La categoría de Tema en la Lingüística Sistémico-Funcional. Discusión sobre su realización clausular y su proyección textual

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Fecha
04/2015
Editorial
Universidad Nacional de Buenos Aires. Facultad de Filosofía y Letras. Instituto de Lingüística
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ISSN
0327-8956
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Español
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Resumen
En este trabajo presentaremos, en primer lugar, una discusión acerca de los principales rasgos en la definición de Tema propuestos por la Lingüística Sistémico-Funcional (LSF, de ahora en más) (Halliday 1967, 1968, 1975, 1978, 1985, 1994; Halliday y Hasan 1976; Halliday y Matthiessen 2004; Hasan 1984, 1985; Eggins 2004; Martin 1992b; Matthiessen 1995b, 2009; Menéndez 2006) focalizando los problemas que han suscitado: (i) el problema de las “dos caras” de la definición estándar, (ii) el problema de los límites del Tema, (iii) el problema de la marcación del Tema. En segundo lugar, propondremos una reformulación de la categoría que intentará darles respuesta. Para ello, privilegiaremos no ya la configuración clausular del Tema sino su proyección textual. Nuestras conclusiones sobre los desarrollos teóricos de la LSF respecto del Tema serán validadas por medio del análisis de dos textos pertenecientes a dos géneros discursivos distintos (Bajtin 1979): el cuento “Los dos reyes y los dos laberintos”, de J. L. Borges (al que referimos a lo largo del trabajo como C); una carta de lector publicada por el diario La Nación el 29 de abril de 2010 en lanacion.com (al que referimos a lo largo del trabajo como CdL).
In the present work, first of all, a discussion about the main features of the definition of Theme proposed by Systemic Functional Linguistics (SFL from now on) shall be presented (Halliday 1967, 1968, 1975, 1978, 1985, 1994; Halliday and Hasan 1976; Halliday and Matthiessen 2004; Hasan 1984, 1985; Eggins 2004; Martin 1992b; Matthiessen 1995b, 2009; Menéndez 2006) focusing on the problems encountered: (i) the problem of the “double side” of the standard definition, (ii) the problem of the limits of the Theme, (iii) the problem of the Theme markedness. Secondly, a reformulation of the category trying to give answers to them shall be proposed. In order to achieve it, the clause configuration of the Theme shall not be prioritized but its textual projection. The conclusions about the theoretical developments of the SFL regarding the Theme shall be validated by means of the analysis of two texts belonging to two different discursive genres (Bajtin 1979): the story “The two kings and the two labyrinths” by J. L. Borges (from now on referred to as C); a reader's letter published by La Nación newspaper on April, 29th 2010 in lanacion.com (from now on referred to as CdL).
Neste artigo, apresentamos, em primeiro lugar, uma discussão sobre as principais características na definição do tema proposto pelo Lingüística Sistêmico-Funcional (LSF, de agora em diante) (Halliday 1967, 1968, 1975, 1978, 1985, 1994; Halliday e Hasan 1976; Halliday e Matthiessen 2004; Hasan 1984, 1985; Eggins 2004; Martin 1992b; Matthiessen 1995b, 2009; Menéndez 2006) enfocando os problemas que surgiram: (i) o problema das “duas faces” da definição standard, (ii) o problema dos limites do Tema, (iii) o problema de marcar o Tema. Em segundo lugar, propõe-se uma reformulação da categoria que você tente respondê-las. Para fazer isso, vamos favorecer não mais as configurações clausulares do tema, mas sua projeção textual. Nossas conclusões sobre os desenvolvimentos teóricos da LSF sobre o tema, será validado através da análise de dois textos pertencentes a dois gêneros discursivos diferentes (Bakhtin 1979): a história “Os dois reis e os dois labirintos” por J. L. Borges (que se referem a todo o papel, como C); uma carta do leitor publicada pelo jornal La Nación 29 de abril de 2010 em lanacion.com (que se referem a todo o papel como CdL).
In the present work, first of all, a discussion about the main features of the definition of Theme proposed by Systemic Functional Linguistics (SFL from now on) shall be presented (Halliday 1967, 1968, 1975, 1978, 1985, 1994; Halliday and Hasan 1976; Halliday and Matthiessen 2004; Hasan 1984, 1985; Eggins 2004; Martin 1992b; Matthiessen 1995b, 2009; Menéndez 2006) focusing on the problems encountered: (i) the problem of the “double side” of the standard definition, (ii) the problem of the limits of the Theme, (iii) the problem of the Theme markedness. Secondly, a reformulation of the category trying to give answers to them shall be proposed. In order to achieve it, the clause configuration of the Theme shall not be prioritized but its textual projection. The conclusions about the theoretical developments of the SFL regarding the Theme shall be validated by means of the analysis of two texts belonging to two different discursive genres (Bajtin 1979): the story “The two kings and the two labyrinths” by J. L. Borges (from now on referred to as C); a reader's letter published by La Nación newspaper on April, 29th 2010 in lanacion.com (from now on referred to as CdL).
Neste artigo, apresentamos, em primeiro lugar, uma discussão sobre as principais características na definição do tema proposto pelo Lingüística Sistêmico-Funcional (LSF, de agora em diante) (Halliday 1967, 1968, 1975, 1978, 1985, 1994; Halliday e Hasan 1976; Halliday e Matthiessen 2004; Hasan 1984, 1985; Eggins 2004; Martin 1992b; Matthiessen 1995b, 2009; Menéndez 2006) enfocando os problemas que surgiram: (i) o problema das “duas faces” da definição standard, (ii) o problema dos limites do Tema, (iii) o problema de marcar o Tema. Em segundo lugar, propõe-se uma reformulação da categoria que você tente respondê-las. Para fazer isso, vamos favorecer não mais as configurações clausulares do tema, mas sua projeção textual. Nossas conclusões sobre os desenvolvimentos teóricos da LSF sobre o tema, será validado através da análise de dois textos pertencentes a dois gêneros discursivos diferentes (Bakhtin 1979): a história “Os dois reis e os dois labirintos” por J. L. Borges (que se referem a todo o papel, como C); uma carta do leitor publicada pelo jornal La Nación 29 de abril de 2010 em lanacion.com (que se referem a todo o papel como CdL).
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