Habitar la participación, hacer política y producir mundo(s): Reflexiones desde una perspectiva interseccional y ontológica

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Fecha
12/2021
Editorial
Colegio de Graduados en Antropología de la República Argentina
Revista
Publicar en Antropología y Ciencias Sociales
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Institución organizadora
ISSN
0327-6627
eISSN
2250-7671
ISBN
Idioma
Español
Tipo del evento
Clasificación temática
Palabras clave
Resumen
El presente trabajo se propone analizar la(s) participación(es) de mujeres mapuche en elcomanejo del Parque Nacional Nahuel Huapi desde una mirada interseccional que atiendaa las múltiples violencias y luchas que se co-constituyen en sus cuerpos-territorios-vidas.A partir de esto sostengo que el comanejo se convierte en un espacio de afectividad yencuentro con otras/os (no siempre humanos), poniendo en cuestión las dicotomías denaturaleza/cultura, político/espiritual, razón/emoción propias de la ontología moderna enla que se enmarca esta política. Frente a esto la perspectiva de la ontología política permiteatender a la(s) participación(es) de agentes no-humanos, abriendo la posibilidad depluralizar esta política de conservación a partir del diálogo con el cuidado desde unaperspectiva mapuche.
The present work aims to analyze the participation of Mapuche women in the comanagement of Nahuel Huapi National Park from an intersectional perspective that meets the multiple violence and struggles that are co-constituted in their bodies-territories-lives. From this I argue that comanagement becomes a space of affectivity and encounter with others (not always human), questioning the dichotomies of nature/culture, political/ spiritual, reason/emotion typical of modern ontology in which this policy is framed. Faced with this, the perspective of political ontology allows addressing the participation(s) of non-human agents, opening the possibility of pluralizing this conservation policy from a dialogue with mapuche care perspective.
O presente trabalho tem como objetivo analisar a participação das mulheres Mapuche na cogestão do Parque Nacional Nahuel Huapi a partir de uma perspectiva intersetorial que aborda as múltiplas violências e lutas que se co-constituem em seus corpos-territórios-vidas. A partir disso, defendo que a co-gestão passa a ser um espaço de afetividade e encontro com outros (nem sempre humanos), questionando as dicotomias natureza / cultura, política / espiritual, razão / emoção próprias da ontologia moderna em que essa política se enquadra. Diante disso, a perspectiva da ontologia política permite abordar a(s) participação(ões) de agentes não humanos, abrindo a possibilidade de pluralizar essa política de conservação a partir de um diálogo com o cuidado na perspectiva mapuche.
The present work aims to analyze the participation of Mapuche women in the comanagement of Nahuel Huapi National Park from an intersectional perspective that meets the multiple violence and struggles that are co-constituted in their bodies-territories-lives. From this I argue that comanagement becomes a space of affectivity and encounter with others (not always human), questioning the dichotomies of nature/culture, political/ spiritual, reason/emotion typical of modern ontology in which this policy is framed. Faced with this, the perspective of political ontology allows addressing the participation(s) of non-human agents, opening the possibility of pluralizing this conservation policy from a dialogue with mapuche care perspective.
O presente trabalho tem como objetivo analisar a participação das mulheres Mapuche na cogestão do Parque Nacional Nahuel Huapi a partir de uma perspectiva intersetorial que aborda as múltiplas violências e lutas que se co-constituem em seus corpos-territórios-vidas. A partir disso, defendo que a co-gestão passa a ser um espaço de afetividade e encontro com outros (nem sempre humanos), questionando as dicotomias natureza / cultura, política / espiritual, razão / emoção próprias da ontologia moderna em que essa política se enquadra. Diante disso, a perspectiva da ontologia política permite abordar a(s) participação(ões) de agentes não humanos, abrindo a possibilidade de pluralizar essa política de conservação a partir de um diálogo com o cuidado na perspectiva mapuche.
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