La memoria como herramienta de (re)construcción: La restitución identitaria de las niñas y niños apropiados durante la dictadura cívico-militar argentina

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Fecha
07/2022
Editorial
Universidad de Brasilia. Departamento de Estudios Latinoamericanos
Revista
Revista de Estudos e Pesquisas sobre as Américas
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ISSN
1984-1639
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Idioma
Español
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Resumen
La apropiación de niñas y niños constituyó una práctica sistemática y generalizada de la última dictadura cívico-militar (1976-1983), resultando en alrededor de 500 desaparecidos con vida que crecieron desconociendo su verdadera filiación y privados de su derecho a la identidad. El presente artículo se centra en el análisis de tres restituciones llevadas adelante por Abuelas de Plaza de Mayo. A través del uso de la historia oral, se indaga en las historias de vida de las personas restituidas con el fin de examinar los procesos de memoria que emprendieron a partir de la restitución identitaria. Para ello, el trabajo se articula en torno a los siguientes interrogantes: ¿Cómo (re)construyó cada persona la memoria sobre su propia historia a partir del proceso de restitución? ¿Qué elementos y/o discursos contribuyeron en los procesos de memoria? ¿Cómo operó la memoria social y colectiva en cada caso? Para finalizar, se propone una reflexión acerca de la intrínseca relación entre memoria e identidad.
The appropriation of girls and boys was a systematic and widespread practice during the last civic-military dictatorship (1976-1983), resulting in around 500 missing people who grew up unaware of their true affiliation and deprived of their right to identity. This article focuses on the analysis of three restitutions carried out by the Grandmothers of Plaza de Mayo. Through the use of oral history, the life histories of the restituted people are investigated in order to examine the memory processes that they undertook from the identity restitution. For this, the work is articulated around the following questions: How did each person (re)construct the memory of their own history from the restitution process? What elements and/or discourses contributed to the memory processes? How did social and collective memory operate in each case? Finally, a reflection on the intrinsic relationship between memory and identity is proposed.
A apropriação de meninas e meninos foi uma prática sistemática e generalizada durante a última ditadura cívico-militar (1976-1983), resultando em cerca de 500 desaparecidos que cresceram sem conhecer sua verdadeira filiação e privados de seu direito à identidade. Este artigo se concentra na análise de três restituições realizadas pelas Avós da Plaza de Mayo. Por meio da história oral, investigam-se as histórias de vida dos restituídos, a fim de examinar os processos de memória que eles empreenderam a partir da restituição identitária. Para isso, o trabalho se articula em torno das seguintes questões: Como cada pessoa (re)construiu a memória de sua própria história a partir do processo de restituição? Que elementos e/ou discursos contribuíram para os processos de memória? Como a memória social e coletiva operou em cada caso? Por fim, propõe-se uma reflexão sobre a relação intrínseca entre memória e identidade.
The appropriation of girls and boys was a systematic and widespread practice during the last civic-military dictatorship (1976-1983), resulting in around 500 missing people who grew up unaware of their true affiliation and deprived of their right to identity. This article focuses on the analysis of three restitutions carried out by the Grandmothers of Plaza de Mayo. Through the use of oral history, the life histories of the restituted people are investigated in order to examine the memory processes that they undertook from the identity restitution. For this, the work is articulated around the following questions: How did each person (re)construct the memory of their own history from the restitution process? What elements and/or discourses contributed to the memory processes? How did social and collective memory operate in each case? Finally, a reflection on the intrinsic relationship between memory and identity is proposed.
A apropriação de meninas e meninos foi uma prática sistemática e generalizada durante a última ditadura cívico-militar (1976-1983), resultando em cerca de 500 desaparecidos que cresceram sem conhecer sua verdadeira filiação e privados de seu direito à identidade. Este artigo se concentra na análise de três restituições realizadas pelas Avós da Plaza de Mayo. Por meio da história oral, investigam-se as histórias de vida dos restituídos, a fim de examinar os processos de memória que eles empreenderam a partir da restituição identitária. Para isso, o trabalho se articula em torno das seguintes questões: Como cada pessoa (re)construiu a memória de sua própria história a partir do processo de restituição? Que elementos e/ou discursos contribuíram para os processos de memória? Como a memória social e coletiva operou em cada caso? Por fim, propõe-se uma reflexão sobre a relação intrínseca entre memória e identidade.
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