"Nos encontramos igual": Prácticas de un feminismo intergeneracional durante el aislamiento

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Fecha
12/2021
Editorial
Universidad Nacional Autónoma de México. Centro de Investigaciones y Estudios de Género
Revista
Debate Feminista
Título del libro
Nombre del evento
Fecha del evento
Institución organizadora
ISSN
0188-9478
eISSN
2594-066X
ISBN
Idioma
Español
Tipo del evento
Clasificación temática
Palabras clave
Resumen
La crisis económica, sanitaria y humana que desató la pandemia de covid-19 profundizó desigualdades que se encarnaron especialmente en ciertos cuerpos feminizados y personas que viven en condiciones de hacinamiento, para quienes permanecer recluidos en el espacio privado representa un riesgo. El objetivo de este trabajo es analizar la experiencia de la pandemia que tuvieron niñas y adolescentes que viven una situación de precariedad habitacional en la Ciudad de Buenos Aires y que participan de la organización social La Caldera. Desde un trabajo etnográfico, estudio las creativas formas de encuentro generadas tanto por las adultas como por las niñas de la organización para abordar las situaciones de violencia y los modos en que dichos encuentros tensionaron las categorías público-privado-íntimo para darle lugar a una práctica feminista en clave intergeneracional fundada en una forma de cuidado no adultista que denomino “amistad”.
The economic, health and human crisis triggered by the Covid-19 pandemic exacerbated inequalities that were particularly embodied in certain feminized bodies and people living in crowded conditions, for whom being confined in private space poses a risk. The purpose of this article is to analyze the experience of the pandemic undergone by girls and female adolescents in precarious living conditions in the City of Buenos Aires, who participated in the La Caldera social organization. From an ethnographic perspective, I study the creative types of encounter devised by both adult women and girls in the organization to address situations of violence and the ways these encounters stretched the limits of public-private-intimate categories to give rise to an intergenerational feminist practice based on a non-adult form of care I call friendship.
A crise econômica, de saúde e humana que desencadeou a pandemia de Covid-19 aprofundou as desigualdades, incorporadas especialmente em certos corpos feminizados e pessoas que vivem em condições de superlotação, para quem permanecer confinado em espaço privado representa um risco. O objetivo deste trabalho é analisar a experiência de pandemia de meninas e adolescentes que vivem em situação precária de moradia na Cidade de Buenos Aires e que participam da organização social La Caldera. A partir dum trabalho etnográfico, estudo as formas criativas de encontro geradas tanto pelas adultas quanto pelas meninas da organização para enfrentar situações de violência e as formas como esses encontros alteraram as categorias público-privado-íntimo para dar origem a uma prática feminista inter-geracional fundada numa forma de cuidado não adulto que chamo de amizade.
The economic, health and human crisis triggered by the Covid-19 pandemic exacerbated inequalities that were particularly embodied in certain feminized bodies and people living in crowded conditions, for whom being confined in private space poses a risk. The purpose of this article is to analyze the experience of the pandemic undergone by girls and female adolescents in precarious living conditions in the City of Buenos Aires, who participated in the La Caldera social organization. From an ethnographic perspective, I study the creative types of encounter devised by both adult women and girls in the organization to address situations of violence and the ways these encounters stretched the limits of public-private-intimate categories to give rise to an intergenerational feminist practice based on a non-adult form of care I call friendship.
A crise econômica, de saúde e humana que desencadeou a pandemia de Covid-19 aprofundou as desigualdades, incorporadas especialmente em certos corpos feminizados e pessoas que vivem em condições de superlotação, para quem permanecer confinado em espaço privado representa um risco. O objetivo deste trabalho é analisar a experiência de pandemia de meninas e adolescentes que vivem em situação precária de moradia na Cidade de Buenos Aires e que participam da organização social La Caldera. A partir dum trabalho etnográfico, estudo as formas criativas de encontro geradas tanto pelas adultas quanto pelas meninas da organização para enfrentar situações de violência e as formas como esses encontros alteraram as categorias público-privado-íntimo para dar origem a uma prática feminista inter-geracional fundada numa forma de cuidado não adulto que chamo de amizade.
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