«Somos pueblo, con autodeterminación libre y colectiva» reivindicaciones identitarias-organizativas de Los Chuschagasta y Tolombón

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Fecha
04/2020
Editorial
Universidad Colegio Mayor de Cundinamarca
Revista
Tabula Rasa
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Institución organizadora
ISSN
1794-2489
eISSN
2011-2742
ISBN
Idioma
Español
Tipo del evento
Clasificación temática
Palabras clave
Resumen
El presente trabajo se enmarca en la propuesta del grupo de trabajo «Antropología de la biopolítica» de la Asociación Latinoamérica de Antropología (ALA), en el que se analiza la articulación entre los mecanismos etnogubernamentales que poseen los proyectos de Estado multicultural-neoliberal, propuestos para incidir biopolíticamente en la vida de pueblos indígenas organizados, y sus respuestas a estas formas de gubernamentalidad, plasmadas en sus procesos de autorreconocimiento y de comunalización. Me baso en el estudio de caso etnográfico de dos pueblos diaguitas, Los Chuschagasta y Tolombón (departamento de Trancas, Valle de Choromoro, actual provincia de Tucumán, Argentina). Las experiencias identitarias y organizativas de dichos pueblos dan cuenta de la existencia de un entramado que combina, por un lado, marcas de la forma dominante, moderna y colonialista de gestión de la «vida en común» alterna; y por otro, formas que cuestionan dichas lógicas y representan aperturas en clave decolonial.
This work is framed within the proposal of Working Group «Anthropology of Biopolitics» from the Latin American Anthropology Association (Asociación Latinoamérica de Antropología —ALA), where the articulation between ethno-governmental mechanisms exerted by the projects of multicultural-neoliberal State, aiming to have biopolitical incidence in the lives of organized indigenous peoples, and their responses to those forms of governmentality, which can be seen in their processes of self-recognition and commonalization. I draw from the ethnographic case study of two diaguitas communities, namely Chuschagastas and Tolombóns (department of Trancas, Choromoro Valley, now the province of Tucumán, Argentina). Identitarian and organizational experiences in those communities show the existence of a framework combining, on the one hand, marks of the mainstream modern colonial form of alternative «life in common» management; and on the other hand, forms bringing into question those rationales and representing decolonial openings.
Esse trabalho se situa na proposta do Grupo de Pesquisa “Antropologia da biopolítica” da Associação da América Latina de Antropologia (ALA, por sua sigla em espanhol), onde se analisa a articulação entre os mecanismos etno-governamentais que têm os projetos de Estado multicultural-neoliberal, os quais são propostos para atingem biopolíticamente a vida dos povos indígenas organizados e suas respostas a estas formas de governamentalidade, as quais estão modeladas em seus processos de auto-reconhecimento e de conformação de comunas. Essa pesquisa se baseia no estudo de caso dos povos diaguitas: Chuschagasta e Tolombón (departamento de Trancas, Vale de Choromoro, atual província de Tucumán, Argentina). As experiências identitárias e organizativas desses povos constatam a existência de uma treliça que mistura, por um lado, marcas da forma dominante, moderna e colonialista da gestão da “vida em comum” alternativa e, por outro lado, as formas que questionam essas lógicas e representam aberturas em chave decolonial. Palabra-chave: governamentalidademulticultural, racionalidade colonialista, decolonialidade, povo-nação diaguita.
This work is framed within the proposal of Working Group «Anthropology of Biopolitics» from the Latin American Anthropology Association (Asociación Latinoamérica de Antropología —ALA), where the articulation between ethno-governmental mechanisms exerted by the projects of multicultural-neoliberal State, aiming to have biopolitical incidence in the lives of organized indigenous peoples, and their responses to those forms of governmentality, which can be seen in their processes of self-recognition and commonalization. I draw from the ethnographic case study of two diaguitas communities, namely Chuschagastas and Tolombóns (department of Trancas, Choromoro Valley, now the province of Tucumán, Argentina). Identitarian and organizational experiences in those communities show the existence of a framework combining, on the one hand, marks of the mainstream modern colonial form of alternative «life in common» management; and on the other hand, forms bringing into question those rationales and representing decolonial openings.
Esse trabalho se situa na proposta do Grupo de Pesquisa “Antropologia da biopolítica” da Associação da América Latina de Antropologia (ALA, por sua sigla em espanhol), onde se analisa a articulação entre os mecanismos etno-governamentais que têm os projetos de Estado multicultural-neoliberal, os quais são propostos para atingem biopolíticamente a vida dos povos indígenas organizados e suas respostas a estas formas de governamentalidade, as quais estão modeladas em seus processos de auto-reconhecimento e de conformação de comunas. Essa pesquisa se baseia no estudo de caso dos povos diaguitas: Chuschagasta e Tolombón (departamento de Trancas, Vale de Choromoro, atual província de Tucumán, Argentina). As experiências identitárias e organizativas desses povos constatam a existência de uma treliça que mistura, por um lado, marcas da forma dominante, moderna e colonialista da gestão da “vida em comum” alternativa e, por outro lado, as formas que questionam essas lógicas e representam aberturas em chave decolonial. Palabra-chave: governamentalidademulticultural, racionalidade colonialista, decolonialidade, povo-nação diaguita.
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