Covid-19: La vigencia del higienismo decimonónico en tiempos de cuarentena
; Avila, Mariel 
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Fecha
12/2020
Editorial
Universidad Nacional del Nordeste. Facultad de Arquitectura
Revista
Cuaderno urbano
Título del libro
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Institución organizadora
ISSN
1666-6186
eISSN
1853-3655
ISBN
Idioma
Español
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Palabras clave
Resumen
Ante la crisis global desatada por el COVID-19, este trabajo aporta reflexiones desde la Arquitectura y el Urbanismo. Las disciplinas proyectuales siguen una extraña paradoja. Por un lado, plantean soluciones para el futuro, por otro lado, aprenden desde la experiencia, revisando el pasado. En este contexto se propone revisar la incidencia de otras crisis sanitarias sobre la vida urbana. En particular, este artículo focaliza sobre la cosmovisión higienista, que sentó las bases del proceso de modernización de la ciudad y la vivienda a fines del siglo XIX. El articulo recoge tres aspectos: el control social, el recambio tecnológico y la intervención en las condiciones habitacionales, realizando un contrapunto entre pasado y presente para analizar cómo estas facetas recobran vigencia ante el coronavirus.
Faced with the global crisis unleashed by Covid-19, this work provides reflections from the point of view of Architecture and Urbanism. The design disciplines follow a strange paradox. On the one hand, they propose solutions for the future; on the other hand, they learn from experience, reviewing the past. In this context, it is proposed to review the incidence of other health crises on urban life. In particular, this article focuses on the hygienist worldview, which laid the foundations for the modernization process of the cities and housing at the end of the 19th century. The paper includes three aspects: social control, technological change and intervention in housing conditions, making a counterpoint between past and present to analyze how these facets regain validity arose again with the crisis of coronavirus.
Diante da crise global desencadeada pela Covid-19, esta obra traz reflexões a partir da Arquitetura e do Urbanismo. As disciplinas de design seguem um estranho paradoxo. Por um lado, eles propõem soluções para o futuro; por outro lado, aprendem com a experiência, revisando o passado. Nesse contexto, propõe-se revisar a incidência de outras crises sanitárias na vida urbana. Em particular, este artigo enfoca a visão de mundo higienista, que lançou as bases para o processo de modernização da cidade e da habitação no final do século XIX. O artigo contempla três aspectos: controle social, mudança tecnológica e intervenção nas condições de moradia, fazendo um contraponto entre o passado e o presente para analisar como essas facetas ganham validade diante do coronavírus.
Faced with the global crisis unleashed by Covid-19, this work provides reflections from the point of view of Architecture and Urbanism. The design disciplines follow a strange paradox. On the one hand, they propose solutions for the future; on the other hand, they learn from experience, reviewing the past. In this context, it is proposed to review the incidence of other health crises on urban life. In particular, this article focuses on the hygienist worldview, which laid the foundations for the modernization process of the cities and housing at the end of the 19th century. The paper includes three aspects: social control, technological change and intervention in housing conditions, making a counterpoint between past and present to analyze how these facets regain validity arose again with the crisis of coronavirus.
Diante da crise global desencadeada pela Covid-19, esta obra traz reflexões a partir da Arquitetura e do Urbanismo. As disciplinas de design seguem um estranho paradoxo. Por um lado, eles propõem soluções para o futuro; por outro lado, aprendem com a experiência, revisando o passado. Nesse contexto, propõe-se revisar a incidência de outras crises sanitárias na vida urbana. Em particular, este artigo enfoca a visão de mundo higienista, que lançou as bases para o processo de modernização da cidade e da habitação no final do século XIX. O artigo contempla três aspectos: controle social, mudança tecnológica e intervenção nas condições de moradia, fazendo um contraponto entre o passado e o presente para analisar como essas facetas ganham validade diante do coronavírus.
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