación
Revisión
Complementado por
Referenciado por
Licencia Creative Commons
Excepto donde se indique lo contrario, la licencia de este ítem se describe como by
