¡Puaj! Las retóricas del asco en el movimiento abolicionista de la prostitución en Argentina
; Varela, Cecilia Ines 
Otros responsables
Fecha
01/2021
Editorial
Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Filosofia e Ciências Humanas; Centro de Comunicação e Expressão
Revista
Estudos Feministas
Título del libro
Nombre del evento
Fecha del evento
Institución organizadora
ISSN
0104-026X
eISSN
1806-9584
ISBN
Idioma
Español
Tipo del evento
Clasificación temática
Palabras clave
Resumen
En el marco de la expansión y multiplicación de los discursos feministas en la Argentina y en sintonía con transformaciones producidas en espacios supranacionales y transnacionales, la prostitución se ha convertido en un asunto controversial al interior del movimiento. El objetivo de este trabajo es explorar y analizar cómo en la última década la militancia abolicionista de la prostitución puso en marcha retóricas del asco para producir una narrativa sobre la experiencia de hacer comercio sexual. Para ello, nos valemos del análisis de discursos públicos (desde libros y fanzines hasta presentaciones en conferencias) producidos por organizaciones abolicionistas en Argentina. Finalmente nos preguntamos por el lugar que podrían ocupar las retóricas del asco en la redefinición y estabilización de las jerarquías sexuales propias del régimen sexual contemporáneo.
Within the context of expansion and multiplication of feminist discourses in Argentina and in line with the transformations in supranational and transnational spaces, prostitution has become a controversial issue within the feminist movement. The aim of this paper is to explore and analyze how in the last decade the abolitionist activism of prostitution deployed rhetoric of disgust to produce a narrative about the experience of commercial sex. We explore and analyze public discourses (from books and fanzines to presentations at conferences) produced by abolitionist organizations in Argentina. Finally, we reflect about the role the rhetoric of disgust could play in the redefinition and stabilization of sexual hierarchies of the contemporary sexual regime.
No contexto da expansão e multiplicação dos discursos feministas na Argentina e em sintonia com transformações produzidas em espaços supranacionais e transnacionais, a prostituição tornouse uma questão polêmica dentro do movimento. O objetivo deste artigo é explorar e analisar como, na última década, a militância abolicionista da prostituição empregou uma retórica de repugnância para produzir uma narrativa sobre a experiência de fazer comércio sexual. Para isso, usamos a análise de discursos públicos (de livros e fanzines ate apresentações em conferências) produzidos por organizações abolicionistas na Argentina. Por fim, nos perguntamos sobre o lugar que a retórica do nojo poderia ocupar na redefinição e estabilização das hierarquias sexuais do regime sexual contemporâneo.
Within the context of expansion and multiplication of feminist discourses in Argentina and in line with the transformations in supranational and transnational spaces, prostitution has become a controversial issue within the feminist movement. The aim of this paper is to explore and analyze how in the last decade the abolitionist activism of prostitution deployed rhetoric of disgust to produce a narrative about the experience of commercial sex. We explore and analyze public discourses (from books and fanzines to presentations at conferences) produced by abolitionist organizations in Argentina. Finally, we reflect about the role the rhetoric of disgust could play in the redefinition and stabilization of sexual hierarchies of the contemporary sexual regime.
No contexto da expansão e multiplicação dos discursos feministas na Argentina e em sintonia com transformações produzidas em espaços supranacionais e transnacionais, a prostituição tornouse uma questão polêmica dentro do movimento. O objetivo deste artigo é explorar e analisar como, na última década, a militância abolicionista da prostituição empregou uma retórica de repugnância para produzir uma narrativa sobre a experiência de fazer comércio sexual. Para isso, usamos a análise de discursos públicos (de livros e fanzines ate apresentações em conferências) produzidos por organizações abolicionistas na Argentina. Por fim, nos perguntamos sobre o lugar que a retórica do nojo poderia ocupar na redefinição e estabilização das hierarquias sexuais do regime sexual contemporâneo.
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