Psicoanalistas feministas en el retorno democrático, entre el destape de las crisis y las violencias en las parejas y las disputas con el psicoanálisis

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Fecha
06/2026
Editorial
Universidad de Buenos Aires. Facultad de Filosofía y Letras. Instituto de Ciencias Antropológicas
Revista
Cuadernos de Antropología Social
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ISSN
eISSN
1850-275X
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Idioma
Español
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Resumen
Este artículo analiza las modulaciones que adquirió el vínculo entre psicoanálisis y feminismo en la Argentina del retorno democrático, a partir de las producciones de psicoanalistas vinculadas al Centro de Estudios de la Mujer. Lejos de concebir este encuentro como una convergencia entre campos, el trabajo propone abordarlo como una relación desafiante, atravesada por urgencias políticas de la época. A través del análisis de núcleos temáticos –el malestar y la queja femenina, la crisis de la mediana edad y la noción de violencias invisibles–, se reconstruyen las operaciones teóricas mediante las cuales estas autoras procuraron inscribir experiencias subjetivas en coordenadas sociales, económicas y políticas. El artículo sostiene que estas intervenciones transformaron el horizonte de lo decible y lo denunciable, al tiempo que produjeron tensiones con algunos principios del psicoanálisis. El trabajo concibe a aquellas tensiones como un problema analítico productivo para pensar cruces contemporáneos entre saberes psi y feminismo.
This article examines the ways in which the relationship between psychoanalysis and feminism was reshaped in Argentina during the democratic transition, focusing on the work of psychoanalysts associated with the Centro de Estudios de la Mujer. Rather than conceiving this encounter as a convergence between fields, the article approaches it as a challenging relationship, marked by the political urgencies of the time. Through the analysis of thematic clusters -female malaise and complaint, the midlife crisis, and the notion of invisible violence- the article reconstructs theoretical operations by which these authors sought to inscribe subjective experiences within social, economic, and political coordinates. It is argued that these interventions transformed the horizon of what could be said and denounced, while simultaneously generating tensions with certain principles of psychoanalysis. These tensions are understood as a productive analytical problem for reflecting on contemporary intersections between psychoanalytic knowledge and feminism.
Este artigo analisa as modulações que adquiriu o vínculo entre psicanálise e feminismo na Argentina durante o retorno democrático, a partir das produções de psicanalistas vinculadas ao Centro de Estudios de la Mujer. Longe de conceber esse encontro como uma convergência entre campos, o trabalho propõe abordá-lo como uma relação desafiadora, atravessada pelas urgências políticas da época. Por meio da análise de núcleos temáticos —o mal-estar e a queixa feminina, a crise da meia-idade e a noção de violências invisíveis—, reconstroem-se as operações teóricas pelas quais essas autoras procuraram inscrever experiências subjetivas em coordenadas sociais, econômicas e políticas. O artigo sustenta que essas intervenções transformaram o horizonte do dizível e do denunciável, ao mesmo tempo em que produziram tensões com relação a alguns princípios da psicanálise. O trabalho concebe aquelas tensões como um problema analítico produtivo para pensar atravessamentos contemporâneos entre saberes psi e feminismo.
This article examines the ways in which the relationship between psychoanalysis and feminism was reshaped in Argentina during the democratic transition, focusing on the work of psychoanalysts associated with the Centro de Estudios de la Mujer. Rather than conceiving this encounter as a convergence between fields, the article approaches it as a challenging relationship, marked by the political urgencies of the time. Through the analysis of thematic clusters -female malaise and complaint, the midlife crisis, and the notion of invisible violence- the article reconstructs theoretical operations by which these authors sought to inscribe subjective experiences within social, economic, and political coordinates. It is argued that these interventions transformed the horizon of what could be said and denounced, while simultaneously generating tensions with certain principles of psychoanalysis. These tensions are understood as a productive analytical problem for reflecting on contemporary intersections between psychoanalytic knowledge and feminism.
Este artigo analisa as modulações que adquiriu o vínculo entre psicanálise e feminismo na Argentina durante o retorno democrático, a partir das produções de psicanalistas vinculadas ao Centro de Estudios de la Mujer. Longe de conceber esse encontro como uma convergência entre campos, o trabalho propõe abordá-lo como uma relação desafiadora, atravessada pelas urgências políticas da época. Por meio da análise de núcleos temáticos —o mal-estar e a queixa feminina, a crise da meia-idade e a noção de violências invisíveis—, reconstroem-se as operações teóricas pelas quais essas autoras procuraram inscrever experiências subjetivas em coordenadas sociais, econômicas e políticas. O artigo sustenta que essas intervenções transformaram o horizonte do dizível e do denunciável, ao mesmo tempo em que produziram tensões com relação a alguns princípios da psicanálise. O trabalho concebe aquelas tensões como um problema analítico produtivo para pensar atravessamentos contemporâneos entre saberes psi e feminismo.
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