El dengue y la diversidad: lo que silencia la epidemiología clásica
; Blois, María Paula ; Rodríguez, E. ; Di Pasquo, Federico Martín
; Folguera, Guillermo 
Otros responsables
Fecha
07/2023
Editorial
Universidad Colegio Mayor de Cundinamarca
Revista
Tabula Rasa
Título del libro
Nombre del evento
Fecha del evento
Institución organizadora
ISSN
1794-2489
eISSN
2011-2742
ISBN
Idioma
Español
Tipo del evento
Clasificación temática
Palabras clave
Resumen
En Argentina, en el período 2019-2020 se experimentó el mayor brote de la historia del dengue en el país. Nuestro objetivo es comprender los sentidos que diferentes agentes de salud y vecinos y vecinas en un municipio de Buenos Aires le dan a la comunidad, a las diferencias de clases sociales, y a la presencia de migrantes, en relación con el dengue.<br />Para esto, realizamos entrevistas semiestructuradas en 2021. Observamos que los y las agentes de salud recuperan las diferencias de clase social como un aspecto relevante para la intervención en dengue y mencionan dificultades de participación por parte de lo que denominan clases medias y altas. También encontramos que los y las agentes de salud asocian la movilidad de las y los migrantes con las epidemias de dengue. Sin embargo, en esta interpretación hay incertidumbres y se amplía al considerar otros factores.
Argentina experimented the worst outbreak of dengue fever ever in 2019-2020. We aim to understand the meanings that different healthcare agents and neighbors in a Buenos Aires district give to the notions of community, to the differences of social classes, and to the presence of migrants, in relation to dengue fever. To achieve our aim , we carried out semi-structured interviews throughout 2021. We observed that hea lthcare agents retrieve social class differences as a relevant aspect in dealing with dengue fever intervention, and that they refer to the difficulties of participation by what they call middle and high classes. Additionally, we found that healthcare agents relate migrant mobility to dengue fever epidemics. However, this interpretation contains uncertainties and is broadened when considering other factors.
Na Argentina, no período 2019-2020, experimentou-se o maior surto da história da dengue no país. Nosso objetivo é compreender os sentidos que diferentes agentes de saúde e vizinhos e vizinhas em um município de Buenos Aires dão à comunidade, às diferenças de classes sociais e à presença de migrantes, em relação com a dengue. Para tanto, realizamos entrevistas semiestruturadas em 2021. Observamos que os e as agentes de saúde consideram as diferenças de classe um aspecto relevante para a intervenção da dengue e mencionam dificuldades de participação por parte do que denominam classes médias e altas. Também encontramos que os e as agentes de saúde associam a mobilidade das e dos migrantes com as epidemias da dengue. No entanto, nessa interpretação há incertezas que ficam maiores quando outros fatores são considerados.
Argentina experimented the worst outbreak of dengue fever ever in 2019-2020. We aim to understand the meanings that different healthcare agents and neighbors in a Buenos Aires district give to the notions of community, to the differences of social classes, and to the presence of migrants, in relation to dengue fever. To achieve our aim , we carried out semi-structured interviews throughout 2021. We observed that hea lthcare agents retrieve social class differences as a relevant aspect in dealing with dengue fever intervention, and that they refer to the difficulties of participation by what they call middle and high classes. Additionally, we found that healthcare agents relate migrant mobility to dengue fever epidemics. However, this interpretation contains uncertainties and is broadened when considering other factors.
Na Argentina, no período 2019-2020, experimentou-se o maior surto da história da dengue no país. Nosso objetivo é compreender os sentidos que diferentes agentes de saúde e vizinhos e vizinhas em um município de Buenos Aires dão à comunidade, às diferenças de classes sociais e à presença de migrantes, em relação com a dengue. Para tanto, realizamos entrevistas semiestruturadas em 2021. Observamos que os e as agentes de saúde consideram as diferenças de classe um aspecto relevante para a intervenção da dengue e mencionam dificuldades de participação por parte do que denominam classes médias e altas. Também encontramos que os e as agentes de saúde associam a mobilidade das e dos migrantes com as epidemias da dengue. No entanto, nessa interpretação há incertezas que ficam maiores quando outros fatores são considerados.
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