Arqueología del riesgo y los desastres modernos en las políticas de saneamiento del riachuelo y de explotación por fracking en Argentina
; Weissel, Marcelo Norman Otros responsables
Fecha
07/2023
Editorial
Universidade Federal de Minas Gerais
Revista
Vestigios
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Institución organizadora
ISSN
1981-5875
eISSN
2316-9699
ISBN
Idioma
Español
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Clasificación temática
Palabras clave
Resumen
La arqueología como disciplina social cercana a la antropología no fue ajena a problematizar el registro y la variabilidadarqueológica en términos de riesgo y de desastre. No sería extraño postular que las tensiones socioambientales son políticamenteconstituyentes de los procesos humanos de conocimiento y uso del entorno. Aun así, no todas las perspectivas arqueológicassobre el riesgo y el desastre son similares ni responden a las mismas preguntas.En el presente trabajo expondremos los resultados de una revisión crítica de la literatura académica arqueológicaproblematizando el lugar de las nociones de riesgo y desastre en la construcción y participación social de distintos problemasde estudio. Haremos fuerte énfasis en los anclajes conceptuales además de sopesar la relevancia sociopolítica de cadainvestigación, buscando así una mayor comprensión de los alcances de la disciplina.El objetivo de este recorrido apunta hacia la identificación de los principales lineamientos teóricos-metodológicos para laelaboración de un marco conceptual que articule herramientas de la arqueología y de la antropología, posibilitando laproblematización política de la materialidad histórica-industrial del último siglo en su relación con los riesgos, los desastres ylas vulnerabilidades socioambientales. He allí que abordaremos, desde el entramado teórico expuesto, dos casos de arqueologíadel riesgo y los desastres modernos en Argentina. Por un lado, las tensiones ambientales en el saneamiento del riachuelo, principalcuenca del Área Metropolitana de Buenos Aires, y, por el otro, los conflictos sobre el riesgo del impacto del fracking en lainserción de la industria de los hidrocarburos no convencionales en la provincia de Neuquén.
A arqueologia como disciplina social próxima à antropologia não era estranha a problematizar o registro arqueológico e a variabilidade em termos de risco e desastre. Não seria estranho postular que as tensões socioambientais são politicamente constitutivas dos processos humanos de conhecimento e uso do meio ambiente. No entanto, nem todas as perspectivas arqueológicas sobre riscos e desastres são semelhantes, nem respondem às mesmas perguntas. Neste artigo apresentaremos os resultados de uma revisão crítica da literatura acadêmica arqueológica que problematiza o lugar das noções de risco e desastre na construção e participação social de diferentes problemas de estudo. Daremos forte ênfase às bases conceituais, bem como pesaremos a relevância sócio-política de cada investigação, buscando assim uma maior compreensão do escopo da disciplina. O objetivo deste texto é identificar as principais diretrizes teórico-metodológicas para a elaboração de um marco conceitual que articule ferramentas de arqueologia e antropologia, possibilitando a problematização política da materialidade histórico-industrial do século passado em sua relação com riscos, desastres e vulnerabilidades sócioambientais. A partir deste quadro teórico, abordaremos dois casos de arqueologia de risco e de catástrofes modernas na Argentina. Por um lado, as tensões ambientais no saneamento do riachuelo, a principal bacia urbana da Área Metropolitana de Buenos Aires, e, por outro, os conflitos sobre o risco do impacto do fracking na inserção da indústria não convencional dos hidrocarbonetos na província de Neuquén.
Archaeology as a social discipline close to anthropology was no stranger to problematizing the archaeological record and variability in risk and disaster. It would not be outlandish to postulate that socio-environmental tensions are politically constitutive of human processes of knowledge and use of the environment. Even so, not all archaeological perspectives on risk and disaster are similar nor do they answer the same questions. In this paper, we will present the results of a critical review of the archaeological academic literature problematizing the place of the notions of risk and disaster in the construction and social participation of different problems. We will place a strong emphasis on the conceptual anchors in addition to weighing the socio-political relevance of each research, thus seeking a better understanding of the scope of the discipline. The objective of this journey is to identify the main theoretical-methodological guidelines for the elaboration of a conceptual framework that articulates tools from archaeology and anthropology, enabling the political problematization of the historical-industrial materiality of the last century in its relationship with risks, disasters and socio-environmental vulnerabilities. From the theoretical framework presented above, we will address two cases of risk archaeology and modern disasters in Argentina. On the one hand, the environmental tensions in the sanitation of the Riachuelo, the main basin of the Metropolitan Area of Buenos Aires, and, on the other hand, the conflicts over the risk of the impact of fracking in the insertion of the unconventional hydrocarbon industry in the province of Neuquén.
A arqueologia como disciplina social próxima à antropologia não era estranha a problematizar o registro arqueológico e a variabilidade em termos de risco e desastre. Não seria estranho postular que as tensões socioambientais são politicamente constitutivas dos processos humanos de conhecimento e uso do meio ambiente. No entanto, nem todas as perspectivas arqueológicas sobre riscos e desastres são semelhantes, nem respondem às mesmas perguntas. Neste artigo apresentaremos os resultados de uma revisão crítica da literatura acadêmica arqueológica que problematiza o lugar das noções de risco e desastre na construção e participação social de diferentes problemas de estudo. Daremos forte ênfase às bases conceituais, bem como pesaremos a relevância sócio-política de cada investigação, buscando assim uma maior compreensão do escopo da disciplina. O objetivo deste texto é identificar as principais diretrizes teórico-metodológicas para a elaboração de um marco conceitual que articule ferramentas de arqueologia e antropologia, possibilitando a problematização política da materialidade histórico-industrial do século passado em sua relação com riscos, desastres e vulnerabilidades sócioambientais. A partir deste quadro teórico, abordaremos dois casos de arqueologia de risco e de catástrofes modernas na Argentina. Por um lado, as tensões ambientais no saneamento do riachuelo, a principal bacia urbana da Área Metropolitana de Buenos Aires, e, por outro, os conflitos sobre o risco do impacto do fracking na inserção da indústria não convencional dos hidrocarbonetos na província de Neuquén.
Archaeology as a social discipline close to anthropology was no stranger to problematizing the archaeological record and variability in risk and disaster. It would not be outlandish to postulate that socio-environmental tensions are politically constitutive of human processes of knowledge and use of the environment. Even so, not all archaeological perspectives on risk and disaster are similar nor do they answer the same questions. In this paper, we will present the results of a critical review of the archaeological academic literature problematizing the place of the notions of risk and disaster in the construction and social participation of different problems. We will place a strong emphasis on the conceptual anchors in addition to weighing the socio-political relevance of each research, thus seeking a better understanding of the scope of the discipline. The objective of this journey is to identify the main theoretical-methodological guidelines for the elaboration of a conceptual framework that articulates tools from archaeology and anthropology, enabling the political problematization of the historical-industrial materiality of the last century in its relationship with risks, disasters and socio-environmental vulnerabilities. From the theoretical framework presented above, we will address two cases of risk archaeology and modern disasters in Argentina. On the one hand, the environmental tensions in the sanitation of the Riachuelo, the main basin of the Metropolitan Area of Buenos Aires, and, on the other hand, the conflicts over the risk of the impact of fracking in the insertion of the unconventional hydrocarbon industry in the province of Neuquén.
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