Prolegómenos del acecho: hacia otras relaciones entre sujeto y verdad

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Fecha
04/2016
Editorial
Universidad Nacional de Cuyo. Facultad de Filosofía y Letras
Revista
Saberes y Prácticas
Título del libro
Nombre del evento
Fecha del evento
Institución organizadora
ISSN
2525-2089
eISSN
ISBN
Idioma
Español
Tipo del evento
Clasificación temática
Palabras clave
Disponibilidad , Cuerpo , Verdad , Pliegue , Pensamento , Subjetivação , Disponibilidade , Corpo , Dobra
Resumen
Abordaremos en nuestra intervención dos olvidos propios de la modernidad, uno de orden antropológico, y otro epistemológico: el del cuerpo, por parte de la reducción del sujeto al sujeto de conocimiento, y el de la “disponibilidad”, por parte de la separación entre sujeto y objeto. Ambos olvidos desconocen los efectos que el saber produce en los sujetos, propiamente, determinada relación entre sujeto y verdad, que cuestiona la función de los saberes y las prácticas educativas hoy, y que nos recuerdan que nos encontramos constituidos por aquello que se vuelve objeto de nuestro conocimiento y problematización. En otras palabras, de cómo el saber nos atraviesa en nuestros procesos de subjetivación. De lo que se trata, por lo tanto, es de advertir cómo, en las relaciones entre sujeto y verdad, hay un movimiento que es el movimiento del pensamiento: un ir y volver que configura las subjetividades. Algo que va de uno mismo a lo otro, y de lo otro a uno mismo, como un pliegue del afuera, como un doblez en una tela. Un salir de sí mismo para apropiarse de lo otro, un volver a sí que nos transforma y reconfigura.
Abordaremos, nessa intervenção dos esquecimentos proprios da modernidade, uma ordem antropológica e outra epistemología: a do corpo, por parte da redução do sujeito ao sujeito do conhecimento e da "disponibilidade", por parte da separação entre sujeito e objeto. Ambos esquecimentos desconhecem os efeitos que o saber produz nos sujeitos, propriamente, determinada relação entre sujeito e verdade, que questiona a função dos saberes e práticas educativas hoje e que nos lembram que não nos encontramos constituídos por aquilo que se faz no objeto de conhecimento e problematização. Em outras palavras, como o saber atravessa nossos processos de subjetivação. Trata-se, portanto, de chamar atençao y sobre como, nas relações entre sujeito e verdade, existe um movimento que é o movimento do pensamento: um ir e vir que configura subjetividades. Algo que parte de si mesmo em relação ao outro e do outro a si mesmo, como uma dobra do fora, uma prega em um tecido. Um sair de si mesmo para se apropriar do outro, uma volta a si, que nos transborda e reconfigura.
Abordaremos, nessa intervenção dos esquecimentos proprios da modernidade, uma ordem antropológica e outra epistemología: a do corpo, por parte da redução do sujeito ao sujeito do conhecimento e da "disponibilidade", por parte da separação entre sujeito e objeto. Ambos esquecimentos desconhecem os efeitos que o saber produz nos sujeitos, propriamente, determinada relação entre sujeito e verdade, que questiona a função dos saberes e práticas educativas hoje e que nos lembram que não nos encontramos constituídos por aquilo que se faz no objeto de conhecimento e problematização. Em outras palavras, como o saber atravessa nossos processos de subjetivação. Trata-se, portanto, de chamar atençao y sobre como, nas relações entre sujeito e verdade, existe um movimento que é o movimento do pensamento: um ir e vir que configura subjetividades. Algo que parte de si mesmo em relação ao outro e do outro a si mesmo, como uma dobra do fora, uma prega em um tecido. Um sair de si mesmo para se apropriar do outro, uma volta a si, que nos transborda e reconfigura.
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