(Des)encuentros en las experiencias de formación político-sindical en los años '60 en Argentina

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Fecha
05/2013
Editorial
Universidad de los Andes
Revista
Historia Crítica
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ISSN
1900-6152
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Idioma
Español
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Resumen
Este artículo concibe el ámbito de la educación obrera como un terreno de conflicto en sí mismo, en el cual diferentes tradiciones, ideologías y prácticas interactúan, confrontan, negocian y se combinan. Desde esta perspectiva presentamos distintas experiencias de formación político-sindical desarrolladas en la Argentina durante la década de 1960, centrándonos en aquellas impulsadas desde la Confederación General del Trabajo de dicho país. En un contexto de creciente radicalización política, analizamos cómo los distintos actores tradujeron, se reapropiaron o cuestionaron los lineamientos en política educativa provenientes de la Alianza por el Progreso y las organizaciones obreras internacionales y/o regionales afines.
This article considers worker education as field of conflict in and of itself, in which various traditions, ideologies, and practices interact, collide, negotiate, and combine. From this perspective, several political and union education experiences which took place in Argentina during the 1960s are presented, focusing on those driven by the Argentinean Confederación General del Trabajo (General Worker Union). Within this context of rising political radicalization, the article analyzes how the various actors translated, appropriated, or questioned the education policy guidelines generated by Alianza para el Progreso (Alliance for Progress) and related international and regional worker organizations
Este artigo concebe o âmbito da educação operária como um terreno de conflito em si mesmo, no qual diferentes tradições, ideologias e práticas interagem, confrontam, negociam e se combinam. Sob esta perspectiva, apresentam-se diferentes experiências de formação político-sindical desenvolvidas na Argentina durante a década de 1960, que se centravam naquelas impulsionadas desde a Confederação Geral do Trabalho desse país. Nesse contexto de crescente radicalização política, analisam-se como os diferentes atores traduziram, reapropriaram ou questionaram os lineamentos em política educativa provenientes da Aliança para o Progresso e as organizações operárias internacionais e/ou regionais afins
This article considers worker education as field of conflict in and of itself, in which various traditions, ideologies, and practices interact, collide, negotiate, and combine. From this perspective, several political and union education experiences which took place in Argentina during the 1960s are presented, focusing on those driven by the Argentinean Confederación General del Trabajo (General Worker Union). Within this context of rising political radicalization, the article analyzes how the various actors translated, appropriated, or questioned the education policy guidelines generated by Alianza para el Progreso (Alliance for Progress) and related international and regional worker organizations
Este artigo concebe o âmbito da educação operária como um terreno de conflito em si mesmo, no qual diferentes tradições, ideologias e práticas interagem, confrontam, negociam e se combinam. Sob esta perspectiva, apresentam-se diferentes experiências de formação político-sindical desenvolvidas na Argentina durante a década de 1960, que se centravam naquelas impulsionadas desde a Confederação Geral do Trabalho desse país. Nesse contexto de crescente radicalização política, analisam-se como os diferentes atores traduziram, reapropriaram ou questionaram os lineamentos em política educativa provenientes da Aliança para o Progresso e as organizações operárias internacionais e/ou regionais afins
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