Descentralizar la memoria: Dos lógicas de intervención sobre el espacio urbano en la Ciudad de Buenos Aires
; Sanjurjo, Luis Manuel Otros responsables
Fecha
05/2011
Editorial
Pontificia Universidad Javeriana
Revista
Universitas Humanística
Título del libro
Nombre del evento
Fecha del evento
Institución organizadora
ISSN
0120-4807
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Idioma
Español
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Resumen
El espacio urbano es una de las superficies de inscripción de las marcas que buscan producir memoria con relación al genocidio perpetrado por la última dictadura militar en la Argentina. En los pasados años, diferentes iniciativas han intervenido sobre el espacio urbano, para producir una “memoria descentralizada” -no anclada de manera excluyente-, en los llamados sitios de memoria. Iniciamos nuestra indagación preguntándonos si existe una lógica única reconocible tras las prácticas de “descentralización de la memoria” o si, por el contrario, estas prácticas de marcación del espacio urbano responden a gramáticas diferentes y yuxtapuestas. La reflexión estará enfocada, por un lado, en la política de señalización del espacio público llevada a cabo por el Gobierno de la Ciudad de Buenos Aires y, por otro, en las acciones de intervención sobre el espacio urbano producidas por las distintas comisiones del colectivo “Barrios x Memoria y Justicia”, en especial, la iniciativa titulada “Baldosas x la Memoria”.
Urban space is one of the surfaces where the marks are inscribed to keep memory of the genocide perpetrated by the last military dictatorship in Argentina. In the last yeards, various initiatives have intervened on urban space to produce a “descentralized memory” —not exclusionarily anchored—, in the so-called memory places. We began our inquiry by asking whether there is a single recognizable logic behind the practices of “memory descentralization” or whether, on the contrary, these practices of marking urban space correspond to different yuxtaposed grammars. This reflection will focus on the public space signalling policy the Buenos Aires City Government has made, on one hand, and on the actions of urban space intervention made by the various commissions of collective “Neighborhoods for Memory and Justice”, especially the initiative intitled “Tilings for Memory”.
O espaço urbano é uma das superfícies de inscrição das marcas que procuram produzir memória ao genocídio cometido pela última ditadura militar na Argentina. Nos últimos anos, diferentes iniciativas tem intervindo sobre o espaço urbano, para produzir uma “memória descentralizada” – não localizada nos chamados lugares de memória. Iniciamos nossa pesquisa perguntando se existe uma lógica única reconhecível detrás das práticas de “descentralização da memória” ou se, ao contrário, estas práticas de marcação do espaço urbano respondem a gramáticas diferentes e justapostas. A reflexão estará enfocada, de um lado, na política de sinalização do espaço público realizada pelo governo da cidade de Buenos Aires e, pelo outro, nas ações de intervenção sobre o espaço urbano produzidas pelas diferentes comissões do coletivo “Bairros x Memória e Justiça”, em especial, a iniciativa titulada “Lajotas x Memória”.
Urban space is one of the surfaces where the marks are inscribed to keep memory of the genocide perpetrated by the last military dictatorship in Argentina. In the last yeards, various initiatives have intervened on urban space to produce a “descentralized memory” —not exclusionarily anchored—, in the so-called memory places. We began our inquiry by asking whether there is a single recognizable logic behind the practices of “memory descentralization” or whether, on the contrary, these practices of marking urban space correspond to different yuxtaposed grammars. This reflection will focus on the public space signalling policy the Buenos Aires City Government has made, on one hand, and on the actions of urban space intervention made by the various commissions of collective “Neighborhoods for Memory and Justice”, especially the initiative intitled “Tilings for Memory”.
O espaço urbano é uma das superfícies de inscrição das marcas que procuram produzir memória ao genocídio cometido pela última ditadura militar na Argentina. Nos últimos anos, diferentes iniciativas tem intervindo sobre o espaço urbano, para produzir uma “memória descentralizada” – não localizada nos chamados lugares de memória. Iniciamos nossa pesquisa perguntando se existe uma lógica única reconhecível detrás das práticas de “descentralização da memória” ou se, ao contrário, estas práticas de marcação do espaço urbano respondem a gramáticas diferentes e justapostas. A reflexão estará enfocada, de um lado, na política de sinalização do espaço público realizada pelo governo da cidade de Buenos Aires e, pelo outro, nas ações de intervenção sobre o espaço urbano produzidas pelas diferentes comissões do coletivo “Bairros x Memória e Justiça”, em especial, a iniciativa titulada “Lajotas x Memória”.
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