Políticas socioculturales en Uruguay: la cultura como medio, como fin, como derecho ¿Qué piensan los gestores?

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Fecha
10/2019
Editorial
Universidade Federal da Bahia
Revista
Políticas Culturais em Revista
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ISSN
1983-3717
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Idioma
Español
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Resumen
En la última década, Uruguay desarrolló una serie de políticas culturales orientadas a poblaciones vulneradas, históricamente excluidas de sus derechos culturales. Estas iniciativas también dialogan con un contexto transnacional en que la relación entre cultura y desarrollo social se resignifica, así como la posición que los Estados ocupan en ella. El objetivo de este artículo es comprender las representaciones que trabajadores y operadores de la cultura construyen en este campo de políticas recientes. Veremos que el paradigma de los derechos culturales es un terreno donde hay sentidos y prácticas heterogéneas que a veces entran en conflicto.
Na última década, o Uruguai desenvolveu uma série de políticas culturais para populações vulneráveis, historicamente relegadas de seus direitos culturais. Essas iniciativas também dialogam com um contexto transnacional em que a relação entre cultura e desenvolvimento social é ressignificada, bem como a posição que os Estados ocupam nela. O objetivo deste artigo é compreender as representações que trabalhadores e operadores de cultura constroem nesse campo de políticas recentes. Veremos que o paradigma dos direitos culturais é um terreno onde há sentidos e práticas heterogêneas que, às vezes, estão em conflito.
In the last decade, Uruguay has developed a series of cultural policies for vulnerable populations, historically relegated from their cultural rights. These initiatives also dialogue with a transnational context where the relationship between culture and social development is resignified, as well as the position that States occupy in it. The purpose of this article is to understand the representations that workers and operators of culture construct in this field of recently installed policies. We will see that the paradigm of cultural rights is a terrain where there are heterogeneous senses and practices, which are sometimes in conflict.
Na última década, o Uruguai desenvolveu uma série de políticas culturais para populações vulneráveis, historicamente relegadas de seus direitos culturais. Essas iniciativas também dialogam com um contexto transnacional em que a relação entre cultura e desenvolvimento social é ressignificada, bem como a posição que os Estados ocupam nela. O objetivo deste artigo é compreender as representações que trabalhadores e operadores de cultura constroem nesse campo de políticas recentes. Veremos que o paradigma dos direitos culturais é um terreno onde há sentidos e práticas heterogêneas que, às vezes, estão em conflito.
In the last decade, Uruguay has developed a series of cultural policies for vulnerable populations, historically relegated from their cultural rights. These initiatives also dialogue with a transnational context where the relationship between culture and social development is resignified, as well as the position that States occupy in it. The purpose of this article is to understand the representations that workers and operators of culture construct in this field of recently installed policies. We will see that the paradigm of cultural rights is a terrain where there are heterogeneous senses and practices, which are sometimes in conflict.
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