Resistiendo desde las periferias: creatividad popular frente al avance de la expansión urbana fragmentada

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Fecha
10/2025
Editorial
Universidad de Chile. Facultad de Arquitectura y Urbanismo
Revista
Revista INVI
Título del libro
Nombre del evento
Fecha del evento
Institución organizadora
ISSN
0718-1299
eISSN
0718-8358
ISBN
Idioma
Español
Tipo del evento
Clasificación temática
Palabras clave
Resumen
Durante la conformación del Gran San Miguel de Tucumán, en la provincia de Tucumán, al norte de Argentina, la migración campo-ciudad tras el cierre de ingenios azucareros en los años sesenta generó asentamientos informales en la periferia, concentrando pobreza y precariedad. Estos barrios, como Costanera Norte y Diagonal Norte, enfrentan exclusión, estigmatización y marginación, lo que limita el acceso a derechos básicos y la participación en la toma de decisiones. Sin embargo, la periferia no solo es un espacio de vulnerabilidad, sino también de producción popular y resistencia política. Este estudio cualitativo analiza cómo los sectores de poder controlan estos territorios mediante estrategias comunicacionales que invisibilizan, estigmatizan y fragmentan el espacio urbano, generando narrativas dominantes que deslegitiman a estas comunidades. Frente a ello, las comunidades desarrollan estrategias de comunicación popular para resistir estas lógicas excluyentes, a través de acciones colectivas como manifestaciones, radios comunitarias y talleres de periodismo que disputan el sentido del espacio urbano. Así, Costanera Norte y Diagonal Norte muestran resistencias activas que desafían las dinámicas neoliberales y promueven una transformación social. Esto evidencia la urgencia de replantear la planificación urbana, incorporando las identidades y saberes populares para construir una ciudad más justa e inclusiva.
During the formation of Greater San Miguel de Tucumán in the province of Tucumán, northern Argentina, rural-to-urban migration following the closure of sugar mills in the sixties led to informal settlements on the outskirts, concentrating poverty and precarious living conditions. Neighborhoods such as Costanera Norte and Diagonal Norte face exclusion, stigmatization, and marginalization, limiting access to basic rights and participation in decision-making. However, the periphery is not only a space of vulnerability, but also one of popular production and political resistance. This qualitative study analyzes how power sectors control these territories through communication strategies that render these areas invisible, stigmatize them, and fragment the urban space, generating dominant narratives that delegitimize these communities. In response, the communities develop popular communication strategies to resist these exclusionary logics through collective actions like protests, community radio, and journalism workshops that contest the meaning of urban space. Thus, Costanera Norte and Diagonal Norte demonstrate active resistances that challenge neoliberal dynamics and promote social transformation. This highlights the urgent need to rethink urban planning by incorporating popular identities and knowledge to build a more just and inclusive city.
Durante a formação da Grande San Miguel de Tucumán, província de Tucumán, no norte da Argentina, a migração rural-urbana após o fechamento dos engenhos de açúcar na década de 1960 gerou assentamentos informais na periferia, concentrando pobreza e precariedade. Esses bairros, como Costanera Norte e Diagonal Norte, enfrentam exclusão, estigmatização e marginalização, limitando o acesso a direitos básicos e a participação na tomada de decisões. No entanto, a periferia não é somente um espaço de vulnerabilidade, mas também de produção popular e resistência política. Este estudo qualitativo analisa como os setores de poder controlam esses territórios por meio de estratégias comunicacionais que invisibilizam, estigmatizam e fragmentam o espaço urbano, gerando narrativas dominantes que deslegitimam essas comunidades. Em resposta, as comunidades desenvolvem estratégias de comunicação popular para resistir a essas lógicas excludentes, por meio de ações coletivas como manifestações, rádios comunitárias e oficinas de jornalismo que disputam o sentido do espaço urbano. Assim, Costanera Norte e Diagonal Norte mostram resistências ativas que desafiam as dinâmicas neoliberais e promovem uma transformação social. Isso evidencia a necessidade urgente de repensar o planejamento urbano, incorporando as identidades e os saberes populares para construir uma cidade mais justa e inclusiva.
During the formation of Greater San Miguel de Tucumán in the province of Tucumán, northern Argentina, rural-to-urban migration following the closure of sugar mills in the sixties led to informal settlements on the outskirts, concentrating poverty and precarious living conditions. Neighborhoods such as Costanera Norte and Diagonal Norte face exclusion, stigmatization, and marginalization, limiting access to basic rights and participation in decision-making. However, the periphery is not only a space of vulnerability, but also one of popular production and political resistance. This qualitative study analyzes how power sectors control these territories through communication strategies that render these areas invisible, stigmatize them, and fragment the urban space, generating dominant narratives that delegitimize these communities. In response, the communities develop popular communication strategies to resist these exclusionary logics through collective actions like protests, community radio, and journalism workshops that contest the meaning of urban space. Thus, Costanera Norte and Diagonal Norte demonstrate active resistances that challenge neoliberal dynamics and promote social transformation. This highlights the urgent need to rethink urban planning by incorporating popular identities and knowledge to build a more just and inclusive city.
Durante a formação da Grande San Miguel de Tucumán, província de Tucumán, no norte da Argentina, a migração rural-urbana após o fechamento dos engenhos de açúcar na década de 1960 gerou assentamentos informais na periferia, concentrando pobreza e precariedade. Esses bairros, como Costanera Norte e Diagonal Norte, enfrentam exclusão, estigmatização e marginalização, limitando o acesso a direitos básicos e a participação na tomada de decisões. No entanto, a periferia não é somente um espaço de vulnerabilidade, mas também de produção popular e resistência política. Este estudo qualitativo analisa como os setores de poder controlam esses territórios por meio de estratégias comunicacionais que invisibilizam, estigmatizam e fragmentam o espaço urbano, gerando narrativas dominantes que deslegitimam essas comunidades. Em resposta, as comunidades desenvolvem estratégias de comunicação popular para resistir a essas lógicas excludentes, por meio de ações coletivas como manifestações, rádios comunitárias e oficinas de jornalismo que disputam o sentido do espaço urbano. Assim, Costanera Norte e Diagonal Norte mostram resistências ativas que desafiam as dinâmicas neoliberais e promovem uma transformação social. Isso evidencia a necessidade urgente de repensar o planejamento urbano, incorporando as identidades e os saberes populares para construir uma cidade mais justa e inclusiva.
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