Empresa, partidos y política indígena en Mina Aguilar, Jujuy, Argentina

Otros responsables
Fecha
09/2018
Editorial
Instituto Nacional de Antropología y Pensamiento Latinoamericano
Revista
Cuadernos del Instituto Nacional de Antropología y Pensamiento Latinoamericano
Título del libro
Nombre del evento
Fecha del evento
Institución organizadora
ISSN
1852-1002
eISSN
2422-7749
ISBN
Idioma
Español
Tipo del evento
Clasificación temática
Palabras clave
Resumen
En diciembre de 2011 un indígena kolla fue elegido intendente de Mina Aguilar, poblado minero situado en el altiplano de Jujuy en Argentina. Sin ser la primera vez que un indígena resultaba electo para un cargo político en Argentina, lo novedoso fue su postulación desde el Movimiento Comunitario Pluricultural (MCP), partido político indígena organizado poco tiempo antes del triunfo electoral. El MCP se estableció como un espacio de disputa de representación a los partidos políticos frente al Estado, articulando a su vez sus discursos públicos en torno a la existencia de una cosmovisión indígena andina que plantea el retorno de los buenos tiempos a través del inicio de un nuevo Pachakuti. En este artículo analizo la experiencia de la intendencia indígena de Sergio Laguna en Mina Aguilar a la luz de la historia política y sindical del lugar, indagando en las posibilidades y límites de un proceso (cosmo)político indígena en el corazón de la modernidad extractivista.
In December 2011, an indigenous Kolla was elected major of Mina Aguilar, a mining town located in the highlands of Jujuy in Argentina. Even if it was not the first time that an indian was elected to a political office in Argentina, what was a novelty was his nomination from the Pluricultural Community Movement (MCP), an indigenous political party organized shortly before the electoral triumph. The MCP was established as a space for the representation of political parties against the State, articulating in turn their public discourses on the basis of the existence of an Andean indigenous worldview that proposes the return of good times through the beginning of a new Pachakuti. In this article I analyze the experience of the indigenous majorship of Sergio Laguna in Mina Aguilar in light of the political and labor-union history of the area, dissecting the possibilities and limits of a indigenous politics process at the heart of extractive modernity
Em dezembro de 2011, um indígena Kolla foi eleito prefeito de Mina Aguilar, uma cidade mineradora localizada nas terras altas de Jujuy, na Argentina. Sem ser a primeira vez que um índio foi eleito para um cargo político na Argentina, a novidade foi sua nomeação nel Movimento da Comunidade Pluricultural (MCP), um partido político indígena organizado pouco antes do triunfo eleitoral. O MCP foi estabelecido como um espaço de disputa de representação dos partidos políticos contra o Estado, articulando, por sua vez, seus discursos públicos sob a existência de uma cosmovisão indígena andina que propõe o retorno dos bons tempos através do início de um novo Pachakuti. Neste artigo analiso a experiência da intendência indígena de Sergio Laguna em Mina Aguilar à luz da história política e sindical do lugar, investigando as possibilidades e limites de um processo indígena político no coração da modernidade extrativista
In December 2011, an indigenous Kolla was elected major of Mina Aguilar, a mining town located in the highlands of Jujuy in Argentina. Even if it was not the first time that an indian was elected to a political office in Argentina, what was a novelty was his nomination from the Pluricultural Community Movement (MCP), an indigenous political party organized shortly before the electoral triumph. The MCP was established as a space for the representation of political parties against the State, articulating in turn their public discourses on the basis of the existence of an Andean indigenous worldview that proposes the return of good times through the beginning of a new Pachakuti. In this article I analyze the experience of the indigenous majorship of Sergio Laguna in Mina Aguilar in light of the political and labor-union history of the area, dissecting the possibilities and limits of a indigenous politics process at the heart of extractive modernity
Em dezembro de 2011, um indígena Kolla foi eleito prefeito de Mina Aguilar, uma cidade mineradora localizada nas terras altas de Jujuy, na Argentina. Sem ser a primeira vez que um índio foi eleito para um cargo político na Argentina, a novidade foi sua nomeação nel Movimento da Comunidade Pluricultural (MCP), um partido político indígena organizado pouco antes do triunfo eleitoral. O MCP foi estabelecido como um espaço de disputa de representação dos partidos políticos contra o Estado, articulando, por sua vez, seus discursos públicos sob a existência de uma cosmovisão indígena andina que propõe o retorno dos bons tempos através do início de um novo Pachakuti. Neste artigo analiso a experiência da intendência indígena de Sergio Laguna em Mina Aguilar à luz da história política e sindical do lugar, investigando as possibilidades e limites de um processo indígena político no coração da modernidade extrativista
Colecciones
Aprobación
Revisión
Complementado por
Referenciado por
Licencia Creative Commons
Excepto donde se indique lo contrario, la licencia de este ítem se describe como by-nc
