¿Cómo nos acoplamos al pensamiento otro-fronterizo-de borde-liminar desde los lugares urbanos-modernos que habitamos?

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Fecha
12/2022
Editorial
Universidade La Salle
Revista
Reccs. Revista Do Centro de Ciencias Da Saude, Universidade de Fortaleza
Título del libro
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Institución organizadora
ISSN
0103-2828
eISSN
2236-6377
ISBN
Idioma
Español
Tipo del evento
Clasificación temática
Palabras clave
Resumen
Este trabajo repasa las nociones de pensamiento otro-fronterizo-de borde-liminar, concepciones que en conjunto problematizan la alteridad como una de las preocupaciones centrales de la antropología y las ciencias sociales en general, y del pensar decolonial en particular nuestros días, con el objetivo de problematizar cómo nos relacionamos/acoplamos a estas nociones de manera situada, desde nuestras trayectorias y limitaciones, quienes vivimos en contextos urbanos-modernos, distantes de poblaciones campesinas e indígenas. No obstante, es posible descolonizar nuestra imaginación y acoplarnos a formas otras de vivir, sin romantizar ni migrar a experiencias y trayectorias que no nos habitan.
Th is paper reviews the notions of other-border-bordering-edge-limiting thinking, conceptions that together problematise otherness as one of the central concerns of anthropology and social sciences in general, and of decolonial thinking in particular, in order to problematise how we relate/couple to these notions in a situated way, from our trajectories and limitations, those of us who live in urban-modern contexts, distant from peasant and indigenous populations. Nonetheless, it is possible to decolonise our imagination and engage with other ways of living, without romanticising or migrating to experiences and trajectories that do not inhabit us.
Este documento revisa as noções de outras fronteiras - pensamento limitador de fronteiras, concepções que juntos problematizam a alteridade como uma das preocupações centrais da antropologia e das ciências sociais em geral, e do pensamento descolonial em particular, a fi m de problematizar como nos relacionamos/casamos com essas noções de forma situada, a partir de nossas trajetórias e limitações, aqueles de nós que vivem em contextos urbanos-modernos, distantes das populações camponesas e indígenas. No entanto, é possível descolonizar nossa imaginação e se envolver com outras formas de vida, sem romantizar ou migrar para experiências e trajetórias que não nos habitam.
Th is paper reviews the notions of other-border-bordering-edge-limiting thinking, conceptions that together problematise otherness as one of the central concerns of anthropology and social sciences in general, and of decolonial thinking in particular, in order to problematise how we relate/couple to these notions in a situated way, from our trajectories and limitations, those of us who live in urban-modern contexts, distant from peasant and indigenous populations. Nonetheless, it is possible to decolonise our imagination and engage with other ways of living, without romanticising or migrating to experiences and trajectories that do not inhabit us.
Este documento revisa as noções de outras fronteiras - pensamento limitador de fronteiras, concepções que juntos problematizam a alteridade como uma das preocupações centrais da antropologia e das ciências sociais em geral, e do pensamento descolonial em particular, a fi m de problematizar como nos relacionamos/casamos com essas noções de forma situada, a partir de nossas trajetórias e limitações, aqueles de nós que vivem em contextos urbanos-modernos, distantes das populações camponesas e indígenas. No entanto, é possível descolonizar nossa imaginação e se envolver com outras formas de vida, sem romantizar ou migrar para experiências e trajetórias que não nos habitam.
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