Usos problemáticos de tecnologías digitales en jóvenes: Revisión sistemática actual

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Fecha
04/2026
Editorial
Universidad de Manizales
Revista
Revista Latinoamericana de Ciencias Sociales, Niñez y Juventud
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Institución organizadora
ISSN
eISSN
2027-7679
ISBN
Idioma
Español
Tipo del evento
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Resumen
Esta investigación presenta una revisión sistemática de 80 estudios (2020-2025) sobre usos problemáticos de tecnologías digitales en jóvenes. Mediante el análisis temático se integran tres enfoques: usos problemáticos de internet, de teléfonos inteligentes y de redes sociales. Los hallazgos muestran mayor afectación en adolescentes y adultos jóvenes, asociada al FoMO (fear of missing out), phubbing, nomofobia y tecnoestrés, así como a dinámicas de gratificación inmediata. Se observan impactos en salud mental (ansiedad, depresión, alteraciones del sueño), desempeño académico (procrastinación y atención fragmentada) y relaciones sociales. Entre los factores protectores se destacan la autorregulación y las competencias socioemocionales, la alfabetización digital y el apoyo familiar/escolar. En el estado de la cuestión, se detectan ciertos vacíos, como la escasez de estudios longitudinales e interdisciplinares. Se concluye que promover el bienestar digital juvenil requiere intervenciones educativas y comunitarias integrales que eviten enfoques patologizantes y refuercen habilidades de autorregulación.
This study presents a systematic review of 80 studies (2020-2025) on problematic uses of digital technologies among young people. Through thematic analysis, three approaches are integrated: problematic use of the Internet, smartphones, and social networks. The findings indicate greater vulnerability among adolescents and young adults, associated with fear of missing out (FoMO), phubbing, nomophobia, and technostress, as well as with patterns of immediate gratification. Impacts are observed on mental health (anxiety, depression, sleep disturbances), academic performance (procrastination and fragmented attention), and social relationships. Protective factors include self-regulation and socio-emotional competencies, digital literacy, and family or school support. In the state of the art, several gaps are identified, such as the scarcity of longitudinal and interdisciplinary studies. The review concludes that promoting youth digital well-being requires comprehensive educational and community interventions that avoid pathologizing approaches and strengthen self-regulatory skills.
Esta revisão sistemática analisa 80 estudos publicados entre 2020 e o primeiro trimestre de 2025 sobre o uso problemático de tecnologias digitais entre jovens, com foco em smartphones e redes sociais. Propõe-se um modelo conceitual integrado que articula três dimensões inter-relacionadas: uso problemático da internet, de smartphones e de redes sociais. Os resultados indicam que adolescentes e jovens adultos são os mais afetados, com fatores associados como gamificação, phubbing, nomofobia e medo de ficar de fora (FoMO). Identificam-se lacunas persistentes na literatura, especialmente a escassez de estudos longitudinais, abordagens interdisciplinares e análises aprofundadas sobre o tempo de tela. Além disso, são sistematizados fatores de proteção e estratégias de prevenção focadas no desenvolvimento de competências socioemocionais, no letramento digital e na promoção do bem-estar digital como dimensão fundamental da saúde mental dos jovens.
This study presents a systematic review of 80 studies (2020-2025) on problematic uses of digital technologies among young people. Through thematic analysis, three approaches are integrated: problematic use of the Internet, smartphones, and social networks. The findings indicate greater vulnerability among adolescents and young adults, associated with fear of missing out (FoMO), phubbing, nomophobia, and technostress, as well as with patterns of immediate gratification. Impacts are observed on mental health (anxiety, depression, sleep disturbances), academic performance (procrastination and fragmented attention), and social relationships. Protective factors include self-regulation and socio-emotional competencies, digital literacy, and family or school support. In the state of the art, several gaps are identified, such as the scarcity of longitudinal and interdisciplinary studies. The review concludes that promoting youth digital well-being requires comprehensive educational and community interventions that avoid pathologizing approaches and strengthen self-regulatory skills.
Esta revisão sistemática analisa 80 estudos publicados entre 2020 e o primeiro trimestre de 2025 sobre o uso problemático de tecnologias digitais entre jovens, com foco em smartphones e redes sociais. Propõe-se um modelo conceitual integrado que articula três dimensões inter-relacionadas: uso problemático da internet, de smartphones e de redes sociais. Os resultados indicam que adolescentes e jovens adultos são os mais afetados, com fatores associados como gamificação, phubbing, nomofobia e medo de ficar de fora (FoMO). Identificam-se lacunas persistentes na literatura, especialmente a escassez de estudos longitudinais, abordagens interdisciplinares e análises aprofundadas sobre o tempo de tela. Além disso, são sistematizados fatores de proteção e estratégias de prevenção focadas no desenvolvimento de competências socioemocionais, no letramento digital e na promoção do bem-estar digital como dimensão fundamental da saúde mental dos jovens.
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