La retracción acentual del inglés: Datos acústicos en la adquisición de la L2 por parte de hispanohablantes

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Fecha
06/2020
Editorial
Universidad de Buenos Aires. Facultad de Filosofía y Letras. Instituto de Lingüística
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ISSN
2314-2189
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Español
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Resumen
Con el fin de estudiar el fenómeno de la retracción acentual en el inglés como segunda lengua (L2), en la presente investigación se lleva a cabo un análisis acústico de la duración, la intensidad y la frecuencia fundamental. Las mediciones incluyen casos con presencia y ausencia de choque acentual y casos de palabras con acento retraíble y no retraíble. Se computan datos obtenidos de manera experimental con aprendientes de inglés en contexto de instrucción formal y, con el fin de establecer un punto de comparación, con hablantes nativos del inglés estándar de Inglaterra. Teniendo en cuenta que los resultados indican que los hablantes nativos reflejan la retracción acentual (específicamente en términos de intensidad y altura tonal), los valores acústicos de los aprendientes de inglés no presentan el mismo comportamiento, ya que no hay evidencia robusta de desplazamiento de acento en palabras con acento retraíble. Los únicos aprendientes que realzan en alguna medida las sílabas inacentuadas son los del nivel intermedio, posiblemente debido a su instrucción reciente en fonética y fonología inglesa.
With the aim of studying stress shift in English as a second language, in this article the acoustic measurements of duration, intensity and fundamental frequency are analyzed in words with (non-)retractable stress in the presence and absence of stress clash. The production of instructed learners of English has been obtained and measured experimentally and eventually compared with that of native speakers from southeast England. Results indicate that the acoustic values in English native speakers reflect the presence of stress shift (specifically in terms of intensity and fundamental frequency). However, learners of English do not show the same behaviour due to the lack of robust evidence of stress shift in words with retractable stress. Probably due to their recent instruction on English phonetics and phonology, only learners with an intermediate level of language proficiency show higher values in some acoustic values of unstressed syllables, indicating a slight tendency for stress shift.
Para estudar o fenômeno da retração acentual em inglês como segunda língua (L2), esta pesquisa realiza uma análise acústica da duração, intensidade e frequência fundamental. As medições incluem casos com presença e ausência de colisão acentual e casos de palavras com acento retrátil e não retrátil. Os dados obtidos experimentalmente são computados com alunos de inglês no contexto da ensino formal e, a fim de estabelecer um ponto de comparação, com falantes nativos de inglês padrão da Inglaterra. Tendo em mente que os resultados indicam que os falantes nativos refletem a retração acentuada (especificamente em termos de intensidade e altura tonal), os valores acústicos dos alunos de inglês não apresentam o mesmo comportamento, pois não há evidência suficiente de retração em palavras em que a retratação é possível. Os únicos alunos que produzem as sílabas fracas com mais proeminência até certo ponto são os do nível intermediário, possivelmente devido à sua recente instrução em fonética e fonologia inglesa.
With the aim of studying stress shift in English as a second language, in this article the acoustic measurements of duration, intensity and fundamental frequency are analyzed in words with (non-)retractable stress in the presence and absence of stress clash. The production of instructed learners of English has been obtained and measured experimentally and eventually compared with that of native speakers from southeast England. Results indicate that the acoustic values in English native speakers reflect the presence of stress shift (specifically in terms of intensity and fundamental frequency). However, learners of English do not show the same behaviour due to the lack of robust evidence of stress shift in words with retractable stress. Probably due to their recent instruction on English phonetics and phonology, only learners with an intermediate level of language proficiency show higher values in some acoustic values of unstressed syllables, indicating a slight tendency for stress shift.
Para estudar o fenômeno da retração acentual em inglês como segunda língua (L2), esta pesquisa realiza uma análise acústica da duração, intensidade e frequência fundamental. As medições incluem casos com presença e ausência de colisão acentual e casos de palavras com acento retrátil e não retrátil. Os dados obtidos experimentalmente são computados com alunos de inglês no contexto da ensino formal e, a fim de estabelecer um ponto de comparação, com falantes nativos de inglês padrão da Inglaterra. Tendo em mente que os resultados indicam que os falantes nativos refletem a retração acentuada (especificamente em termos de intensidade e altura tonal), os valores acústicos dos alunos de inglês não apresentam o mesmo comportamento, pois não há evidência suficiente de retração em palavras em que a retratação é possível. Os únicos alunos que produzem as sílabas fracas com mais proeminência até certo ponto são os do nível intermediário, possivelmente devido à sua recente instrução em fonética e fonologia inglesa.
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