Narrativas genealógicas y etno-fotografía afectiva en la producción del archivo vital de nuestras luchas feministas antiextractivistas: Luchas antiextractivistas en territorios indígenas, memorias genealógicas y archivos vitales

Otros responsables
Fecha
12/2023
Editorial
Universidad Nacional de San Juan
Revista
Memorias disidentes
Título del libro
Nombre del evento
Fecha del evento
Institución organizadora
ISSN
3008-7716
eISSN
3008-7716
ISBN
Idioma
Español
Tipo del evento
Clasificación temática
Palabras clave
Resumen
Este trabajo comparte reflexiones sobre la propuesta del feminismo antiextractivista, su emergencia y expresión diferencial de los abordajes del feminismo hegemónico y del feminismo ecofeminista, desarrollados desde la academia para Abya Yala, en un contexto de profunda avanzada neoextractivista. Para ello, se pone a consideración la potencia epistémico-metodológica de producir narrativas genealógicas feministas antiextractivistas compartiendo, desde la etnofotografía afectiva, una experiencia colectiva de defensa y cuidado de lo común: la Caminata de las Guardianas del Cerro y el Agua, realizada en abril de 2021 en la provincia de Catamarca (Argentina). En este artículo se entiende este hecho político y su registro como parte del archivo vital multisituado de las luchas resistentes al megaproyecto Minero Agua Rica-Alumbrera y la violencia del frente estatal-empresarial (hetero)patriarcal-colonial-capitalista, que perpetua el largo proceso de despojo, desposesión violenta y alterización de nuestros cuerpos-territorios
This work reflects upon anti-extractivist feminism, especially about its emer- gence and divergences with hegemonic and ecofeminist feminism, put for- ward by scholars from Abya Yala in a context of profound neo-extractivist advances. To this end, the epistemic-methodological power of producing anti- extractivist feminist genealogical narratives is put into consideration by shar- ing, from affective ethnophotography, a collective experience of defense and care of the commons: the Walk of the Guardians of the Hill and the Water, held in April of 2021 in the province of Catamarca (Argentina), understanding this political fact and its record as part of the multi-situated vital archive of the struggles of resistance against the Agua Rica-Alumbrera mining project and the violence of the state-business (hetero)patriarchal-colonial-capitalist front which perpetuates the long process of dispossession and alterization of our bodies-territories.
Este trabalho compartilha reflexões sobre o feminismo antiextrativista, sua emergência e divergências em relação ao feminismo hegemônico e ecofeminista, desenvolvido no âmbito acadêmico para Abya Yala em um contexto de profundo neoextrativismo. Para isso é considerado o potencial epistêmico-metodológico de produzir narrativas genealógicas feministas antiextrativistas, compartilhando, por meio da etnofotografia afetiva, uma experiência coletiva de defesa e cuidado do comum: a Caminhada das Guardiãs da Montanha e da Água, realizada em abril de 2021 na província de Catamarca (Argentina). Entende-se esse fato político e seu registro como parte do arquivo vital multissituado das lutas de resistência ao megaprojeto minerador Agua Rica-Alumbrera e à violência do frente estatal-empresarial (hetero)patriarcal-colonial-capitalista que perpetua o longo processo de desapropriação, despossessão violenta e alterização de nossos corpos-territórios.
This work reflects upon anti-extractivist feminism, especially about its emer- gence and divergences with hegemonic and ecofeminist feminism, put for- ward by scholars from Abya Yala in a context of profound neo-extractivist advances. To this end, the epistemic-methodological power of producing anti- extractivist feminist genealogical narratives is put into consideration by shar- ing, from affective ethnophotography, a collective experience of defense and care of the commons: the Walk of the Guardians of the Hill and the Water, held in April of 2021 in the province of Catamarca (Argentina), understanding this political fact and its record as part of the multi-situated vital archive of the struggles of resistance against the Agua Rica-Alumbrera mining project and the violence of the state-business (hetero)patriarchal-colonial-capitalist front which perpetuates the long process of dispossession and alterization of our bodies-territories.
Este trabalho compartilha reflexões sobre o feminismo antiextrativista, sua emergência e divergências em relação ao feminismo hegemônico e ecofeminista, desenvolvido no âmbito acadêmico para Abya Yala em um contexto de profundo neoextrativismo. Para isso é considerado o potencial epistêmico-metodológico de produzir narrativas genealógicas feministas antiextrativistas, compartilhando, por meio da etnofotografia afetiva, uma experiência coletiva de defesa e cuidado do comum: a Caminhada das Guardiãs da Montanha e da Água, realizada em abril de 2021 na província de Catamarca (Argentina). Entende-se esse fato político e seu registro como parte do arquivo vital multissituado das lutas de resistência ao megaprojeto minerador Agua Rica-Alumbrera e à violência do frente estatal-empresarial (hetero)patriarcal-colonial-capitalista que perpetua o longo processo de desapropriação, despossessão violenta e alterização de nossos corpos-territórios.
Colecciones
Aprobación
Revisión
Complementado por
Referenciado por
Licencia Creative Commons
Excepto donde se indique lo contrario, la licencia de este ítem se describe como by-nc-sa
