Redescubriendo el valor simbólico del consumo de literatura: El caso de lectores y libros de autoayuda en Argentina

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Fecha
06/2016
Editorial
Universidade Federal do Paraná
Revista
Ação Midiática
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Institución organizadora
ISSN
2238-0701
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Idioma
Español
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Resumen
Teniendo en cuenta que construir un público es unade las operaciones más complicadas de la cultura contemporánea, existe algo que diferencia a la literatura de autoayuda de otros productos de consumo masivo, cuestión que se refleja en la posición privilegiada que ésta ostenta en el mercado editorial actual.A partir de ello, en este artículo, reflexionamos a propósito de las representaciones que los propios lectores realizan sobre la lectura de autoayuda, atendiendo a la disposición personal y física que los individuos invierten en esta práctica, los escenarios de lectura, y las circunstancias biográficas en que se desarrolla la actividad lectora. Concluimos en que, asignarle a la lectura de autoayuda una función instrumental por excelencia, no deja ver el valor simbólico que esta práctica adquiere en la vida cotidiana: se trata de una lectura que también construye, llena vacíos, repara.
: Dado que construir uma audiência é uma das operações mais complicadas da cultura contemporânea, algo diferencia a literatura de autoajuda de outros produtos da cultura de massa, reflexo da posição privilegiada que detém no atual mercado editorial. A partir disso, neste artigo vamos refletir sobre as representações que os leitores constroem sobre a leitura de autoajuda, atendendo à disposição pessoal e física que indivíduos investem nessa prática, cenários de leitura e as circunstâncias biográficas onde a atividade de leitura se desenvolve. Conclui-se que, atribuir à leitura de autoajuda uma função instrumental, obscurece o valor simbólico que esta prática possui na vida cotidiana: é uma leitura que também constrói, preenche lacunas, repara.
Given that build an audience is one of the most complicated operations of contemporary culture, there is something that differentiates self-help literature of other consumer products, an issue that is reflected in the privileged position it holds in the publishing market current. From this, in this article we reflect about the representations that readers make about reading selfhelp, attending to personal and physical disposition that individuals invest in this practice, scenarios reading, and biographical circumstances where the reading activity develops. We conclude that, assign reading self-help an instrumental role par excellence, obscures the symbolic value that this practice takes in everyday life: it is a reading that also builds, fills gaps, repairs.
: Dado que construir uma audiência é uma das operações mais complicadas da cultura contemporânea, algo diferencia a literatura de autoajuda de outros produtos da cultura de massa, reflexo da posição privilegiada que detém no atual mercado editorial. A partir disso, neste artigo vamos refletir sobre as representações que os leitores constroem sobre a leitura de autoajuda, atendendo à disposição pessoal e física que indivíduos investem nessa prática, cenários de leitura e as circunstâncias biográficas onde a atividade de leitura se desenvolve. Conclui-se que, atribuir à leitura de autoajuda uma função instrumental, obscurece o valor simbólico que esta prática possui na vida cotidiana: é uma leitura que também constrói, preenche lacunas, repara.
Given that build an audience is one of the most complicated operations of contemporary culture, there is something that differentiates self-help literature of other consumer products, an issue that is reflected in the privileged position it holds in the publishing market current. From this, in this article we reflect about the representations that readers make about reading selfhelp, attending to personal and physical disposition that individuals invest in this practice, scenarios reading, and biographical circumstances where the reading activity develops. We conclude that, assign reading self-help an instrumental role par excellence, obscures the symbolic value that this practice takes in everyday life: it is a reading that also builds, fills gaps, repairs.
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