Medios de comunicación y formas de sociabilidad en circuitos carcelarios de la Argentina

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Fecha
11/2019
Editorial
Universidad de Buenos Aires. Facultad de Ciencias Sociales
Revista
Sociedad
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ISSN
0327-7712
eISSN
2618-3137
ISBN
Idioma
Español
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Resumen
Este artículo se propone presentar reflexiones preliminares acerca de los distintos usos que se realizan de las tecnologías de información comunicacional en los circuitos carcelarios pensados en un sentido amplio. La propuesta consiste en interrogar estos usos para dar cuenta de cómo dinamizan los vínculos entre detenidos y familiares, así como entre familiares e instituciones. Estas comunicaciones interrogan el supuesto aislamiento que la prisión produciría. Asimismo se presentan algunas reflexiones acerca del acceso a estas tecnologías y las prohibiciones y regulaciones que las rigen dentro de las cárceles y cómo estas prohibiciones generan nuevos usos de estas tecnologías en las dinámicas carcelarias. Por último, se intenta pensar el papel que estas tecnologías de la comunicación tienen en el sostenimiento de las jerarquías de género cuando pensamos en las relaciones entre los detenidos y las mujeres familiares encargadas de su cuidado.
This article intends to present preliminary reflections on the different uses made of communication information technologies in prison circuits designed in a broad sense. The proposal is to interrogate these uses to account for how the links between detainees and family members, as well as between family members and institutions, revitalize. These communications question the supposed isolation that the prison would produce. There are also some reflections about access to these technologies and the prohibitions and regulations that govern them within prisons and how these prohibitions generate new uses of these technologies in prison dynamics. Finally, we try to think about the role that these communication technologies have in the maintenance of gender hierarchies when we think about the relationships between detainees and women in charge of their care.
Este artigo propõe a apresentação de reflexões preliminares sobre os diferentes usos que são feitos de tecnologias de informação de comunicação em circuitos penitenciários em um sentido amplo. A proposta é questionar esses usos para explicar como eles mobilizam ou transformam os laços entre detidos e familiares, bem como entre familiares e instituições. Estas comunicações questionam o suposto isolamento que a prisão produziria. Há também algumas reflexões sobre o acesso a essas tecnologias e as proibições e regulamentos que as regem dentro das prisões e como essas proibições geram novos usos dessas tecnologias na dinâmica carcerária. Finalmente, tentamos pensar no papel que essas tecnologias de comunicação desempenham na manutenção das hierarquias de gênero quando pensamos nas relações entre os detidos e as mulheres familiares responsáveis por seus cuidados.
This article intends to present preliminary reflections on the different uses made of communication information technologies in prison circuits designed in a broad sense. The proposal is to interrogate these uses to account for how the links between detainees and family members, as well as between family members and institutions, revitalize. These communications question the supposed isolation that the prison would produce. There are also some reflections about access to these technologies and the prohibitions and regulations that govern them within prisons and how these prohibitions generate new uses of these technologies in prison dynamics. Finally, we try to think about the role that these communication technologies have in the maintenance of gender hierarchies when we think about the relationships between detainees and women in charge of their care.
Este artigo propõe a apresentação de reflexões preliminares sobre os diferentes usos que são feitos de tecnologias de informação de comunicação em circuitos penitenciários em um sentido amplo. A proposta é questionar esses usos para explicar como eles mobilizam ou transformam os laços entre detidos e familiares, bem como entre familiares e instituições. Estas comunicações questionam o suposto isolamento que a prisão produziria. Há também algumas reflexões sobre o acesso a essas tecnologias e as proibições e regulamentos que as regem dentro das prisões e como essas proibições geram novos usos dessas tecnologias na dinâmica carcerária. Finalmente, tentamos pensar no papel que essas tecnologias de comunicação desempenham na manutenção das hierarquias de gênero quando pensamos nas relações entre os detidos e as mulheres familiares responsáveis por seus cuidados.
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