La producción de la "cultura aborigen" en el Chaco argentino: De naturalezas, estigmas, exotismos y fetichismos

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Fecha
06/2011
Editorial
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Revista
Intersecoes
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ISSN
1517-6088
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Español
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Resumen
A produção da cultura aborígine em termos de raça, de essência, de natureza cristaliza em sua concepção como um produto dado, homogéneo e estático que circula entre os membros de um grupo, abastraído da materialidade e historicidade das práticas concretas. A essa concepção da cultura como uma sorte de mercadoria pronta para sua exibição e venda, contribui sem dúvida a forma exotizada e estigmatizada em que os povos indígenas são produzidos por um Estado provincial (o estado da Formosa, Argentina) que aparece como pioneiro no seu reconhecimento e na elaboração de políticas específicas que têm aos indígenas como objeto. Este artigo explora as formas e conteúdos do exercício da condição de indígena que se actualizam na realização do III Encontro de Povos Originários de América.
The production of “aboriginal culture” in terms of race, essence, and nature crystallizes in its conception a given, homogeneous and static product that circulates among the members of a group, apart from materiality and historicity of concrete practices. This conception of culture as a sort of commodity ready to be displayed and sold is undoubtedly supported by the exoticized and stigmatized way in which indigenous peoples are produced by a provincial State – the state of Formosa, Argentina- which appears as a pioneer in acknowledging and developing policies aimed at indigenous people. This paper explores the forms and contents of exercising the condition of indigenous that are updated in the III Conference of the Indigenous Peoples of America.
The production of “aboriginal culture” in terms of race, essence, and nature crystallizes in its conception a given, homogeneous and static product that circulates among the members of a group, apart from materiality and historicity of concrete practices. This conception of culture as a sort of commodity ready to be displayed and sold is undoubtedly supported by the exoticized and stigmatized way in which indigenous peoples are produced by a provincial State – the state of Formosa, Argentina- which appears as a pioneer in acknowledging and developing policies aimed at indigenous people. This paper explores the forms and contents of exercising the condition of indigenous that are updated in the III Conference of the Indigenous Peoples of America.
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