Las editoras del espacio de la edición independiente de historietas en Argentina: Nuevos roles, prácticas y perfiles

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Fecha
01/2021
Editorial
Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais
Revista
Vinco
Título del libro
Nombre del evento
Fecha del evento
Institución organizadora
ISSN
2764-2798
eISSN
ISBN
Idioma
Español
Tipo del evento
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Palabras clave
Resumen
El sector historietístico ha sido, tanto en Argentina como en el resto del mundo, preponderantemente masculino desde sus inicios a finales del siglo XIX y hasta hace un par de décadas atrás. Sin embargo, el rol femenino se ha resignificado ostensiblemente en el marco de una profunda reconfiguración del campo que comenzó en 2001, cuando desapareció el mercado de revistas especializadas de publicación periódica a nivel local. La reducción de espacios de publicación y la renovación de actores y de los modelos editoriales son características del período. En este contexto han comenzado a aparecer editoras que buscan responder a las demandas y necesidades de este espacio relativamente joven. En esta línea, en este trabajo intentará ubicar los casos existentes e identificar perfiles editoriales que nos ayuden a pesar en las prácticas y en el lugar ocupado por las editoras dentro de este segmento editorial, con el fin de analizar de qué manera y con qué objetivos se insertan en él.
O setor de quadrinhos tem sido, tanto na Argentina como no resto do mundo, predominantemente masculino desde sua criação, no final do século 19, e até algumas décadas atrás. No entanto, o papel feminino no mundo do desenho animado foi ostensivamente ressignificado, no quadro de uma profunda reconfiguração do campo iniciada em 2001, quando o mercado de revistas em quadrinhos locais desapareceu. A redução dos espaços de publicação e a renovação de atores e modelos editoriais são características do período e, neste contexto, começam a surgir editoras que procuram responder às exigências e necessidades deste espaço relativamente jovem. Nesse sentido, neste trabalho buscaremos localizar os casos existentes e identificar perfis editoriais que nos ajudem a pesar nas práticas e no lugar ocupado pelas editoras neste segmento editorial, a fim de analisar de que forma e com que objetivos são inseridos nele.
O setor de quadrinhos tem sido, tanto na Argentina como no resto do mundo, predominantemente masculino desde sua criação, no final do século 19, e até algumas décadas atrás. No entanto, o papel feminino no mundo do desenho animado foi ostensivamente ressignificado, no quadro de uma profunda reconfiguração do campo iniciada em 2001, quando o mercado de revistas em quadrinhos locais desapareceu. A redução dos espaços de publicação e a renovação de atores e modelos editoriais são características do período e, neste contexto, começam a surgir editoras que procuram responder às exigências e necessidades deste espaço relativamente jovem. Nesse sentido, neste trabalho buscaremos localizar os casos existentes e identificar perfis editoriais que nos ajudem a pesar nas práticas e no lugar ocupado pelas editoras neste segmento editorial, a fim de analisar de que forma e com que objetivos são inseridos nele.
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