Procesos de movilidad ocupacional e ingresos en Argentina: Un análisis dinámico del empleo (2021-2024)
; Robles, Ramiro Enrique
; Salvia, Hector Agustin 
Otros responsables
Fecha
09/2026
Editorial
Universidad de Medellín
Revista
Semestre Económico
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Institución organizadora
ISSN
eISSN
2248-4345
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Idioma
Español
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Resumen
Este trabajo tiene por objetivo analizar el sentido y magnitud con que los patrones de movilidad ocupacional de corto plazo influyen en la situación regulatoria y remunerativa de la fuerza de trabajo ocupada argentina urbana en la pospandemia. De este modo, el análisis atraviesa la fase de recuperación, estancamiento y ajuste estructural (2021-2024) de la Argentina, y pone a prueba la hipótesis de que los procesos de movilidad estudiados y los cambios en las remuneraciones pueden ser explicados por la tesis de segmentación de las oportunidades ocupacionales de calidad por efecto de las brechas productivas en la estructura del empleo. Para ello, se utilizan datos de paneles interanuales a partir de la Encuesta Permanente de Hogares Total Urbana (EPH-TU) del Instituto Nacional de Estadística y Censos (INDEC), y se aplican modelos de regresión lineal y logística con efectos fijos. Los resultados muestran que las coordenadas productivas de la inserción ocupacional influyen de manera desigual en el marco de las transiciones que ocurren entre empleos en el sector privado formal y en la microempresa informal, que exponen a los ocupados a procesos de precarización y pérdida de ingresos.
This paper aims to analyze the direction and extent to which short-term occupational mobility patterns influence the regulatory and remunerative situation of an urban Argentine workforce in the post-pandemic period. Thus, this analysis examines Argentina's recovery, stagnation, and structural adjustment phases (2021-2024), testing the hypothesis that studied mobility processes and wage changes can be explained by the segmentation of quality employment opportunities due to productive gaps in the employment structure. To this end, interannual panel data from a Permanent Household Survey (EPH-TU) of the National Institute of Statistics and Censuses (INDEC) are used, and linear and logistic regression models with fixed effects are applied. The results show that the productive factors influencing occupational integration have unequal impacts on transitions between formal private sector jobs and informal microenterprises, exposing workers to precarious employment and income loss.
Este trabalho tem como objetivo analisar o sentido e a magnitude com que os padrões de mobilidade ocupacional de curto prazo influenciam a situação regulatória e remuneratória da força de trabalho ocupada urbana da Argentina no período pós-pandemia. Dessa forma, a análise abrange as fases de recuperação, estagnação e ajuste estrutural (2021–2024) da Argentina, colocando à prova a hipótese de que os processos de mobilidade estudados e as mudanças nas remunerações podem ser explicados pela tese da segmentação das oportunidades ocupacionais de qualidade em decorrência das disparidades produtivas na estrutura do emprego. Para isso, utilizam-se dados de painéis interanuais da Encuesta Permanente de Hogares Total Urbana (EPH-TU) do Instituto Nacional de Estadística y Censos (INDEC), aos quais são aplicados modelos de regressão linear e logística com efeitos fixos. Os resultados demonstram que as características produtivas da inserção ocupacional influenciam de forma desigual as transições entre empregos no setor privado formal e na microempresa informal, expondo os trabalhadores ocupados a processos de precarização e perda de rendimentos.
This paper aims to analyze the direction and extent to which short-term occupational mobility patterns influence the regulatory and remunerative situation of an urban Argentine workforce in the post-pandemic period. Thus, this analysis examines Argentina's recovery, stagnation, and structural adjustment phases (2021-2024), testing the hypothesis that studied mobility processes and wage changes can be explained by the segmentation of quality employment opportunities due to productive gaps in the employment structure. To this end, interannual panel data from a Permanent Household Survey (EPH-TU) of the National Institute of Statistics and Censuses (INDEC) are used, and linear and logistic regression models with fixed effects are applied. The results show that the productive factors influencing occupational integration have unequal impacts on transitions between formal private sector jobs and informal microenterprises, exposing workers to precarious employment and income loss.
Este trabalho tem como objetivo analisar o sentido e a magnitude com que os padrões de mobilidade ocupacional de curto prazo influenciam a situação regulatória e remuneratória da força de trabalho ocupada urbana da Argentina no período pós-pandemia. Dessa forma, a análise abrange as fases de recuperação, estagnação e ajuste estrutural (2021–2024) da Argentina, colocando à prova a hipótese de que os processos de mobilidade estudados e as mudanças nas remunerações podem ser explicados pela tese da segmentação das oportunidades ocupacionais de qualidade em decorrência das disparidades produtivas na estrutura do emprego. Para isso, utilizam-se dados de painéis interanuais da Encuesta Permanente de Hogares Total Urbana (EPH-TU) do Instituto Nacional de Estadística y Censos (INDEC), aos quais são aplicados modelos de regressão linear e logística com efeitos fixos. Os resultados demonstram que as características produtivas da inserção ocupacional influenciam de forma desigual as transições entre empregos no setor privado formal e na microempresa informal, expondo os trabalhadores ocupados a processos de precarização e perda de rendimentos.
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