Study on the mycobiota and mycotoxins of commercial equine feeds in Rio de Janeiro, Brazil
; Keller, Luiz Antonio Moura
; Queiroz, Beatriz Dias ; Oliveira, Águida Aparecida De
; de Almeida, Tatiana Xavier ; Marassi, Ana Cláudia ; Gonzalez Pereyra, Maria Laura
; Cavaglieri, Lilia Reneé
; Dalcero, Ana Maria
; Rosa, Carlos Alberto da Rocha 
Otros responsables
Fecha
12/2008
Editorial
Soc Medicina Veterinaria Estado Rio de Janeiro
Revista
Revista Brasileira de Medicina Veterinaria
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Institución organizadora
ISSN
0100-2430
eISSN
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Idioma
Inglés
Tipo del evento
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Resumen
Colonization of feedstuffs and agricultural commodities by mycotoxins producer moulds is a significant problem worldwide. Contamination of feed ingredients, increases the risk of contamination of the finished products such as manufactured commercial feeds. Studies evaluating the risk of mycotoxins in the equine environment are scarce. The aims of this study were to evaluate the mycobiota present in commercial equine feeds and to determine total aflatoxins(AFs) and fumonisins (FBs). Thirty samples of 21 commercial equine feeds were collected at random from 5 different equestrian centers located in Rio de Janeiro, Brazil. Total fungal counts (CFU g-1) of equine feeds ranged from not detectable (ND) to 1.3 x 106 CFU/g onto DRBC medium. Penicillium spp. (52%) was the prevalent genera, followed by Aspergillus spp. (32.5%). Aspergillus niger aggregate (60%) and Aspergillus flavus (22%) showed the highest relative densities. Thirteen Penicillium spp. were isolated. All samples (100%) were contaminated with AFs at levels that varied between 1 and 44 μg/Kg. The 65% of these samples were positive to FBs contamination at levels ranging from 0.2 to 8.5 μg/g. Monitoring mycological and mycotoxicological quality of feed ingredients and commercial feedstuffs used in equine husbandry are critical for improving animal production and performance.
A colonização de matérias-primas e produtos agrícolas por fungos produtores de micotoxinas é um problema significativo em todo o mundo. A contaminação dos ingredientes das rações aumenta o risco do produto acabado como as rações comerciais manufaturadas. Estudos avaliando o risco de micotoxinas no ambiente eqüino são escassos. Os objetivos deste estudo foram avaliar a micobiota presente em rações comerciais para eqüinos e determinar aflatoxinas (AFs) e fumonisinas (FBs) totais. Trinta amostras de 21 marcas comerciais foram coletadas, ao azar, de 5 diferentes centros hípicos localizados no Rio de Janeiro, Brasil. As contagens totais de fungos (UFC g-1) das rações de equinos apresentaram intervalos entre não detectado (ND) a 1,3 x 106 UFC/g no meio DRBC. Penicillium spp. (52%) foi o gênero prevalente, seguido por Aspergillus spp. (32,5%). Aspergillus niger agregados (60%) e Aspergillus flavus (22%) apresentaram as maiores densidades relativas. Treze espécies de Penicillium foram isoladas. Todas as amostras (100%) estavam contaminadas com AFs com níveis que variaram entre 1 e 44 μg/Kg. Um total de 65% das amostras estavam positivas para a contaminação por FBs com níveis que variaram entre 0,2 a 8,5 μg/g. O monitoramento micológico e micotoxicológico da qualidade dos ingredientes e rações comerciais usados na alimentação eqüina são críticos para incrementar a produção e performance animal.
A colonização de matérias-primas e produtos agrícolas por fungos produtores de micotoxinas é um problema significativo em todo o mundo. A contaminação dos ingredientes das rações aumenta o risco do produto acabado como as rações comerciais manufaturadas. Estudos avaliando o risco de micotoxinas no ambiente eqüino são escassos. Os objetivos deste estudo foram avaliar a micobiota presente em rações comerciais para eqüinos e determinar aflatoxinas (AFs) e fumonisinas (FBs) totais. Trinta amostras de 21 marcas comerciais foram coletadas, ao azar, de 5 diferentes centros hípicos localizados no Rio de Janeiro, Brasil. As contagens totais de fungos (UFC g-1) das rações de equinos apresentaram intervalos entre não detectado (ND) a 1,3 x 106 UFC/g no meio DRBC. Penicillium spp. (52%) foi o gênero prevalente, seguido por Aspergillus spp. (32,5%). Aspergillus niger agregados (60%) e Aspergillus flavus (22%) apresentaram as maiores densidades relativas. Treze espécies de Penicillium foram isoladas. Todas as amostras (100%) estavam contaminadas com AFs com níveis que variaram entre 1 e 44 μg/Kg. Um total de 65% das amostras estavam positivas para a contaminação por FBs com níveis que variaram entre 0,2 a 8,5 μg/g. O monitoramento micológico e micotoxicológico da qualidade dos ingredientes e rações comerciais usados na alimentação eqüina são críticos para incrementar a produção e performance animal.
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