Asociaciones entre la depresión y vulnerabilidad socialen adultos de Buenos Aires durante 2021
; Elgier, Angel Manuel 
Otros responsables
Fecha
03/2026
Editorial
Pontificia Universidad Católica del Ecuador
Revista
Veritas & Research
Título del libro
Nombre del evento
Fecha del evento
Institución organizadora
ISSN
eISSN
2697-3375
ISBN
Idioma
Español
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Resumen
El objetivo de este estudio fue evaluar la depresión y su asociación con la vulnerabilidad social, y analizar las posibles diferencias de sintomatología depresiva entre hombres y mujeres. El diseño de la presente investigación es no experimental, con enfoque cuantitativo, de alcance correlacional, descriptivo y corte transversal. El tipo de muestreo respondió a un carácter no probabilístico por cuotas; sobre un total de 188 personas de ambos sexos, comprendidos en un rango etario entre 18 y 75 años. Para evaluar la depresión se utilizó el Inventario de Depresión de Beck. La vulnerabilidad social fue medida utilizando la Escala de Nivel Económico Social (NES). Los resultados evidencian que la totalidad de la muestra reportó tener uno o más síntomas asociados a la depresión. No se encontraron asociaciones entre la depresión y la vulnerabilidad social. Además, se evidenció en las mujeres una mayor tendencia a la depresión respecto a los hombres. A partir de esto se concluye, por un lado, que la presencia de ciertas infraestructuras e intervenciones del Estado podrían estar actuando como factores protectores, amortiguando así el impacto subjetivo que la vulnerabilidad social ejerce sobre las personas y hogares; y por otro, el hecho que la depresión se presente con mayor frecuencia en las mujeres, puede deberse a que el género se conforma en el marco de valores culturales asociadas a diferentes formas de expresar ciertos malestares psicológicos y físicos.
Due to high levels of poverty in the region and the increasing prevalence of depression, the objective is to explore the relationship between these variables and analyze potential differences in depressive symptoms between men and women. This research employs a quantitative, descriptive-correlational design. A nonprobability quota sampling method was used, resulting in a sample of 188 individuals of both sexes, aged 18 to 75. A sociodemographic questionnaire, the Beck Depression Inventory, and the Socioeconomic Status Scale (SES) were used. The results showed that all participants reported experiencing one or more symptoms associated with depression. No associations were found between depression and social vulnerability. Furthermore, a greater tendency toward depression was observed in women compared to men. It is concluded that the presence of depression symptoms, the absence of associations between these and social vulnerability, and the higher scores in women highlight the importance of continuing to study specific factors of social vulnerability, and of carrying out interventions for depression that have a gender perspective, to increase the probability of therapeutic effectiveness.
Devido aos altos níveis de pobreza na região e à crescente prevalência de depressão, o objetivo deste estudo é explorar a relação entre essas variáveis e analisar possíveis diferenças nos sintomas depressivos entre homens e mulheres. Esta pesquisa emprega um delineamento quantitativo, descritivo-correlacional. Foi utilizado um método de amostragem por cotas não probabilística, resultando em uma amostra de 188 indivíduos de ambos os sexos, com idades entre 18 e 75 anos. Foram utilizados um questionário sociodemográfico, o Inventário de Depressão de Beck e a Escala de Status Socioeconômico (SSE). Os resultados mostraram que todos os participantes relataram apresentar um ou mais sintomas associados à depressão. Não foram encontradas associações entre depressão e vulnerabilidade social. Além disso, observou-se uma maior tendência à depressão em mulheres em comparação aos homens. Conclui-se que a presença de sintomas depressivos, a ausência de associações entre estes e a vulnerabilidade social, e os escores mais elevados em mulheres ressaltam a importância de continuar estudando fatores específicos de vulnerabilidade social e de realizar intervenções para depressão com perspectiva de gênero, a fim de aumentar a probabilidade de eficácia terapêutica.
Due to high levels of poverty in the region and the increasing prevalence of depression, the objective is to explore the relationship between these variables and analyze potential differences in depressive symptoms between men and women. This research employs a quantitative, descriptive-correlational design. A nonprobability quota sampling method was used, resulting in a sample of 188 individuals of both sexes, aged 18 to 75. A sociodemographic questionnaire, the Beck Depression Inventory, and the Socioeconomic Status Scale (SES) were used. The results showed that all participants reported experiencing one or more symptoms associated with depression. No associations were found between depression and social vulnerability. Furthermore, a greater tendency toward depression was observed in women compared to men. It is concluded that the presence of depression symptoms, the absence of associations between these and social vulnerability, and the higher scores in women highlight the importance of continuing to study specific factors of social vulnerability, and of carrying out interventions for depression that have a gender perspective, to increase the probability of therapeutic effectiveness.
Devido aos altos níveis de pobreza na região e à crescente prevalência de depressão, o objetivo deste estudo é explorar a relação entre essas variáveis e analisar possíveis diferenças nos sintomas depressivos entre homens e mulheres. Esta pesquisa emprega um delineamento quantitativo, descritivo-correlacional. Foi utilizado um método de amostragem por cotas não probabilística, resultando em uma amostra de 188 indivíduos de ambos os sexos, com idades entre 18 e 75 anos. Foram utilizados um questionário sociodemográfico, o Inventário de Depressão de Beck e a Escala de Status Socioeconômico (SSE). Os resultados mostraram que todos os participantes relataram apresentar um ou mais sintomas associados à depressão. Não foram encontradas associações entre depressão e vulnerabilidade social. Além disso, observou-se uma maior tendência à depressão em mulheres em comparação aos homens. Conclui-se que a presença de sintomas depressivos, a ausência de associações entre estes e a vulnerabilidade social, e os escores mais elevados em mulheres ressaltam a importância de continuar estudando fatores específicos de vulnerabilidade social e de realizar intervenções para depressão com perspectiva de gênero, a fim de aumentar a probabilidade de eficácia terapêutica.
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