Ruinas y orfandad como soportes de la escritura o una alternativa para leer la decadencia en Julián del Casal

Otros responsables
Fecha
12/2022
Editorial
Universidad de Buenos Aires. Facultad de Filosofía y Letras. Instituto de Literatura Hispanoamericana
Revista
Zama
Título del libro
Nombre del evento
Fecha del evento
Institución organizadora
ISSN
eISSN
2422-6017
ISBN
Idioma
Español
Tipo del evento
Clasificación temática
Palabras clave
Resumen
El presente artículo tiene como objetivo reflexionar en torno a la configuración de la decadencia en una serie de crónicas y poemas de Julián del Casal (1863-1893). Para ello se trabajará, en primera instancia, con el arruinamiento de la nobleza habanera y la encarnación de dicha ruina como estrategias para configurar una subjetividad decadente o venida a menos. En segundo lugar, se hará foco en las diferentes maneras en las que el diseño de las imágenes en los poemas de Hojas al viento (1890) le permiten al sujeto no sólo volver a transitar la experiencia de la orfandad sino también, al igual que con la decadencia de la nobleza, profundizarla aún más para vaciar los sentidos del mundo, y así, sostener e impulsar la literatura. A su vez, este abordaje buscará problematizar las maneras en las que la crítica ha pensado el decadentismo cubano para pasar de un análisis de tipo comparativo y/o corroborativo que busca encontrar en el modernismo una serie de tópicos o temas decadentes, para empezar a pensar el decadentismo como una poética que corroe los signos de la realidad para darle forma a una subjetividad arruinada.
The aim of this article is to reflect on the configuration of decadence in a series of chronicles and poems by Julián del Casal (1863-1893). To this end, we will work, in the first instance, with the ruin of Havana’s nobility and the incarnation of such ruin as strategies to configure a decadent or declining subjectivity. Secondly, the focus will be on the different ways in which the design of the images in the poems of Hojas al viento (1890) allow the subject not only to revisit the experience of orphanhood but also, as with the decadence of nobility, to deepen it further to empty the meanings that sustain its existence and drive literature. In turn, this approach will seek to problematize the ways in which critics have thought Cuban decadentism in order to move from a comparative and/or corroborative analysis that seeks to find in modernism a series of decadent topics or themes, to begin to think decadentism as a poetics that corrodes the signs of reality to give shape to a ruined subjectivity.
O objetivo deste artigo é refletir sobre a configuração da decadência em uma série de crônicas e poemas de Julián del Casal (1863-1893). Para isso, trabalharemos, em primeira instância, com a ruína da nobreza de Havana e a encarnação de tal ruína como estratégias para configurar uma subjetividade decadente. Em segundo lugar, o foco será nas diferentes formas em que o desenho das imagens nos poemas de Hojas al viento (1890) permite ao sujeito não só revisitar a experiência da orfandade mas também, como na decadência da nobreza, aprofundá-la ainda mais para esvaziar os significados que sustentam a sua existência e impulsionar a literatura. Por sua vez, esta abordagem procurará problematizar as formas como os críticos têm pensado o decadentismo cubano para passar de uma análise comparativa e/ou corroborativa que procura encontrar no modernismo uma série de temas decadentes, para começar a pensar o decadentismo como uma poética que corrói os sinais da realidade para dar forma a uma subjetividade arruinada.
The aim of this article is to reflect on the configuration of decadence in a series of chronicles and poems by Julián del Casal (1863-1893). To this end, we will work, in the first instance, with the ruin of Havana’s nobility and the incarnation of such ruin as strategies to configure a decadent or declining subjectivity. Secondly, the focus will be on the different ways in which the design of the images in the poems of Hojas al viento (1890) allow the subject not only to revisit the experience of orphanhood but also, as with the decadence of nobility, to deepen it further to empty the meanings that sustain its existence and drive literature. In turn, this approach will seek to problematize the ways in which critics have thought Cuban decadentism in order to move from a comparative and/or corroborative analysis that seeks to find in modernism a series of decadent topics or themes, to begin to think decadentism as a poetics that corrodes the signs of reality to give shape to a ruined subjectivity.
O objetivo deste artigo é refletir sobre a configuração da decadência em uma série de crônicas e poemas de Julián del Casal (1863-1893). Para isso, trabalharemos, em primeira instância, com a ruína da nobreza de Havana e a encarnação de tal ruína como estratégias para configurar uma subjetividade decadente. Em segundo lugar, o foco será nas diferentes formas em que o desenho das imagens nos poemas de Hojas al viento (1890) permite ao sujeito não só revisitar a experiência da orfandade mas também, como na decadência da nobreza, aprofundá-la ainda mais para esvaziar os significados que sustentam a sua existência e impulsionar a literatura. Por sua vez, esta abordagem procurará problematizar as formas como os críticos têm pensado o decadentismo cubano para passar de uma análise comparativa e/ou corroborativa que procura encontrar no modernismo uma série de temas decadentes, para começar a pensar o decadentismo como uma poética que corrói os sinais da realidade para dar forma a uma subjetividade arruinada.
Colecciones
Aprobación
Revisión
Complementado por
Referenciado por
Licencia Creative Commons
Excepto donde se indique lo contrario, la licencia de este ítem se describe como by-nc-sa
