El cooperativismo yerbatero argentino frente al proceso de concentración agraria

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Fecha
10/2021
Editorial
Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho. Faculdade de Ciências e Tecnologia. Centro de Estudos de Geografia do Trabalho
Revista
Revista Pegada Eletroncia
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Institución organizadora
ISSN
1676-3025
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Idioma
Español
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Resumen
Este artículo explora las estrategias de acción colectiva que implementa el cooperativismo yerbateroargentino ante el avance y consolidación del agronegocio como modelo de acumulación. La miradaestá puesta en las particularidades del proceso de concentración y acumulación acaecidas en unaregión marginal y de frontera. A modo de referentes empíricos se analizan tres cooperativas delsector. La dimensión de análisis se centra en el nivel interno de estas organizaciones y en losvínculos que establecen con sus asociados, el Estado y el mercado. Se considera, además, lainserción de las cooperativas de yerba mate en la agroindustria, al tiempo que se fija la óptica en lasformas solidarias (o no) que representan estas entidades para la agricultura familiar y campesina,frente a un agro cada vez más asimétrico.
Este artigo explora as estratégias de ação coletiva implementadas pelo cooperativismo ervateiro argentino diante do avanço e consolidação do agronegócio como um modelo de acumulação. O foco está nas particularidades do processo de concentração e acumulação em uma região marginal e de fronteira. Três cooperativas do setor são analisadas como referências empíricas. A dimensão da análise concentra-se no nível interno dessas organizações e nos vínculos que estabelecem com seus associados, o Estado e o mercado. Além disso, considera-se também a inserção de cooperativas de erva-mate na agroindústria, em quanto a óptica é fixada em formas solidárias (ou não), representando essas entidades para a agricultura familiar e camponesa, diante de um agro cada vez mais assimétrico.
This article explores the collective action strategies implemented by Argentine yerbatero cooperativism in the face of the advancement and consolidation of agribusiness as a model of accumulation. The focus is on the particularities of the process of concentration and accumulation in a marginal and border región. Three cooperatives in the sector are analysed as empirical references. The analysis dimension focuses on the internal level of these organizations and the links they establish with their partners, the State and the market. In addition, the insertion of yerba mate cooperatives in agro-industry is also considered, while the optics are fixed in solidarity forms (or not) representing these entities for family and peasant agriculture, in the face of an increasingly asymmetrical agro.
Este artigo explora as estratégias de ação coletiva implementadas pelo cooperativismo ervateiro argentino diante do avanço e consolidação do agronegócio como um modelo de acumulação. O foco está nas particularidades do processo de concentração e acumulação em uma região marginal e de fronteira. Três cooperativas do setor são analisadas como referências empíricas. A dimensão da análise concentra-se no nível interno dessas organizações e nos vínculos que estabelecem com seus associados, o Estado e o mercado. Além disso, considera-se também a inserção de cooperativas de erva-mate na agroindústria, em quanto a óptica é fixada em formas solidárias (ou não), representando essas entidades para a agricultura familiar e camponesa, diante de um agro cada vez mais assimétrico.
This article explores the collective action strategies implemented by Argentine yerbatero cooperativism in the face of the advancement and consolidation of agribusiness as a model of accumulation. The focus is on the particularities of the process of concentration and accumulation in a marginal and border región. Three cooperatives in the sector are analysed as empirical references. The analysis dimension focuses on the internal level of these organizations and the links they establish with their partners, the State and the market. In addition, the insertion of yerba mate cooperatives in agro-industry is also considered, while the optics are fixed in solidarity forms (or not) representing these entities for family and peasant agriculture, in the face of an increasingly asymmetrical agro.
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