The political economy of the uncertainty of capital flows: A historical reappraisal from Prebisch to Neo-Dependentists
; Sember, Florencia Romina 
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Fecha
12/2024
Editorial
Universidade Federal de Minas Gerais
Revista
Nova Economia
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ISSN
0103-6351
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Idioma
Inglés
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Resumen
The transformation of developing economies, particularly South American, triggered by the post-2008 reversal of international capital flows and the subsequent expansion of their financial sectors has implied a resurgence in the popu-larity of what we might call a neo-dependentist approach, focusing on the concept of financial subordination. This approach, while convincing on the theoretical and analytical planes, has revealed some controversial implications. By emphasising the role of external constraints on developing economies, the pivotal role of financial subordination implicitly limits the space for possible reforms at regional, subregional, and national levels to mitigate the effects of the uncertainty associated with international capital flows. Drawing from the history of economic thought, we consider the numerous analogies between the financial subordination approach and Latin American Structuralism and Raul Prebisch, particularly in the field of political economy. A careful reappraisal of Prebisch’s (self-critical) last book can provide interesting insights into the current problems.
A transformação das economias em desenvolvimento, particularmente as sul-americanas, desencadeada pela reversão dos fluxos internacionais de capital após 2008 e pela subsequente expansão de seus setores financeiros, implicou um ressurgimento da popularidade do que poderíamos chamar de uma abordagem neodependente, focada no conceito de subordinação financeira. Embora essa abordagem seja convincente nos planos teórico e analítico, ela revela algumas implicações controversas. Ao enfatizar o papel das restrições externas nas economias em desenvolvimento, o papel central da subordinação financeira limita implicitamente o espaço para possíveis reformas em níveis regional, sub-regional e nacional que possam mitigar os efeitos da incerteza associada aos fluxos de capital internacional. Com base na história do pensamento econômico, consideramos as numerosas analogias entre a abordagem da subordinação financeira e o Estruturalismo Latino-Americano, particularmente em relação à economia política de Raul Prebisch. Uma reavaliação cuidadosa do último livro (autocrítico) de Prebisch pode fornecer insights interessantes sobre os problemas atuais.
A transformação das economias em desenvolvimento, particularmente as sul-americanas, desencadeada pela reversão dos fluxos internacionais de capital após 2008 e pela subsequente expansão de seus setores financeiros, implicou um ressurgimento da popularidade do que poderíamos chamar de uma abordagem neodependente, focada no conceito de subordinação financeira. Embora essa abordagem seja convincente nos planos teórico e analítico, ela revela algumas implicações controversas. Ao enfatizar o papel das restrições externas nas economias em desenvolvimento, o papel central da subordinação financeira limita implicitamente o espaço para possíveis reformas em níveis regional, sub-regional e nacional que possam mitigar os efeitos da incerteza associada aos fluxos de capital internacional. Com base na história do pensamento econômico, consideramos as numerosas analogias entre a abordagem da subordinação financeira e o Estruturalismo Latino-Americano, particularmente em relação à economia política de Raul Prebisch. Uma reavaliação cuidadosa do último livro (autocrítico) de Prebisch pode fornecer insights interessantes sobre os problemas atuais.
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