Domesticidad e intervención: El "hogar" en los debates de la cuestión social (1890-1940)

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Fecha
11/2013
Editorial
Universidad de Buenos Aires. Facultad de Ciencias Sociales. Carrera de Trabajo Social
Revista
Debate Público
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Institución organizadora
ISSN
1853-6654
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Idioma
Español
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Resumen
Este artículo expone los resultados de una investigación cuyo objetivo fue estudiar la configuración de la domesticidad desde una perspectiva genealógica a la luz de las estrategias discursivas que conforman los diagnósticos de un amplio conjunto expertos y reformadores sobre las condiciones de vida y trabajo de la población y los modos de intervención asociados a éstos que participan en la trama de debates en torno a la denominada ?cuestión social? entre 1890 y 1940. A los efectos de presentar los resultados del recorrido propuesto, el texto se organiza en tres secciones: en primer lugar detallamos el surgimiento de la pregunta inicial por la relación entre políticas sociales y ámbito doméstico que orientó la investigación. En segundo lugar describimos las operaciones analíticas que, a partir del trabajo de archivo realizado, permitieron dar cuenta de la emergencia de la domesticidad y la delimitación del como núcleo central de las preocupaciones sobre las condiciones de vida y trabajo de la población.Para ello repasamos distintas dimensiones de la problematización del hogar y de su emergencia como objeto de reflexión y acción: a) la escisión entre el hogar y el mercado de trabajo,b) la delimitación de sus fronteras espaciales c) la formulación y circulación de una expertise especifica de lo doméstico y d) las formas de registro e inteligibilidad del hogar para la mirada estatal. A modo de cierre, planteamos la potencialidad de una analítica de la domesticidad como herramienta para el estudio de las políticas sociales.
Este artigo apresenta os resultados da pesquisa sobre a configuração da domesticidade desde uma perspectiva genealógica à luz das estratégias discursivas de uma ampla gama de especialistas e reformadores do trabalho envolvidos na trama de debates sobre as chamadas “questões sociais” entre 1890 e 1940. Esses discursos fazem o diagnóstico das condições de vida da população e dos modos de intervenção que lhes estão associados. O texto está organizado em três seções: primeiro, detalhe da emergência da questão inicial, sobre a relação entre as políticas sociais e domésticas que nortearam a pesquisa. Segundo descrevemos as operações analíticas, a partir de trabalho com arquivos, para o análise do surgimento da vida doméstica e da delimitação da casa como preocupações centrais sobre as condições de trabalho e de vida da população. Para isso, tivemos en conta diferentes dimensões da problematização da casa e sua emergência como um objeto de pensamento e ação: a) a divisão entre a casa e o mercado de trabalho; b) a delimitação de seu espaço de fronteiras; c) o desenvolvimento e a circulação de conhecimentos específicos do doméstico; d) formulários de inscrição e de inteligibilidade para o olhar do estado de origem. Para concluir, propomos a potencialidade analítica da domesticidade como uma ferramenta para o estudo da política social.
Este artigo apresenta os resultados da pesquisa sobre a configuração da domesticidade desde uma perspectiva genealógica à luz das estratégias discursivas de uma ampla gama de especialistas e reformadores do trabalho envolvidos na trama de debates sobre as chamadas “questões sociais” entre 1890 e 1940. Esses discursos fazem o diagnóstico das condições de vida da população e dos modos de intervenção que lhes estão associados. O texto está organizado em três seções: primeiro, detalhe da emergência da questão inicial, sobre a relação entre as políticas sociais e domésticas que nortearam a pesquisa. Segundo descrevemos as operações analíticas, a partir de trabalho com arquivos, para o análise do surgimento da vida doméstica e da delimitação da casa como preocupações centrais sobre as condições de trabalho e de vida da população. Para isso, tivemos en conta diferentes dimensões da problematização da casa e sua emergência como um objeto de pensamento e ação: a) a divisão entre a casa e o mercado de trabalho; b) a delimitação de seu espaço de fronteiras; c) o desenvolvimento e a circulação de conhecimentos específicos do doméstico; d) formulários de inscrição e de inteligibilidade para o olhar do estado de origem. Para concluir, propomos a potencialidade analítica da domesticidade como uma ferramenta para o estudo da política social.
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