Los sonidos del silencio. Formas de resistencia de los obreros asalariados en la agricultura pampeana argentina

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Fecha
01/2016
Editorial
Universidad Estadual Paulista
Revista
Revista NERA
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ISSN
1806-6755
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Idioma
Español
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Resumen
Este artículo se propuso rescatar algunas de las modalidades de resistencia silenciosa de los trabajadores agrícolas pampeanos que surgen cotidianamente fruto de sus contradicciones de la relación salarial a través de la cual se integran al agronegocio. Se matiza la idea de que en la agricultura pampeana no existirían conflictos capital-trabajo, y a la vez, se ofrecen elementos para explicar su naturaleza especial, ?silenciosa? y limitada. Por último, se repone el valor de estas expresiones como fisuras internas del capitalismo agrario, a través de las cuales emergen las expresiones populares y subalternas, frente a la aparente armonía y homogeneidad social propuesta por el discurso del agronegocio. Se utilizan metodologías de tipo cualitativo, tanto en lo referido al análisis de documentos históricos ?centralmente judiciales- como fundamentalmente testimonios orales
Este artigo pretendeu salvar algumas das modalidades do resistência silenciosa dos trabalhadores agrícolas pampeanos, que surgem diariamente fruta de suas contradições com a relação de salário pela qual eles são integrados ao agronegócio. Discute-se a ideia que na agricultura pampeana não existiria conflitos capital-trabalho e ao mesmo tempo, oferecem-se elementos para explicar seu natureza especial, "silenciosa" e limitada. Ultimamente, recuperasse o valor destas expressões como fissuras internas do capitalismo agrário pelo qual as expressões populares e subordinadas emergem frente à harmonia aparente e homogeneidade social proposta pela fala do agronegócio. Metodologias de tipo qualitativo são usadas, tanto nisso recorrido à análise de documentos históricos -centralmente judicial- como fundamentalmente testemunhos orais.
Este artigo pretendeu salvar algumas das modalidades do resistência silenciosa dos trabalhadores agrícolas pampeanos, que surgem diariamente fruta de suas contradições com a relação de salário pela qual eles são integrados ao agronegócio. Discute-se a ideia que na agricultura pampeana não existiria conflitos capital-trabalho e ao mesmo tempo, oferecem-se elementos para explicar seu natureza especial, "silenciosa" e limitada. Ultimamente, recuperasse o valor destas expressões como fissuras internas do capitalismo agrário pelo qual as expressões populares e subordinadas emergem frente à harmonia aparente e homogeneidade social proposta pela fala do agronegócio. Metodologias de tipo qualitativo são usadas, tanto nisso recorrido à análise de documentos históricos -centralmente judicial- como fundamentalmente testemunhos orais.
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