Emprendimiento y capitalización de lo comunitario. Consideraciones sobre un caso en el Barrio 20 (Villa Lugano, Ciudad Autónoma de Buenos Aires)

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Fecha
04/2025
Editorial
Universidad de Buenos Aires. Facultad de Filosofía y Letras. Instituto de Ciencias Antropológicas
Revista
Cuadernos de Antropología Social
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Institución organizadora
ISSN
0327-3776
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Idioma
Español
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Resumen
Las mutaciones sociotécnicas del capitalismo y la reconfiguración de las formas de gobierno de la fuerza de trabajo se despliegan especialmente en momentos históricos en los cuales convergen la conflictividad social y las crisis. Nuestro objetivo es problematizar la extensión de la forma-emprendimiento en relación a dichas mutaciones, que se encuentran aparejadas con la importancia estratégica de incentivar formas de trabajo no asalariado que implican una diversificación de los procesos de valorización en ámbitos extra-productivos, focalizando en una “capitalización de lo comunitario”. Argumentaremos en relación a un proceso de terciarización social de los costos de existencia y reproducción de la fuerza de trabajo, a partir de tecnologías de poder ancladas en la autogestión de la propia vida. Metodológicamente, el artículo se sustenta en nuestro trabajo de campo etnográfico sobre un proyecto de emprendimientos tecnológicos de una asociación civil en un barrio popular ubicado en Ciudad Autónoma de Buenos Aires.
Capitalism sociotechnical mutations and the reconfiguration of workforce government forms unfold especially in historical moments marked by social conflict and crises. This paper aims to problematize the extension of entrepreneurship in relation to these mutations, that are coupled with the strategic importance of encouraging forms of non-salaried work that entail a diversification of valorization processes in extraproductive areas, focusing on “community capitalization.” We will argue in relation to a process of social outsourcing of the costs of existence and reproduction of the workforce, based on power technologies anchored in the self-management of one's own life. Methodologically, the article is based on our ethnographic fieldwork on a civil association’s technological entrepreneurship project in a low-income neighborhood of the Autonomous City of Buenos Aires.
As mutações sociotécnicas do capitalismo e a reconfiguração das formas de governo da força de trabalho desdobram-se especialmente em momentos históricos em que convergem conflitos e crises sociais. Nosso objetivo é problematizar a extensão da forma de empreendedorismo em relação a essas mutações, o que está aliado à importância estratégica de incentivar formas de trabalho não assalariado que impliquem uma diversificação de processos de valorização em áreas extraprodutivas, apostando numa “capitalização”. da comunidade”. Argumentaremos pensando a relação de um processo de terceirização social dos custos de existência e reprodução da força de trabalho, baseado em tecnologias de poder ancoradas na autogestão da própria vida. Metodologicamente, o artigo baseia-se em nosso trabalho de campo etnográfico sobre um projeto de empreendedorismo tecnológico de uma associação civil de um bairro popular localizado na Cidade Autônoma de Buenos Aires.
Capitalism sociotechnical mutations and the reconfiguration of workforce government forms unfold especially in historical moments marked by social conflict and crises. This paper aims to problematize the extension of entrepreneurship in relation to these mutations, that are coupled with the strategic importance of encouraging forms of non-salaried work that entail a diversification of valorization processes in extraproductive areas, focusing on “community capitalization.” We will argue in relation to a process of social outsourcing of the costs of existence and reproduction of the workforce, based on power technologies anchored in the self-management of one's own life. Methodologically, the article is based on our ethnographic fieldwork on a civil association’s technological entrepreneurship project in a low-income neighborhood of the Autonomous City of Buenos Aires.
As mutações sociotécnicas do capitalismo e a reconfiguração das formas de governo da força de trabalho desdobram-se especialmente em momentos históricos em que convergem conflitos e crises sociais. Nosso objetivo é problematizar a extensão da forma de empreendedorismo em relação a essas mutações, o que está aliado à importância estratégica de incentivar formas de trabalho não assalariado que impliquem uma diversificação de processos de valorização em áreas extraprodutivas, apostando numa “capitalização”. da comunidade”. Argumentaremos pensando a relação de um processo de terceirização social dos custos de existência e reprodução da força de trabalho, baseado em tecnologias de poder ancoradas na autogestão da própria vida. Metodologicamente, o artigo baseia-se em nosso trabalho de campo etnográfico sobre um projeto de empreendedorismo tecnológico de uma associação civil de um bairro popular localizado na Cidade Autônoma de Buenos Aires.
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