La defensa de la naturaleza como bien común: dinámicas del conflicto y giros en el debate. Ecuador 2000-2012

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Fecha
12/2016
Editorial
Universidad del Valle. Facultad de Ciencias Sociales y Economía
Revista
Sociedad y Economía
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ISSN
1657-6357
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Idioma
Español
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Resumen
El artículo contribuye a la sistematización del debate que, en ámbitos político-académicos ecuatorianos, ha suscitado la defensa de la naturaleza como bien común, entre 2000 y 2012. Desde la perspectiva de una sociología histórica, el trabajo sostiene la mirada en una doble dirección: la dinámica del conflicto social y el tipo de reflexión que se asume en ámbitos político-académicos. Desde el punto de vista metodológico, el artículo se basa en un rastreo hemerográfico y la realización de entrevistas a especialistas. A través de la reconstrucción del debate, el trabajo se orienta a hacer visible que la defensa de la naturaleza como bien común forma parte de un conflicto que se configura a partir de las intersecciones y continuidades entre economía y cultura, entre ecología y política, entre lo social y lo ambiental, y que ha adquirido los rasgos de una crisis civilizatoria.
The article contributes to the systematization of the debate that spurred the defense of nature as a common good in the Ecuadorian political and academic spheres from 2000 to 2012. From the perspective of historical sociology, this work focuses on two different facets: the dynamics of social conflict and the kind of reasoning that is adopted by the political and academic spheres. From the methodological point of view, the article is based on a search of periodicals and interviews with specialists. Through reconstruction of the debate, the work makes visible that the defense of nature as a common good is part of a conflict that is shaped by the intersections and continuities between economy and culture, between ecology and politics, and between the social and the environmental, and has acquired the features of a civilization crisis.
O artigo procura contribuir à sistematização do debate que, entre 2000 e 2012 em âmbitos políticos e acadêmicos equatorianos, suscitou a defesa da natureza como um bem comum. Sob a perspectiva de uma sociologia histórica, este trabalho procura orientar o olhar em dois direções: a dinâmica do conflito social e o tipo de reflexão que é assumido nos âmbitos políticos e acadêmicos. Do ponto de vista metodológico, o artigo baseia-se em rastreamento hemerográfico e em entrevistas com especialistas. Através da reconstrução do debate, o trabalho tem o objetivo de tornar visível que a defesa da natureza como um bem comum é parte de um conflito configurado a partir de cruzamentos e continuidades entre economia e cultura, ecologia e política, entre o social e o ambiental, adquirindo as características de uma crise civilizatória.
The article contributes to the systematization of the debate that spurred the defense of nature as a common good in the Ecuadorian political and academic spheres from 2000 to 2012. From the perspective of historical sociology, this work focuses on two different facets: the dynamics of social conflict and the kind of reasoning that is adopted by the political and academic spheres. From the methodological point of view, the article is based on a search of periodicals and interviews with specialists. Through reconstruction of the debate, the work makes visible that the defense of nature as a common good is part of a conflict that is shaped by the intersections and continuities between economy and culture, between ecology and politics, and between the social and the environmental, and has acquired the features of a civilization crisis.
O artigo procura contribuir à sistematização do debate que, entre 2000 e 2012 em âmbitos políticos e acadêmicos equatorianos, suscitou a defesa da natureza como um bem comum. Sob a perspectiva de uma sociologia histórica, este trabalho procura orientar o olhar em dois direções: a dinâmica do conflito social e o tipo de reflexão que é assumido nos âmbitos políticos e acadêmicos. Do ponto de vista metodológico, o artigo baseia-se em rastreamento hemerográfico e em entrevistas com especialistas. Através da reconstrução do debate, o trabalho tem o objetivo de tornar visível que a defesa da natureza como um bem comum é parte de um conflito configurado a partir de cruzamentos e continuidades entre economia e cultura, ecologia e política, entre o social e o ambiental, adquirindo as características de uma crise civilizatória.
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