Mujeres migrantes y violencia en Argentina: experiencias e implicancias en la salud/enfermedad/cuidado

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Fecha
05/2021
Editorial
Universidade Federal de Santa Catarina
Revista
Katálysis
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ISSN
eISSN
1982-0259
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Idioma
Español
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Resumen
Este artículo aborda las experiencias de violencia sufridas por mujeres originarias de Bolivia y del norte argentino durante sus recorridos migratorios asociados al trabajo agrícola en Argentina. El objetivo es analizar de qué modo esas vivencias fueron transitadas por las mujeres, qué incidencia tuvieron en su salud/enfermedad y cuáles fueron sus estrategias de cuidado para afrontarlas. A partir de un estudio etnográfico desarrollado entre 2014 y 2018 en la localidad de Ugarteche (Mendoza) se recabaron relatos de vida que permitieron identificar un complejo mapa de violencias acompañando los procesos de movilidad de estas trabajadoras. De la mano de perspectivas feministas y socio antropológicas de la salud, el trabajo argumenta que estas experiencias - que marcaron los cuerpos y la subjetividad de las mujeres - están ligadas tanto con la discriminación sexual y racista dirigida a las migrantes, como con los contextos de vulnerabilidad social en que ellas viven y trabajan.
Este artigo aborda as experiências de violência sofridas por mulheres da Bolívia e do norte argentino durante suas trajetórias migratórias associadas ao trabalho agrícola na Argentina. O objetivo é analisar como essas vivências foram atravessadas pelas mulheres, quais os impactos que tiveram em sua saúde/doença e quais foram as estratégias de cuidado para lidar com elas. A partir de um estudo etnográfico desenvolvido entre 2014 e 2018 na cidade de Ugarteche (Mendoza), foram coletadas histórias de vida que permitiram identificar um complexo mapa de violências acompanhando os processos de movimentação dessas trabalhadoras. Apoiando-nos em perspectivas feministas e socioantropológicas da saúde, o trabalho defende que essas experiências - que marcaram os corpos e a subjetividade das mulheres - estão vinculadas tanto à discriminação sexual e racista dirigida a imigrantes como a contextos de vulnerabilidade social onde elas vivem e trabalham.
This article addresses the experiences of violence endured by women coming from Bolivia and northern Argentina during their migratory paths associated with agricultural labor in Argentina. The goal is to analyze how such life experiences were gone through by these women, the impact they had on their health/illness condition, and their care strategies for facing them. From an ethnographic study conducted between 2014 and 2018 in Ugarteche locality (Mendoza) we gathered the life stories of six women, which allowed identifying a complex map of violence accompanying the mobility processes of these women workers. Hand in hand with feminist and with socio-anthropological perspectives on health, this work argues that these experiences -which marked the bodies and subjectivity of women- are linked to sexual and racist discrimination directed at migrant women, and to the contexts of social vulnerability in which they live and work.
Este artigo aborda as experiências de violência sofridas por mulheres da Bolívia e do norte argentino durante suas trajetórias migratórias associadas ao trabalho agrícola na Argentina. O objetivo é analisar como essas vivências foram atravessadas pelas mulheres, quais os impactos que tiveram em sua saúde/doença e quais foram as estratégias de cuidado para lidar com elas. A partir de um estudo etnográfico desenvolvido entre 2014 e 2018 na cidade de Ugarteche (Mendoza), foram coletadas histórias de vida que permitiram identificar um complexo mapa de violências acompanhando os processos de movimentação dessas trabalhadoras. Apoiando-nos em perspectivas feministas e socioantropológicas da saúde, o trabalho defende que essas experiências - que marcaram os corpos e a subjetividade das mulheres - estão vinculadas tanto à discriminação sexual e racista dirigida a imigrantes como a contextos de vulnerabilidade social onde elas vivem e trabalham.
This article addresses the experiences of violence endured by women coming from Bolivia and northern Argentina during their migratory paths associated with agricultural labor in Argentina. The goal is to analyze how such life experiences were gone through by these women, the impact they had on their health/illness condition, and their care strategies for facing them. From an ethnographic study conducted between 2014 and 2018 in Ugarteche locality (Mendoza) we gathered the life stories of six women, which allowed identifying a complex map of violence accompanying the mobility processes of these women workers. Hand in hand with feminist and with socio-anthropological perspectives on health, this work argues that these experiences -which marked the bodies and subjectivity of women- are linked to sexual and racist discrimination directed at migrant women, and to the contexts of social vulnerability in which they live and work.
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