O exílio de Darcy Ribeiro e Ángel Rama: intelectuais, cultura e política na América Latina

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Fecha
12/2017
Editorial
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Revista
Interseçôes
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ISSN
2317-1456
eISSN
2317-1456
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Idioma
Portugués
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Resumen
O texto trata do encontro de dois intelectuais, o brasileiro Darcy Ribeiro, antropólogo, ficcionista e intelectual público e Ángel Rama, crítico literário, escritor e ensaísta uruguaio . O encontro foi provocado pelo exílio de um deles, seguido do exílio de outro. Os exílios de Darcy Ribeiro (1922-1997) e Ángel Rama (1926-1983) se deram em momentos distintos e em países diferentes. O de Darcy Ribeiro começa no Uruguai em 1964. Data dali seu encontro com Ángel Rama. Permanece em Montevidéu até 1968, quando retorna ao Brasil acreditando em notícias sobre a liberalização do regime político decorrente do Golpe de 1964. As autoras tratam do percurso de ambos, das afinidades e, especialmente, do que os distingue como intelectuais comprometidos com a reflexão sobre seus países tendo o exílio como vetor central.
This paper approaches the relationship between Darcy Ribeiro - anthropologist, writer and intellectual - and Ángel Rama - literary critic, writer and essayist. They met as a consequence of each one’s exile, which happened in different moments and countries. Ribeiro´s exile began in Uruguai in 1964, where he met Ángel Rama. Ribeiro stayed in Montevidéu until 1968, when he returned to Brazil after hearing news about the softening of the political regime implemented in 1964 following the military coup. The paper discusses these authors' trajectories and the affinities between them, and particularly their status as intellectuals committed to reflecting about their countries’ dilemmas in relation to the experience of exile.
This paper approaches the relationship between Darcy Ribeiro - anthropologist, writer and intellectual - and Ángel Rama - literary critic, writer and essayist. They met as a consequence of each one’s exile, which happened in different moments and countries. Ribeiro´s exile began in Uruguai in 1964, where he met Ángel Rama. Ribeiro stayed in Montevidéu until 1968, when he returned to Brazil after hearing news about the softening of the political regime implemented in 1964 following the military coup. The paper discusses these authors' trajectories and the affinities between them, and particularly their status as intellectuals committed to reflecting about their countries’ dilemmas in relation to the experience of exile.
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