Brechas de la desigualdad educativa: Un análisis de la situación de las mujeres indígenas en Argentina
; Szapu, Ezequiel
; Sulca, Elisa Martina de Los Ángeles 
Otros responsables
Fecha
02/2026
Editorial
Universidade Federal de Santa Maria
Revista
Educação
Título del libro
Nombre del evento
Fecha del evento
Institución organizadora
ISSN
0101-9031
eISSN
1984-6444
ISBN
Idioma
Español
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Resumen
Las mujeres indígenas sufren procesos de exclusión educativa que se sustentan sobre una matriz de desigualdad histórica. Desde una perspectiva de largo alcance es posible identificar formas de vulneración del derecho a la educación. El presente artículo problematiza la inclusión en el sistema educativo de las mujeres indígenas en Argentina a partir de una lectura sociocrítica de los datos que arroja el Censo Nacional de Población, Hogares y Viviendas llevado a cabo en el año 2022 por el Instituto Nacional de Estadística y Censos (INDEC). Focalizamos el análisis en el grupo de las mujeres que se reconocen indígenas o descendientes de pueblos originarios que residen en territorio argentino. Uno de los interrogantes que nos orientan refiere a cómo la desigualdad educativa que afecta a las mujeres indígenas ha disminuido o se ha profundizado; entendiendo que la inclusión educativa no se reduce al acceso, sino que incluye la calidad de la enseñanza y las posibilidades de apropiación del capital.
Indigenous women suffer processes of educational exclusion that are based on a matrix of historical inequality. From a long-range perspective it is possible to identify forms of violation of the right to education. This article problematizes the inclusion of indigenous women in Argentina in the educational system based on a socio-critical reading of the data provided by the National Census of Population, Households and Housing carried out in 2022 by the National Institute of Statistics and Censuses (INDEC). We focus the analysis on the group of women who recognize themselves as indigenous or descendants of native peoples who reside in Argentine territory. One of the questions that guide us refers to the extent to which the educational inequality that affects indigenous women has decreased or deepened; understanding that educational inclusion is not reduced to access, but includes the quality of teaching and the possibilities of appropriation of school capital.
As mulheres indígenas sofrem processos de exclusão educacional que se baseiam numa matriz de desigualdade histórica. Numa perspectiva de longo prazo é possível identificar formas de violação do direito à educação. Este artigo problematiza a inclusão das mulheres indígenas na Argentina no sistema educacional a partir de uma leitura sócio-crítica dos dados fornecidos pelo Censo Nacional de População, Domicílios e Habitação realizado em 2022 pelo Instituto Nacional de Estatística e Censos (INDEC). . Centramos a análise no grupo de mulheres que se reconhecem como indígenas ou descendentes de povos originários que residem em território argentino. Uma das questões que nos norteiam refere-se a até que ponto a desigualdade educacional que afeta as mulheres indígenas diminuiu ou se aprofundou; entendendo que a inclusão educacional não se reduz ao acesso, mas inclui a qualidade do ensino e as possibilidades de apropriação do capital escolar.
Indigenous women suffer processes of educational exclusion that are based on a matrix of historical inequality. From a long-range perspective it is possible to identify forms of violation of the right to education. This article problematizes the inclusion of indigenous women in Argentina in the educational system based on a socio-critical reading of the data provided by the National Census of Population, Households and Housing carried out in 2022 by the National Institute of Statistics and Censuses (INDEC). We focus the analysis on the group of women who recognize themselves as indigenous or descendants of native peoples who reside in Argentine territory. One of the questions that guide us refers to the extent to which the educational inequality that affects indigenous women has decreased or deepened; understanding that educational inclusion is not reduced to access, but includes the quality of teaching and the possibilities of appropriation of school capital.
As mulheres indígenas sofrem processos de exclusão educacional que se baseiam numa matriz de desigualdade histórica. Numa perspectiva de longo prazo é possível identificar formas de violação do direito à educação. Este artigo problematiza a inclusão das mulheres indígenas na Argentina no sistema educacional a partir de uma leitura sócio-crítica dos dados fornecidos pelo Censo Nacional de População, Domicílios e Habitação realizado em 2022 pelo Instituto Nacional de Estatística e Censos (INDEC). . Centramos a análise no grupo de mulheres que se reconhecem como indígenas ou descendentes de povos originários que residem em território argentino. Uma das questões que nos norteiam refere-se a até que ponto a desigualdade educacional que afeta as mulheres indígenas diminuiu ou se aprofundou; entendendo que a inclusão educacional não se reduz ao acesso, mas inclui a qualidade do ensino e as possibilidades de apropriação do capital escolar.
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