¿Es posible una ecología cosmo-política?: Notas hacia la desregionalización de las ecologías políticas
; Larsimont, Robin Sebastien 
Otros responsables
Fecha
12/2016
Editorial
Universidad de Los Lagos. Centro de Estudios del Desarrollo Regional y Políticas Públicas
Revista
Polis
Título del libro
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Fecha del evento
Institución organizadora
ISSN
0717-6554
eISSN
0718-6568
ISBN
Idioma
Inglés
Tipo del evento
Clasificación temática
Palabras clave
Resumen
Ponemos en diálogo distintas corrientes de la ecología política, destacando tanto sus tensiones como sus complementariedades. Consideramos que las versiones anglosajonas, francófonas y latinoamericanas además de haberse con- figurado como entidades más o menos autónomas, aisladas e incomunicadas, han generado abordajes epistemológicos, ontológicos y prácticas científicas distintas. En base a estos planteamientos nos interrogamos sobre la posibilidad, pertinencia y/o necesidad de abogar por una ecología cosmo-política. Para prefigurar esta pro- puesta defendemos la necesidad de desregionalizar, desnaturalizar, transescalarizar y resituar estas distintas ecologías políticas.
We propose a dialogue between different trends of political ecology highlighting both their tensions as their complementarities. We consider that the anglo-saxon, french-speaking and latin american versions have been developed as autonomous, isolated and uncommunicated entities and have generated different epistemological and ontological approaches as well as scientific practices. Based on this considerations we wonder about the possibility, relevance and / or necessity of advocating a cosmo-political ecology. To foreshadow this proposal we defend the need to de-regionalize, de-naturalize, transcale and relocate these different political ecologies.
Neste trabalho colocamos em diálogo distintas correntes da ecologia política, destacando tanto suas tensões como suas complementariedades. Consideramos que os modelos anglo-saxões, francófonos y latino-americanos além de ter-se configurado como entidades mais ou menos autónomos, isolados e desligados, tem gerado abordagens epistemológicos, ontológicos y práticas científicas diferentes. Com base nestes posicionamentos nos interrogamos sobre a possibilidade, certinência e/ou necessidade de advogar por uma ecologia cosmo-política. Para prefigurar esta proposta defendemos a necessidade de desregionalizar, desnaturalizar, transescalarizar e recolocar estas distintas ecologias políticas.
We propose a dialogue between different trends of political ecology highlighting both their tensions as their complementarities. We consider that the anglo-saxon, french-speaking and latin american versions have been developed as autonomous, isolated and uncommunicated entities and have generated different epistemological and ontological approaches as well as scientific practices. Based on this considerations we wonder about the possibility, relevance and / or necessity of advocating a cosmo-political ecology. To foreshadow this proposal we defend the need to de-regionalize, de-naturalize, transcale and relocate these different political ecologies.
Neste trabalho colocamos em diálogo distintas correntes da ecologia política, destacando tanto suas tensões como suas complementariedades. Consideramos que os modelos anglo-saxões, francófonos y latino-americanos além de ter-se configurado como entidades mais ou menos autónomos, isolados e desligados, tem gerado abordagens epistemológicos, ontológicos y práticas científicas diferentes. Com base nestes posicionamentos nos interrogamos sobre a possibilidade, certinência e/ou necessidade de advogar por uma ecologia cosmo-política. Para prefigurar esta proposta defendemos a necessidade de desregionalizar, desnaturalizar, transescalarizar e recolocar estas distintas ecologias políticas.
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