Reassignment of lioestheria codoensis cardoso (spinicaudata, anthronestheriidae) from the Lower Cretaceous of Brazil: systematics and paleoecology
; Monferran, Mateo Daniel
; Astrop, Timothy Ian ; Zacarias, Iracema Anahi Otros responsables
Fecha
04/2013
Editorial
Soc Brasileira Paleontologia
Revista
Revista Brasileira de Paleontologia
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Institución organizadora
ISSN
1519-7530
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Idioma
Inglés
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Resumen
Lioestheria codoensis Cardoso was described from materials originally collected from the Codó Formation (Lower Cretaceous, Parnaíba Basin, Piauí State), northeastern Brazil. Since its discovery L. codoensis has been assigned to different genera by different authors [as Estheriina (Nudusia) and Cyzicus (Lioestheria)]. In this paper, previous systematic assignments are reviewed and discussed in light of new scanning electron microscopy studies of new material. As a result of this research, the species is assigned to a new genus of the Family Antronestheriidae, and the study integrates palaeontological, biological and ecological approaches to provide a robust description for the species. Previous assignments to other genera (Estheriina, Lioestheria and Cyzicus) are also assessed and comparisons with other related genera of the Family Anthronestheriidae(Pseudestherites, Etmosestheria, Anthronestheria and Paleolepthestheria? chinensis) are made. Detailed stratigraphical (Codó, Santana, Itapecuru, Rio da Batateira and Missão Velha formations) and geographical (seven localities) records are compiled. Finally, the autecology and within-species morphological variation are also addressed.
Lioestheria codoensis Cardoso foi descrita a partir de materiais originalmente coletados da Formação Codó (Cretáceo Inferior, bacia do Parnaíba, Estado do Piauí), nordeste do Brasil. Desde a sua descoberta L. codoensis tem sido atribuída a diferentes gêneros por diferentes autores, como Estheriina (Nudusia) e Cyzicus (Lioestheria). Neste trabalho, atribuições sistemáticas anteriores são revistas e discutidas à luz de novos estudos de microscopia eletrônica de varredura de novo material. Como resultado desta pesquisa, a espécie é atribuída a um novo gênero da Família Antronestheriidae, sendo que o estudo integrou abordagens paleontológicas, biológicas e ecológicas para fornecer uma descrição robusta para a espécie. Atribuições anteriores para outros gêneros (Estheriina, Lioestheria e Cyzicus) também são analisadas e comparadas com outros gêneros afins da Família Anthronestheriidae (Pseudestherites, Etmosestheria, Anthronestheria e Paleolepthestheria? chinensis). Registros estratigráficos (formações Codó, Santana, Itapecuru, Rio da Batateira e Missão Velha) e geográficos detalhados (sete localidades) são compilados nesta publicação. Finalmente, a autoecologia e a variação morfológica dentro da espécie também são abordadas.
Lioestheria codoensis Cardoso foi descrita a partir de materiais originalmente coletados da Formação Codó (Cretáceo Inferior, bacia do Parnaíba, Estado do Piauí), nordeste do Brasil. Desde a sua descoberta L. codoensis tem sido atribuída a diferentes gêneros por diferentes autores, como Estheriina (Nudusia) e Cyzicus (Lioestheria). Neste trabalho, atribuições sistemáticas anteriores são revistas e discutidas à luz de novos estudos de microscopia eletrônica de varredura de novo material. Como resultado desta pesquisa, a espécie é atribuída a um novo gênero da Família Antronestheriidae, sendo que o estudo integrou abordagens paleontológicas, biológicas e ecológicas para fornecer uma descrição robusta para a espécie. Atribuições anteriores para outros gêneros (Estheriina, Lioestheria e Cyzicus) também são analisadas e comparadas com outros gêneros afins da Família Anthronestheriidae (Pseudestherites, Etmosestheria, Anthronestheria e Paleolepthestheria? chinensis). Registros estratigráficos (formações Codó, Santana, Itapecuru, Rio da Batateira e Missão Velha) e geográficos detalhados (sete localidades) são compilados nesta publicação. Finalmente, a autoecologia e a variação morfológica dentro da espécie também são abordadas.
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