Los “perseguidos” en vías de “rehabilitación”: Las representaciones del gaucho y del indio en las escuelas argentinas, 1930-1950

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Fecha
12/2015
Editorial
Universidad Federal do Río Grande do Sul
Revista
Cadernos da aplicação
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Institución organizadora
ISSN
0103-6041
eISSN
2595-4377
ISBN
Idioma
Español
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Resumen
En el transcurso de la década del treinta, el campo educativo argentino estuvo atravesado por los debates y publicaciones en torno a la “educación patriótica” y la alfabetización de la campaña. En ese contexto, la figura del gaucho se transformaría en “modelo”, no sólo de patriotismo, sino también de buen comportamiento y moralidad. De los silencios y “olvidos” durante décadas anteriores, los “gauchos” eran recuperados en tanto resultaban funcionales a los procesos coyunturales. La imagen del indio transitaba por un camino paralelo que se ponía de relieve en distintos países de la región a partir del movimiento indigenista. Sin embargo, su tratamiento en las aulas argentinas conllevaría una tensión entre una perspectiva reivindicatoria y el análisis que realizaban los libros de texto sobre la conquista del “desierto”. El estudio de los relatos producidos desde los ámbitos educativos permite reconstruir las condiciones de posibilidad para la circulación de esas narrativas y los intereses que se ponían en juego en la disputa de esas representaciones.
No curso da década de 30, o âmbito educativo argentino esteve permeado por debates e publicações relativas à educação patriótica e alfabetização campesina. Nesse contexto, a figura do gaúcho de transformou em um modelo, não somente de patriotismo, mas também de bom comportamento e moralidade. Esquecidos durante décadas anteriores, os “gaúchos” foram recuperados como resultados funcionais aos processos conjunturais. A imagem do índio transitava por um caminho paralelo que foi destacado em diferentes países da região a partir do movimento indígena. No entanto, o tratamento da questão nas escolas argentinas implicava tensão entre uma perspectiva reivindicatória e a análise realizada pelos livros escolares sobre a conquista do “deserto”. O estudo dos relatos produzidos no âmbito educativo permite reconstruir as condições de possibilidade de difundir estas narrativas e os interesses que eram colocados em jogo na disputa dessas representações.
No curso da década de 30, o âmbito educativo argentino esteve permeado por debates e publicações relativas à educação patriótica e alfabetização campesina. Nesse contexto, a figura do gaúcho de transformou em um modelo, não somente de patriotismo, mas também de bom comportamento e moralidade. Esquecidos durante décadas anteriores, os “gaúchos” foram recuperados como resultados funcionais aos processos conjunturais. A imagem do índio transitava por um caminho paralelo que foi destacado em diferentes países da região a partir do movimento indígena. No entanto, o tratamento da questão nas escolas argentinas implicava tensão entre uma perspectiva reivindicatória e a análise realizada pelos livros escolares sobre a conquista do “deserto”. O estudo dos relatos produzidos no âmbito educativo permite reconstruir as condições de possibilidade de difundir estas narrativas e os interesses que eram colocados em jogo na disputa dessas representações.
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