Turismo y patrimonio desde abajo: repensar procesos y conceptos
; Mancini, Clara Elisa
; Tommei, Constanza Inés 
Otros responsables
Fecha
06/2026
Editorial
Universidad Nacional de La Plata. Facultad de Ciencias Económicas. Instituto de Investigaciones en Turismo
Revista
Ayana
Título del libro
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Fecha del evento
Institución organizadora
ISSN
eISSN
2718-6717
ISBN
Idioma
Español
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Resumen
Hace tres décadas, García Canclini (1999) señalaba la emergencia de una nueva red conceptual asociada a la noción de patrimonio. Uno de los términos que identificaba era el turismo. En este ensayo nos proponemos actualizar e indagar en torno a otras redes que se han incluido desde que se publicó aquél trabajo. Es decir, dar cuenta sobre los nuevos enfoques y lógicas con las que operan y tensionan el turismo y el patrimonio, para nutrir sus teorizaciones y sus implicaciones en las políticas públicas. Así, buscamos delinear algunas reflexiones, desde Argentina, sobre cómo las organizaciones comunitarias del turismo rural “de abajo hacia arriba”, tensionan, resignifican o producen alternativas a esos mismos conceptos y las nuevas redes conceptuales de la díada turismo-patrimonio. A partir de allí, reconocer otras formas posibles de turismos más participativos y decoloniales.
Three decades ago, García Canclini (1999) pointed to the emergence of a new conceptual network associated with the notion of heritage. One of the terms he identified was tourism. In this essay, we seek to update and explore other networks that have emerged since that work was published. In other words, we aim to examine the new approaches and logics through which tourism and heritage operate and are brought into tension, in order to enrich their theorization and their implications for public policy. Thus, from an Argentine perspective, we seek to outline some reflections on how community-based rural tourism organizations operating “from below” challenge, resignify, or produce alternatives to these same concepts and to the new conceptual networks surrounding the tourism–heritage dyad. From this starting point, we aim to recognize other possible forms of tourism that are more participatory and decolonial.
Há três décadas, García Canclini (1999) apontava a emergência de uma nova rede conceitual associada à noção de patrimônio. Um dos termos que identificava era o turismo. Neste ensaio, propomos atualizar e investigar outras redes que foram sendo incorporadas desde a publicação daquele trabalho. Ou seja, buscamos examinar as novas abordagens e lógicas por meio das quais o turismo e o patrimônio operam e se tensionam, com o objetivo de contribuir para suas teorizações e suas implicações nas políticas públicas. Assim, buscamos delinear algumas reflexões, a partir da Argentina, sobre como as organizações comunitárias do turismo rural “de baixo para cima” tensionam, ressignificam ou produzem alternativas a esses mesmos conceitos e às novas redes conceituais da díade turismo–patrimônio. A partir disso, buscamos reconhecer outras formas possíveis de turismo mais participativas e decoloniais.
Three decades ago, García Canclini (1999) pointed to the emergence of a new conceptual network associated with the notion of heritage. One of the terms he identified was tourism. In this essay, we seek to update and explore other networks that have emerged since that work was published. In other words, we aim to examine the new approaches and logics through which tourism and heritage operate and are brought into tension, in order to enrich their theorization and their implications for public policy. Thus, from an Argentine perspective, we seek to outline some reflections on how community-based rural tourism organizations operating “from below” challenge, resignify, or produce alternatives to these same concepts and to the new conceptual networks surrounding the tourism–heritage dyad. From this starting point, we aim to recognize other possible forms of tourism that are more participatory and decolonial.
Há três décadas, García Canclini (1999) apontava a emergência de uma nova rede conceitual associada à noção de patrimônio. Um dos termos que identificava era o turismo. Neste ensaio, propomos atualizar e investigar outras redes que foram sendo incorporadas desde a publicação daquele trabalho. Ou seja, buscamos examinar as novas abordagens e lógicas por meio das quais o turismo e o patrimônio operam e se tensionam, com o objetivo de contribuir para suas teorizações e suas implicações nas políticas públicas. Assim, buscamos delinear algumas reflexões, a partir da Argentina, sobre como as organizações comunitárias do turismo rural “de baixo para cima” tensionam, ressignificam ou produzem alternativas a esses mesmos conceitos e às novas redes conceituais da díade turismo–patrimônio. A partir disso, buscamos reconhecer outras formas possíveis de turismo mais participativas e decoloniais.
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