Constitución de derechos, desposesión y conflictos socioterritoriales, durante la primera década del siglo XXI en la provincia de Jujuy, Argentina
; Vazquez, Patricia Susana
; Zulaica, Maria Laura 
Otros responsables
Fecha
03/2025
Editorial
Universidade Federal de Uberlândia
Revista
Campo - Território
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Institución organizadora
ISSN
eISSN
1809-6271
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Idioma
Español
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Resumen
El artículo aborda la problemática acerca de los conflictos socioterritoriales en espacios geográficos donde la presencia de población campesina es significativa. Se centra en el estudio cualitativo de dos casos localizados en regiones agroecológicas diferentes de la provincia de Jujuy (Puna y Umbral al Chaco), a principios del siglo XXI. Estos conflictos se desarrollan en territorios campesinos (criollos e indígenas) y se manifiestan en múltiples dimensiones. El conflicto socioterritorial en la zona de la Puna está relacionado con el avance de la megaminería metalífera a cielo abierto dentro del territorio comunitario de Cangrejillos, mientras que en el Umbral al Chaco está vinculado con el avance del cultivo de soja sobre los territorios de familias ganaderas criollas y bosques nativos. La metodología se centró principalmente en el enfoque antropológico. El análisis comparativo de las estrategias colectivas desplegadas en la reafirmación y defensa de los territorios permitió indagar sobre la complejidad inherente a este tipo de conflictos. En estas disputas se ponen en tensión, tanto material como simbólicamente, diferentes territorialidades dentro de estructuras de poder y dominación, donde se accionan marcos legislativos diferentes que involucran diversas estatalidades. Las conclusiones del análisis se expresan en cartografía y cuadros que sugieren líneas de investigación y profundización en este tipo de problemáticas.
The article examines socio-territorial conflicts in geographic regions where peasant populations play a significant role. It presents a qualitative study of two cases located in distinct agro-ecological zones of the province of Jujuy (Puna and Umbral al Chaco) in the early 21st century. These conflicts unfold within peasant territories (both Creole and Indigenous) and manifest across multiple dimensions. In the Puna region, socio-territorial conflict arises from the expansion of large-scale open-pit metal mining within the communal territory of Cangrejillos. Meanwhile, in Umbral al Chaco, tensions stem from the expansion of soybean cultivation into the lands of Creole cattle-raising families and native forests. The study adopts an anthropological approach as its primary methodological framework. A comparative analysis of the collective strategies employed in territorial defense and reaffirmation provides insight into the complexity of these conflicts. These disputes create tensions between different territorialities — both material and symbolic — within broader structures of power and domination, activating various legislative frameworks that involve multiple levels of state intervention. The study’s findings are presented through cartographic materials and analytical tables, which suggest potential avenues for further research and contribute to a deeper understanding of these socio-territorial issues.
O artigo examina os conflitos socioespaciais em regiões geográficas onde as populações camponesas desempenham um papel significativo. Apresenta um estudo qualitativo de dois casos localizados em distintas zonas agroecológicas da província de Jujuy (Puna e Umbral ao Chaco) no início do século XXI. Esses conflitos ocorrem em territórios camponeses (tanto crioulos quanto indígenas) e se manifestam em múltiplas dimensões. Na região da Puna, o conflito socioespacial decorre da expansão da mineração metalífera de grande escala a céu aberto dentro do território comunitário de Cangrejillos. Enquanto isso, no Umbral ao Chaco, as tensões resultam da expansão do cultivo de soja sobre terras de famílias crioulas dedicadas à pecuária e sobre florestas nativas. O estudo adota a abordagem antropológica como seu principal referencial metodológico. A análise comparativa das estratégias coletivas empregadas na defesa e reafirmação territorial permite compreender a complexidade inerente a esses conflitos. Essas disputas geram tensões entre diferentes territorialidades — tanto materiais quanto simbólicas — dentro de amplas estruturas de poder e dominação, ativando diversos marcos legislativos que envolvem múltiplos níveis de intervenção estatal. Os resultados do estudo são apresentados por meio de materiais cartográficos e quadros analíticos, que sugerem possíveis linhas de pesquisa e contribuem para o aprofundamento da compreensão dessas questões socioespaciais.
The article examines socio-territorial conflicts in geographic regions where peasant populations play a significant role. It presents a qualitative study of two cases located in distinct agro-ecological zones of the province of Jujuy (Puna and Umbral al Chaco) in the early 21st century. These conflicts unfold within peasant territories (both Creole and Indigenous) and manifest across multiple dimensions. In the Puna region, socio-territorial conflict arises from the expansion of large-scale open-pit metal mining within the communal territory of Cangrejillos. Meanwhile, in Umbral al Chaco, tensions stem from the expansion of soybean cultivation into the lands of Creole cattle-raising families and native forests. The study adopts an anthropological approach as its primary methodological framework. A comparative analysis of the collective strategies employed in territorial defense and reaffirmation provides insight into the complexity of these conflicts. These disputes create tensions between different territorialities — both material and symbolic — within broader structures of power and domination, activating various legislative frameworks that involve multiple levels of state intervention. The study’s findings are presented through cartographic materials and analytical tables, which suggest potential avenues for further research and contribute to a deeper understanding of these socio-territorial issues.
O artigo examina os conflitos socioespaciais em regiões geográficas onde as populações camponesas desempenham um papel significativo. Apresenta um estudo qualitativo de dois casos localizados em distintas zonas agroecológicas da província de Jujuy (Puna e Umbral ao Chaco) no início do século XXI. Esses conflitos ocorrem em territórios camponeses (tanto crioulos quanto indígenas) e se manifestam em múltiplas dimensões. Na região da Puna, o conflito socioespacial decorre da expansão da mineração metalífera de grande escala a céu aberto dentro do território comunitário de Cangrejillos. Enquanto isso, no Umbral ao Chaco, as tensões resultam da expansão do cultivo de soja sobre terras de famílias crioulas dedicadas à pecuária e sobre florestas nativas. O estudo adota a abordagem antropológica como seu principal referencial metodológico. A análise comparativa das estratégias coletivas empregadas na defesa e reafirmação territorial permite compreender a complexidade inerente a esses conflitos. Essas disputas geram tensões entre diferentes territorialidades — tanto materiais quanto simbólicas — dentro de amplas estruturas de poder e dominação, ativando diversos marcos legislativos que envolvem múltiplos níveis de intervenção estatal. Os resultados do estudo são apresentados por meio de materiais cartográficos e quadros analíticos, que sugerem possíveis linhas de pesquisa e contribuem para o aprofundamento da compreensão dessas questões socioespaciais.
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