Visiones pasadas y presentes sobre la familia, las mujeres y la distribución del trabajo no remunerado en la Argentina

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Fecha
06/2019
Editorial
Centro de Estudios e Investigaciones Laborales
Revista
Revista Latinoamericana de Antropología del Trabajo
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Institución organizadora
ISSN
2591-2755
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Idioma
Español
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Resumen
Este artículo hace un recorrido por la manera en que se percibe el cuidado en las distintas posturas que enuncian autores reconocidos por las Ciencias Sociales. Las aproximaciones no pretenden confluir en un estudio histórico, sino que procuran ser una relectura crítica de estas obras al identificar aquellos elementos que resulten útiles para la comprensión del cuidado en contextos sociales concretos y en momentos específicos del desarrollo del conocimiento. Para esto, se hará una revisión de los desarrollos teóricos de autores clásicos que convirtieron a la familia en objeto de estudio científico por considerarla como una institución social poseedora de una historia propia; recorrido que se vuelve importante –y necesario- para identificar aquellos aportes relacionados con el cuidado y la familia; en especial, desde un enfoque de género. A continuación se explorarán los debates sobre el trabajo reproductivo no remunerado en entornos familiares desde una perspectiva de género, por lo que se detallan las conceptualizaciones del trabajo doméstico, el uso del tiempo y el desglose de una relación tripartita: las tareas realizadas dentro del hogar como una figura de trabajo, la percepción del cuidado por parte del Estado y, por último, la interrelación conciliadora perpetrada entre las labores del ámbito privado y del profesional.
Neste artigo, percorrer-se-á a maneira pela qual o cuidado é percebido por diferentes posiçõesreconhecidas pelos autores das CiênciasSociais. Essasabordagensnãopretendem convergir emumestudo histórico, mas buscam ser umareleitura crítica dessestrabalhos, identificando os elementos que sãoúteis para a compreensão do cuidado em contextos sociais específicos e em momentos específicos do desenvolvimento do conhecimento. Para isso, será feitaumarevisão dos desenvolvimentos teóricos dos autores clássicos que transformaram a famíliaem objeto de estudo científico, considerando-a como umainstituição social comsuaprópriahistória. Esta jornada é importante - e necessária - para identificar as contribuiçõesfeitasemrelaçãoao cuidado e à família; especialmente, do ponto de vista de gênero. A seguir, nos seguintes pontos, os debates emrelaçãoaotrabalhoreprodutivonão remunerado em ambientes familiares, a partir de uma perspectiva de gênero, serão explorados. Entãoconceituações de trabalho doméstico e a quebra de umarelaçãotripartitesão os seguintes: o trabalhofeito no interior da casa de uma figura trabalho, a percepção de cuidado por parte do Estado e, por fim, a inter-relaçãoconciliatória perpetrado entre o trabalho realizado no campo privado e profissional.
In this paper there will be a view of the way in which care is perceived by the different positions that authors recognized by the Social Sciences. These approaches do not intend to converge in a historical study, but seek to be a critical rereading of these works by identifying those elements that are useful for the understanding of care in specific social contexts and at specific times of knowledge development. For this, a review of the theoretical developments of classical authors who turned the family into an object of scientific study will be made, considering it as a social institution with its own history. This view is important - and necessary - to identify those contributions made in relation to care and family; especially, from a gender perspective. Next, in the following points, discussions will be explored in relation to unpaid reproductive work in family settings from a gender perspective. To which are detailed the conceptualizations of domestic work, the use of time and the breakdown of a tripartite relationship: the tasks carried out within the home from a working figure, the perception of care by the State and, finally, the conciliatory interrelation perpetrated between the work carried out in the private sphere and in the professional one.
Neste artigo, percorrer-se-á a maneira pela qual o cuidado é percebido por diferentes posiçõesreconhecidas pelos autores das CiênciasSociais. Essasabordagensnãopretendem convergir emumestudo histórico, mas buscam ser umareleitura crítica dessestrabalhos, identificando os elementos que sãoúteis para a compreensão do cuidado em contextos sociais específicos e em momentos específicos do desenvolvimento do conhecimento. Para isso, será feitaumarevisão dos desenvolvimentos teóricos dos autores clássicos que transformaram a famíliaem objeto de estudo científico, considerando-a como umainstituição social comsuaprópriahistória. Esta jornada é importante - e necessária - para identificar as contribuiçõesfeitasemrelaçãoao cuidado e à família; especialmente, do ponto de vista de gênero. A seguir, nos seguintes pontos, os debates emrelaçãoaotrabalhoreprodutivonão remunerado em ambientes familiares, a partir de uma perspectiva de gênero, serão explorados. Entãoconceituações de trabalho doméstico e a quebra de umarelaçãotripartitesão os seguintes: o trabalhofeito no interior da casa de uma figura trabalho, a percepção de cuidado por parte do Estado e, por fim, a inter-relaçãoconciliatória perpetrado entre o trabalho realizado no campo privado e profissional.
In this paper there will be a view of the way in which care is perceived by the different positions that authors recognized by the Social Sciences. These approaches do not intend to converge in a historical study, but seek to be a critical rereading of these works by identifying those elements that are useful for the understanding of care in specific social contexts and at specific times of knowledge development. For this, a review of the theoretical developments of classical authors who turned the family into an object of scientific study will be made, considering it as a social institution with its own history. This view is important - and necessary - to identify those contributions made in relation to care and family; especially, from a gender perspective. Next, in the following points, discussions will be explored in relation to unpaid reproductive work in family settings from a gender perspective. To which are detailed the conceptualizations of domestic work, the use of time and the breakdown of a tripartite relationship: the tasks carried out within the home from a working figure, the perception of care by the State and, finally, the conciliatory interrelation perpetrated between the work carried out in the private sphere and in the professional one.
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