La posmodernidad traducida y la disputa por el arte nacional en el suplemento Lys (1990-1997)

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Fecha
11/2024
Editorial
Universidad Nacional de Cuyo. Facultad de Filosofía y Letras. Instituto de Historia del Arte
Revista
Cuadernos de Historia del arte
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Institución organizadora
ISSN
0070-1688
eISSN
2618-5555
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Idioma
Español
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Resumen
En el presente artículo planteamos como tema de investigación las traducciones semióticas de las nociones de posmodernidad y posmodernismo elaboradas en el suplemento Lys(Buenos Aires, 1990-1997), en tanto estrategias dialógicas para la formulación de una autodescripción cultural desde la periferia del sistema del arte. Desde la perspectiva teórico-metodológica de la semiótica textual y de la cultura analizamos las ediciones del suplemento referido con el objetivo de identificar tales procesos de traducción y de metadescripción que posibilitaron problematizar el arte nacional. A partir de este trabajo, proponemos como conclusión que el término posmodernidad fue leído negativamente en Lys, en tanto signo foráneo, y que su apropiación, permitió la organización de una autodescripción del sistema del arte que dio cuenta de las problemáticas locales y brindólineamientos para la producción artística nacional.
In this article we propose as a research topic the semiotic translations of the notions of postmodernity and postmodernism elaborated in the supplement Lys (Buenos Aires, 1990-1997), as dialogical strategies for the formulation of a cultural self-description from the periphery of the art system. From the theoretical-methodological perspective of textual and cultural semiotics, we analyse the editions of the aforementioned supplement with the aim of identifying such processes of translation and meta-description that made it possible to problematise national art. From this work, we propose as a conclusion that the term postmodernity was read negatively in Lys, as a foreign sign, and that its appropriation allowed the organisation of a self-description of the art system that took into account local problems and provided guidelines for national artistic production.
No presente artigo planteamos como tema de investigação as traduções semióticas das noções da pós-modernidade e pós-modernismo elaboradas no suplemento Lys (Buenos Aires, 1990- 1997), em tanto estratégias dialógicas para a formulação de uma autodescrição cultural desde a periferia do sistema da arte. Desde a perspectiva teóricometodológica da semiótica textual e da cultura analisamos as edições do suplemento referido com o objetivo de identificar tais processos de tradução e de meta descrição que possibilitaram problematizar a ate nacional. A partir deste trabalho, propomos como conclusão que o termo pós-modernidade foi lido negativamente em Lys, em tanto signo forâneo, e que a sua apropriação, permitiu a organização de uma auto descrição do sistema da arte que tomou conta das problemáticas locais e brindou alinhamentos para a produção artística nacional.
In this article we propose as a research topic the semiotic translations of the notions of postmodernity and postmodernism elaborated in the supplement Lys (Buenos Aires, 1990-1997), as dialogical strategies for the formulation of a cultural self-description from the periphery of the art system. From the theoretical-methodological perspective of textual and cultural semiotics, we analyse the editions of the aforementioned supplement with the aim of identifying such processes of translation and meta-description that made it possible to problematise national art. From this work, we propose as a conclusion that the term postmodernity was read negatively in Lys, as a foreign sign, and that its appropriation allowed the organisation of a self-description of the art system that took into account local problems and provided guidelines for national artistic production.
No presente artigo planteamos como tema de investigação as traduções semióticas das noções da pós-modernidade e pós-modernismo elaboradas no suplemento Lys (Buenos Aires, 1990- 1997), em tanto estratégias dialógicas para a formulação de uma autodescrição cultural desde a periferia do sistema da arte. Desde a perspectiva teóricometodológica da semiótica textual e da cultura analisamos as edições do suplemento referido com o objetivo de identificar tais processos de tradução e de meta descrição que possibilitaram problematizar a ate nacional. A partir deste trabalho, propomos como conclusão que o termo pós-modernidade foi lido negativamente em Lys, em tanto signo forâneo, e que a sua apropriação, permitiu a organização de uma auto descrição do sistema da arte que tomou conta das problemáticas locais e brindou alinhamentos para a produção artística nacional.
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