"Yo quiero estudiar por mi comunidad": Trayectorias educativas de maestras tobas/qom y mbyá guaraní en Argentina
; Enriz, Noelia Maria
; Garcia Palacios, Mariana Ines
; Aliata, María Soledad
; Cantore, Alfonsina Otros responsables
Fecha
06/2018
Editorial
Universidad de Buenos Aires. Facultad de Filosofía y Letras. Instituto de Ciencias Antropológicas
Revista
Cuadernos de Antropología Social
Título del libro
Nombre del evento
Fecha del evento
Institución organizadora
ISSN
0327-3776
eISSN
1850-275X
ISBN
Idioma
Español
Tipo del evento
Clasificación temática
Palabras clave
Resumen
Dentro de los estudios sobre Educación Intercultural Bilingüe, las experiencias formativas de los maestros indígenas se presentan como un campo de vacancia, más aún si se tiene en foco a las docentes mujeres. Este artículo presenta dos grandes desafíos. El primero apunta a vincular las experiencias formativas de maestras tobas/qom y mbyá guaraní de dos provincias (Chaco y Misiones) con diferentes recorridos en torno a la institucionalización escolar. El segundo es de orden teórico-metodológico y refiere a la incorporación, dentro del enfoque etnográfico, de relatos de vida. Se sistematizarán tópicos como: los cambios generacionales, las relaciones de género, los saberes culturales y la escuela, las experiencias formativas en espacios religiosos, sus competencias lingüísticas, los procesos de identificación, la formación y el rol docente.
Within Intercultural Bilingual Education studies, formative experiences of indigenous teachers have been little explored, even more when considering women teachers. This article addresses two big challenges, as we first attempt to relate the formative experiences of Toba/Qom and Mbyá Guaraní women teachers from two provinces (Chaco and Misiones) with different trajectories in their schooling. The second challenge is theoretical and methodological, as we aim to introduce life histories within an ethnographic approach. We systematize topics such as: intergenerational changes, gender relationships, cultural knowledge and school, religious formative experiences, linguistic capacities, identification processes, teacher training and role.
Dentro das pesquisas sobre Educação Intercultural Bilíngue, as experiências formativas dos professores indígenas são um campo pouco explorado, especialmente quando o foco são professoras mulheres. Este artigo apresenta dois grandes desafios: no primeiro, pretendemos vincular as experiências formativas das professoras mulheres tobas/qom e mbyá guarani com diferentes trajetórias em torno da institucionalização escolar em duas províncias argentinas (Chaco e Misiones). O segundo desafio é de ordem teóricometodológica e refere-se à incorporação da abordagem etnográfica das histórias de vida dessas mulheres. Serão sistematizados tópicos como: mudanças geracionais, relações de gênero, conhecimento cultural e escolar, experiências formativas em espaços religiosos, competências linguísticas, processos de identificação e a formação e o papel docente.
Within Intercultural Bilingual Education studies, formative experiences of indigenous teachers have been little explored, even more when considering women teachers. This article addresses two big challenges, as we first attempt to relate the formative experiences of Toba/Qom and Mbyá Guaraní women teachers from two provinces (Chaco and Misiones) with different trajectories in their schooling. The second challenge is theoretical and methodological, as we aim to introduce life histories within an ethnographic approach. We systematize topics such as: intergenerational changes, gender relationships, cultural knowledge and school, religious formative experiences, linguistic capacities, identification processes, teacher training and role.
Dentro das pesquisas sobre Educação Intercultural Bilíngue, as experiências formativas dos professores indígenas são um campo pouco explorado, especialmente quando o foco são professoras mulheres. Este artigo apresenta dois grandes desafios: no primeiro, pretendemos vincular as experiências formativas das professoras mulheres tobas/qom e mbyá guarani com diferentes trajetórias em torno da institucionalização escolar em duas províncias argentinas (Chaco e Misiones). O segundo desafio é de ordem teóricometodológica e refere-se à incorporação da abordagem etnográfica das histórias de vida dessas mulheres. Serão sistematizados tópicos como: mudanças geracionais, relações de gênero, conhecimento cultural e escolar, experiências formativas em espaços religiosos, competências linguísticas, processos de identificação e a formação e o papel docente.
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