Memorias de la dictadura: el lugar de la escuela en las políticas de memoria de la transición democrática argentina (1983-1989)

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Fecha
10/2015
Editorial
Universidade de Santa Cruz Do Sul
Revista
Reflexão e Ação
Título del libro
Nombre del evento
Fecha del evento
Institución organizadora
ISSN
0103-8842
eISSN
1982-9949
ISBN
Idioma
Español
Tipo del evento
Clasificación temática
Palabras clave
Resumen
La transmisión de las memorias sobre la dictadura que se produce en las escuelas está enmarcada en un conjunto de políticas que indican aquello que es puesto oficialmente en la transmisión. Las políticas de memoria, las políticas educativas y sus intersecciones son el escenario de los procesos de transmisión escolar de las memorias sobre la dictadura. La configuración de estas narrativas permite analizar las confrontaciones, disputas y rearticulaciones de las memorias sobre la dictadura que tienen circulación en el sistema educativo. Éste, y en particular las escuelas secundarias, se constituyeron en escenario de una militancia por las memorias. Las disputas mencionadas cobraron el carácter de confrontaciones en las que las organizaciones estudiantiles se constituyeron en actores portadores de una memoria específica, que también se asociaba a la construcción de su propia identidad.
The transmission of memories on the dictatorship that occurs in schools is framed by a set of policies that indicate what is officially put into the transmission. Memory policies, educational policies and their intersections are the scene of school processes transmitting reports on the dictatorship. The configuration of these narratives to analyze confrontations, disputes and rearticulations of memory on the dictatorship having circulation in the school system. This, especially secondary schools, were set the stage for a militancy for the memories. The disputes referred to the character of confrontations charged when the student organizations were formed in carriers actors in a specific memory, which is also associated with the construction of their own identity.
A reconstrução da memórias da ditadura que ocorre nas escolas está enquadrada por um conjunto de políticas que indicam o que está oficialmente colocado em transmissão. Políticas de memória, políticas educacionais e suas interseções são palco de processos escolares de transmissão dos relatórios sobre a ditadura. A configuração dessas narrativas para analisar confrontos, disputas e rearticulações de relatórios sobre a ditadura ter circulação no sistema escolar. Este, especialmente escolas secundárias, foram o palco para uma militância para as memórias. As disputas que se refere ao caráter de confrontos cobrado quando as organizações de estudantes foram formados em portadores de atores em uma memória específica, que também está associada com a construção de sua própria identidade.
The transmission of memories on the dictatorship that occurs in schools is framed by a set of policies that indicate what is officially put into the transmission. Memory policies, educational policies and their intersections are the scene of school processes transmitting reports on the dictatorship. The configuration of these narratives to analyze confrontations, disputes and rearticulations of memory on the dictatorship having circulation in the school system. This, especially secondary schools, were set the stage for a militancy for the memories. The disputes referred to the character of confrontations charged when the student organizations were formed in carriers actors in a specific memory, which is also associated with the construction of their own identity.
A reconstrução da memórias da ditadura que ocorre nas escolas está enquadrada por um conjunto de políticas que indicam o que está oficialmente colocado em transmissão. Políticas de memória, políticas educacionais e suas interseções são palco de processos escolares de transmissão dos relatórios sobre a ditadura. A configuração dessas narrativas para analisar confrontos, disputas e rearticulações de relatórios sobre a ditadura ter circulação no sistema escolar. Este, especialmente escolas secundárias, foram o palco para uma militância para as memórias. As disputas que se refere ao caráter de confrontos cobrado quando as organizações de estudantes foram formados em portadores de atores em uma memória específica, que também está associada com a construção de sua própria identidade.
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