El lenguaje jurídico y su "desconexión" con el lector especialista. El caso de "a mayor abundamiento"

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Fecha
03/2013
Editorial
Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
Revista
Letras de Hoje
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ISSN
0101-3335
eISSN
1984-7726
ISBN
Idioma
Español
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Resumen
Una de las características que se atribuye a los textos jurídicos es, justamente, el uso -y abuso- de algunas expresiones especializadas que dificultan la tarea de comprensión e interpretación. Se produce, así, una comunicación pragmáticamente asimétrica o fallida, que deja "desconectado" al destinatario lego. No obstante, los resultados de un estudio relacionado con los usos de la expresión conectiva formular a mayor abundamiento, realizado a partir de un corpus compuesto por 42 (cuarenta y dos) encuestas realizadas a aspirantes a ocupar cargos en la Justicia de la provincia de Buenos Aires (Argentina), hace posible constatar que tal "desconexión" alcanza no sólo a los destinatarios no iniciados en cuestiones de Derecho, sino también a los propios operadores jurídicos. En este sentido, el análisis de dichas encuestas permite demostrar que la mayoría de los postulantes desconocen el significado y valor que posee esta expresión conectiva formular como introductora de argumentos que no determinan la ratio decidendi.
Uma característica que é atribuída aos textos legais é justamente o uso – e abuso – de alguns termos especializados que dificultam a tarefa de compreensão e interpretação. Produz-se, assim, pragmaticamente comunicação assimétrica ou falida, deixando “offline” ao destinatário não jurista. No entanto, os resultados de um estudo relacionado com os usos da expressão conjuntiva formular a mayor abundamiento, feito a partir de um corpus de 42 (quarenta e duas) provas de candidatos a cargos na Justiça da Província de Buenos Aires (Argentina), faz com que seja possível verificar que essa “desconexão” estende-se não apenas para os destinatários não iniciados em matéria de Direito, mas também aos próprios operadores jurídicos. Neste sentido, a análise dessas provas pode provar que a maioria dos candidatos não conhece o significado e valor que esta expressão conjuntiva formular tenha como introdutor dos argumentos que não determinam a ratio decidendi
Uma característica que é atribuída aos textos legais é justamente o uso – e abuso – de alguns termos especializados que dificultam a tarefa de compreensão e interpretação. Produz-se, assim, pragmaticamente comunicação assimétrica ou falida, deixando “offline” ao destinatário não jurista. No entanto, os resultados de um estudo relacionado com os usos da expressão conjuntiva formular a mayor abundamiento, feito a partir de um corpus de 42 (quarenta e duas) provas de candidatos a cargos na Justiça da Província de Buenos Aires (Argentina), faz com que seja possível verificar que essa “desconexão” estende-se não apenas para os destinatários não iniciados em matéria de Direito, mas também aos próprios operadores jurídicos. Neste sentido, a análise dessas provas pode provar que a maioria dos candidatos não conhece o significado e valor que esta expressão conjuntiva formular tenha como introdutor dos argumentos que não determinam a ratio decidendi
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