¿Quién narrará la matanza de Napalpí?: Memoria, transmisión y régimen de historicidad

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Fecha
08/2025
Editorial
Universidade Federal do Rio de Janeiro
Revista
Memorias Insurgentes
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Institución organizadora
ISSN
eISSN
2764-9334
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Idioma
Español
Tipo del evento
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Resumen
En la Argentina se conoce como “Matanza de Napalpí” o “Masacre de Napalpí” a la represión armada que el Estado Nacional ordenó realizar sobre grupos indígenas Moqoit y Qom en 1924. La memoria del hecho se mantuvo hasta la actualidad entre los miembros de esos grupos por medio de un relato transmitido de forma oral entre diferentes generaciones. En 2022, se realizó el “Juicio por la Verdad de la Masacre de Napalpí” que confirmó la realización del hecho y actualizó las formas de transmisión de esa memoria. En artículo desarrolla un comentario sobre distintos aspectos de ese devenir, su relación con el movimiento de Derechos Humanos de las últimas décadas en el país. La narración de Napalpí se presenta como un caso singular para la observación de los estrechos vínculos entre regímenes de historicidad y de alteridad, memoria oficial y memoria étnica.
In Argentina, the “Matanza de Napalpí” or “Masacre de Napalpí” refers to the armed repression that the National State ordered against the Moqoit and Qom indigenous groups in 1924. The memory of the event has been maintained to this day among members of these groups through an account passed down orally between different generations. In 2022, the “Trial for the Truth of the Napalpí Massacre” was held, confirming the event, and updating the ways in which this memory was transmitted. This article commentates on various aspects of this process and its relationship to the human rights movement of recent decades in the country. The Napalpí narrative is presented as a unique case for examining the close links between regimes of historicity and alterity, official memory, and ethnic memory
Na Argentina é conhecido como “Matanza de Napalpí” ou “Masacre de Napalpí” à repressão armada que o Estado Nacional ordenou que fosse realizada contra os grupos indígenas Moqoit e Qom em 1924. A memória do evento é preservada entre os membros desses grupos até hoje por meio de um relato transmitido oralmente de geração em geração. Em 2022, foi realizado o “Julgamento da Verdade do Massacre de Napalpí”, que confirmou o evento e atualizou as formas como essa memória foi transmitida. No artigo, ele comentou sobre vários aspectos desse desenvolvimento, incluindo sua relação com o movimento de direitos humanos no país nas últimas décadas. A narrativa de Napalpí se apresenta como um caso único por observar os vínculos estreitos entre regimes de historicidade e alteridade, memória oficial e memória étnica.
In Argentina, the “Matanza de Napalpí” or “Masacre de Napalpí” refers to the armed repression that the National State ordered against the Moqoit and Qom indigenous groups in 1924. The memory of the event has been maintained to this day among members of these groups through an account passed down orally between different generations. In 2022, the “Trial for the Truth of the Napalpí Massacre” was held, confirming the event, and updating the ways in which this memory was transmitted. This article commentates on various aspects of this process and its relationship to the human rights movement of recent decades in the country. The Napalpí narrative is presented as a unique case for examining the close links between regimes of historicity and alterity, official memory, and ethnic memory
Na Argentina é conhecido como “Matanza de Napalpí” ou “Masacre de Napalpí” à repressão armada que o Estado Nacional ordenou que fosse realizada contra os grupos indígenas Moqoit e Qom em 1924. A memória do evento é preservada entre os membros desses grupos até hoje por meio de um relato transmitido oralmente de geração em geração. Em 2022, foi realizado o “Julgamento da Verdade do Massacre de Napalpí”, que confirmou o evento e atualizou as formas como essa memória foi transmitida. No artigo, ele comentou sobre vários aspectos desse desenvolvimento, incluindo sua relação com o movimento de direitos humanos no país nas últimas décadas. A narrativa de Napalpí se apresenta como um caso único por observar os vínculos estreitos entre regimes de historicidade e alteridade, memória oficial e memória étnica.
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